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Rádio Nocaute

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compositor e guitarrista britânico processou o U2, alegando que a banda roubou um dos seus trabalhos para uma música do disco “Achtung baby”, sucesso de 1991. Numa queixa apresentada na segunda-feira (27) à noite na corte distrital de Manhattan, nos Estados Unidos, Paul Rose pediu pelo menos US$ 5 milhões em danos do vocalista do U2, Bono, dos seus companheiros de banda, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr., e também da gravadora Island Records. Rose, que disse ter uma dezena de discos próprios, declarou que o grupo irlandês retirou elementos que dão “assinatura” a uma música sua, registrada como “Nae slappin”, para criar a canção de sucesso da banda “The fly”. O compositor afirmou ainda que deu uma gravação de "Nae slappin" para a Island em 1989 e que “The fly” incorporou o seu solo de guitarra e outros elementos, como distorção e uma percussão em “estilo industrial”. Segundo ele, ouvintes comuns “achariam as músicas substancialmente similares”. Representantes do U2 não responderam pedidos de comentários nesta terça (28). A Universal, empresa-mãe da Island, também não retornou as solicitações.

 

 

Fonte: G1

Treze municípios do Pará decretaram ou estão prestes a decretar situação de emergência por causa das fortes chuvas que atingem a região no período, o maior volume nos últimos dez anos de acordo com o Governo do Estado. Todo o contingente da Defesa Civil do Estado está mobilizado para atender os municípios mais afetados, situados em sete das 12 regiões de integração do Pará. Segundo o governo, os municípios mais afetados são Trairão, Tucuruí, Eldorado dos Carajás, Itaituba, Santarém, Bragança, Rio Maria, Bannach, Rurópolis, Novo Progresso, Uruará, Santana do Araguaia e Conceição do Araguaia. Há registros de intensas e consequentes enxurradas, vendavais, inundações, erosões e surtos epidêmicos nos municípios, eventos relacionados com o ápice do inverno amazônico, que começou em dezembro e vai até abril. O Governo do Pará informou que quase 30 agentes estaduais da Defesa Civil se deslocaram para atuar nas áreas de risco e aponta a situação de Trairão, no sudoeste do estado, como um dos casos de maior impacto, com mais de 12 mil afetados, devido ao bloqueio na rodovia BR-163 que resultou no isolamento de cinco localidades do município. Em Tucuruí, no sudeste do Pará, a Defesa Civil montou abrigos na sede do Campestre, na Escola Manoel Carlos e na Escola Gumercindo Gomes, alojando cerca de 75 pessoas, entre adultos e crianças, após a enxurrada de sábado (25). A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros também providenciaram alojamento no município de Eldorado dos Carajás, no sudeste do estado, para os prejudicados pela enchente do Rio Vermelho, que provocou enxurradas e inundações nos bairros de Abaeté e União, desalojando 260 famílias e destruindo ou danificando mais de 100 casas. Segundo o Coronel Francisco Cantuária, coordenador-adjunto da Defesa Civil do Pará, o órgão ainda monitora a subida de nível dos principais rios, com especial atenção para Amazonas, Tapajós, Tocantins, Araguaia e Xingu. "As cheias típicas deste período costumam provocar grandes transtornos para a população ribeirinha", ressalta o Coronel.

 

 

Fonte: G1

Uma "revelação divina" fez com que uma nicaraguense de 25 anos fosse amarrada e queimada viva numa fogueira para ser "curada" em uma suposta tentativa de exorcismo. Vilma Trujillo, que sofreu queimaduras em 80% de seu corpo, não resistiu e morreu na terça-feira (28), depois de uma semana de agonia. A morte da jovem comoveu a Nicarágua. De acordo com a Polícia Nacional do país, a mulher foi levada para "uma oração de cura", no dia 15 de fevereiro, a um templo da igreja evangélica Visão Celestial das Assembleias de Deus, em El Cortezal, no noroeste do país. Vilma Trujillo teve os pés e mãos amarrados e ficou sob a supervisão do pastor da igreja, identificado por autoridades locais como Juan Gregorio Rocha - homem que a Assembleia de Deus nega reconhecer como pastor. Seis dias depois, em 21 de fevereiro, depois da meia-noite, Trujillo foi queimada na fogueira. Segundo a Polícia Nacional, a diaconisa da igreja, Esneyda del Socorro Orozco, havia ordenado que "por revelação divina, deveria ser feita uma fogueira no pátio do templo para curar a vítima por meio do fogo". Vilma Trujillo teria, então, sido lançada ao fogo com pés e mãos amarrados. A jovem sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus em 80% do corpo e, apesar de ter sido levada a um hospital em Manágua, a capital, acabou falecendo. 'Foi bruxaria' O marido da vítima, Reynaldo Peralta, afirmou que Vilma Trujillo, mãe de duas crianças, foi levada à força pelos integrantes da igreja. Eles a acusavam de ter tentado atacar pessoas com um facão. Para Peralta, a mulher não estava "possuída pelo demônio", mas havia sido vítima de um ato de "bruxaria". "Ela tomava um remédio dado por um homem que, pelo que fiquei sabendo agora da família dela, a havia estuprado. Desde que começou a tomar o remédio, mudou um pouco comigo", disse o marido ao jornal "La Prensa". Em sua defesa, Gregorio Rocha afirmou ao mesmo jornal que Trujillo caiu no fogo quando "o espírito do demônio saiu do corpo dela". Ele negou que alguém a tenha jogado na fogueira. Cinco detidos Até o momento, cinco pessoas já foram detidas por suspeita de terem participado do crime, entre eles o pastor Gregório Rocha e a diaconisa Esneyda Orozco. A morte de Vilma Trujillo causou comoção na Nicarágua, onde a proporção de católicos vem caindo há 20 anos - hoje são menos de 50% da população, enquanto que os evangélicos chegam a quase 40%. O porta-voz da Comissão de Direitos Humanos da Nicarágua, Pablo Cuevas, pediu ao governo um controle mais firme dos grupos religiosos no país. "É impressionante que, neste momento, isso aconteça. As autoridades precisam avaliar diferentes denominações e religiões. Não podemos deixar acontecer coisas como essas", afirmou Cuevas. A vice-presidente da Nicarágua, Rosario Murillo, lamentou a morte a morte da jovem e disse que o episódio é "condenável". "Com certeza reflete uma situação de atraso. É realmente lamentável, uma irmã sendo martirizada pelos membros de sua comunidade. É algo que não pode, não deve se repetir", disse Murillo à mídia local.

 

 

Fonte: G1

Os médicos alemães podem prescrever desde esta quarta-feira (1º) tratamentos à base de maconha a seus pacientes com doenças graves e sem alternativa terapêutica, que receberão nas farmácias o produto com receita e com financiamento público. O Bundesrat (câmara de representação territorial) aprovou em 10 de fevereiro, de forma definitiva, a norma com a qual pretende facilitar a distribuição medicinal de maconha e superar o procedimento em vigor até agora, quando os doentes necessitavam de uma autorização específica do Instituto Federal de Remédios e Produtos Sanitários (BfArM) para comprar maconha na farmácia. O Executivo explicou que para que um médico possa receitar maconha a um de seus pacientes, deve ter esgotado antes todas as alternativas terapêuticas, embora também poderá prescrevê-la quando considere que ajudará no tratamento de determinados sintomas ou na evolução da doença. Foram citados como exemplos os pacientes com dores crônicas, pacientes com esclerose ou determinadas doenças psiquiátricas. Uma Agência Estatal de Cannabis se ocupará da importação da maconha medicinal e, caso necessário, concederá autorizações para plantações controladas no país, cujo produção comprará para revendê-la a empresas farmacêuticas, atacadistas e farmácias autorizadas. Em abril do ano passado, segundo números publicados, um total de 647 doentes tinham conseguido autorização especial do BfArM para consumir cannabis medicinal, mas os custos não eram assumidos pelas autoridades, que a partir de agora farão cargo do financiamento dos tratamentos. Segundo o projeto que o governo apresentou ao parlamento, o custo médio dos tratamentos que estavam autorizados com flores de cannabis era de 540 euros mensais, embora em casos especialmente graves chegava a 1,8 mil euros. A Alemanha importou em 2014 um total de 48 quilos de cannabis para esse fim e o número aumentou até 94 quilos em 2015, a maioria desde a Holanda.

 

Fonte:  G1

Dois pedidos de liberdade para o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti, feitos ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo, foram negados na segunda-feira (27) pelo desembargador Willian Silva. Foresti foi preso no sábado (25). Ele é um dos quatro PMs que tiveram a prisão decretada pela Justiça por suspeita de iniciar o movimento nos quartéis do Espírito Santo. A advogada Karina Nunes, que representa o Coronel Foresti, disse que a defesa não teve acesso ao inquérito policial militar e que o detido não tem conhecimento do que está sendo acusado. A advogada explicou que a defesa está desde sábado em busca de ter acesso ao inquérito. Segundo ela, as prisões caracterizam um grave cerceamento da defesa, o que ela considera inconstitucional. O ex-deputado federal e militar da reserva, Lucinio Castelo de Assumção, mais conhecido como Capitão Assumção; e o sargento Aurélio Robson Fonseca da Silva, mais conhecido como Sargento Robson também foram presos. Já o soldado Maxsom Luiz da Conceição está foragido. O primeiro pedido de habeas corpus do tenente-coronel Foresti, apresentado pela advogada Patrícia Maria Rocha Teixeira Dias, foi na madrugada do dia 27. Ela argumentou que o militar estava com a saúde debilitada e que não teve acesso ao processo e aos motivos de sua acusação. O desembargador Willian negou o pedido com o argumento de que não foi “capaz de vislumbrar a verossimilhança das alegações trazidas” pela advogada. Disse ainda que a prisão encontra-se justificada não apenas “na garantia da ordem pública como também na exigência da manutenção das normas ou princípios de hierarquia e disciplina militares”, disse em sua decisão, concedida às 2h15. A advogada apresentou um novo pedido de libertação para o militar, no mesmo dia, que voltou a ser avaliado pelo mesmo desembargador. E outra vez foi negada a sua soltura. O desembargador ainda ressaltou que o “plantão judiciário não se destina à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem em plantão anterior, nem a sua reconsideração ou reexame, motivo pelo qual é vedada uma nova análise acerca da liberdade pretendida”, disse em sua segunda decisão. Acrescentou ainda que os argumentos apresentados pela defesa do militar não eram suficientes para remover a sua prisão. “Além disso, também já ponderei acerca da situação de saúde do paciente, que, a meu sentir, não se demonstrou ser incompatível com a custódia (prisão)”, finalizou sua segunda decisão, concedida às 22h45, do dia 27. Entenda as denúncias contra os 4 PMs Confira a participação dos militares na articulação do movimento em frente aos quarteis da PM, segundo investigação da corregedoria da PM: Capitão Assumção Para a Corregedoria da Polícia Militar, não há dúvidas sobre a participação do policial da reserva (aposentado) e ex-deputado federal, no movimento. Segundo a investigação, ele estava na “articulação, coordenação, manipulação, promoção, incentivo e divulgação das atividades do movimento. Postou vídeos, subiu em carros de som fazendo discursos de incentivo ao movimento, teria intimidado militares do Exército e feito ameaças, caso fosse feito alguma coisa contra os militares que estavam paralisados. Em discurso durante uma das passeatas, em um carro de som, disse: “Se alguém encostar a mão em vocês, é chumbo grosso”. Ele também percorreu batalhões no Norte do Espírito Santo. “Onde diz que foi bem recebido, numa demonstração de articular o movimento em outras unidades. No mesmo vídeo faz um apelo final: Sustenta!”, diz o texto da investigação sobre um vídeo feito pelo capitão. Soldado Maxson O soldado Maxson Luiz da Conceição é presidente da Associação Geral de Militares (Agem). A instituição teria oferecido advogados para o Movimento das Mulheres. Eles foram inclusive fotografados em reuniões de negociações das líderes com o governo. E a esposa dele, Suzana Baptista da Silva da Conceição, participaria do movimento das mulheres. Sargento Robson Aurélio Robson Fonseca da Silva, vice-presidente da Agem, convocou pelas redes sociais policiais militares a irem para as unidades da PM garantirem a segurança das mulheres. Também chama os policiais para voltarem para a frente dos batalhões que estavam bloqueados. Tenente-coronel Foresti O militar Carlos Alberto Foresti ordenou que os policiais do Ciodes desligassem seus radiocomunicadores, o que impediria que ocorrências fossem atendidas. Em seguida, pediu a um sargento para gravar um áudio e enviar para o soldado Maxson, da Agem, relatando o ocorrido. Mais tarde, segundo a investigação, postou outro vídeo nas redes sociais. “Incitando outros militares e a população capixaba a aderirem aos propósitos dos grevistas, veiculando promoção de crítica à estrutura de trabalho dos policiais em atividade no estado, quando também discorreu sobre os baixos salários da corporação, a falta de coletes balísticos, as condições ou a ausência de viaturas, entre outras circunstâncias.” Ex-soldado Matias Walter Matias Lopes, que não está mais na PM desde abril de 2016, é presidente da Aspobom. Fez discursos nas manifestações, ajudou a articular o movimento, conclamou os policiais a se aquartelarem. Seu nome aparece ainda em investigação da Polícia Federal. 100% dos PMs nas ruas O comandante-geral da Polícia Militar do Espírito Santo, coronel Nylton Rodrigues, anunciou que todo o efetivo foi para as ruas do estado no sábado. Pela manhã, após 21 dias de protesto, mulheres de PMs e governo chegaram a um consenso e batalhões foram desocupados. Consenso A pedido do movimento, o governo do estado assumiu o compromisso de não abrir novos Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra os policiais. Para beneficiar o andamento da negociação, o MPT-ES e a Defensoria Pública da União recomendaram a suspensão, durante 15 dias prorrogáveis, dos PADs já instaurados, o que foi aceito pelo governo e pelas mulheres. Outro pedido feito pelas mulheres que foi aceito pelo governo foi a desistência das ações judiciais contra familiares e associações. O governo também concordou que promover o retorno de policiais transferidos aos postos originais em até 45 dias a partir da data da transferência. Em relação à organização das unidades da Polícia Militar, o governo se comprometeu a não transferir PMs da Grande Vitória para o interior. Crise na segurança O Espírito Santo teve o policiamento muito prejudicado durante sete dias, quando aconteceram diversos crimes. O governo chegou a declarar que não negociaria mais com os manifestantes até que todos os batalhões fossem desocupados. Até a noite desta sexta-feira, foram registrados 199 homicídios no estado, segundo o Sindicato dos Policiais Civis. A Secretaria de Segurança Pública informou que, até as 22h30, o efetivo de policiais estava completo em 61 municípios e parcial em 17.

 

 

Fonte: G1

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou, nesta quinta-feira (23), o recurso de apelação do ex-goleiro do Santos Futebol Clube e filho de Pelé, Edson Cholbi do Nascimento, o Edinho, pelo crime de lavagem de dinheiro e associação ao tráfico de drogas. O órgão condenou Edinho e reduziu a pena de 33 anos e quatro meses de reclusão para 12 anos e dez meses em regime fechado. Edinho estava esperando o julgamento da apelação em liberdade. O TJ-SP recomendou que a 1º Vara Criminal de Praia Grande, na qual tramitou a ação penal, expeça o mandado de prisão de Edinho. Assim que for publicado o mandado, Edinho deverá ser preso. Essa seria a quarta prisão do ex-goleiro pelo mesmo processo. Caso ela realmente aconteça, o filho de Pelé deverá ficar em regime fechado. O advogado do ex-goleiro, Eugênio Malavasi, conversou com o G1 na manhã desta sexta-feira (24) e disse que Edinho irá se apresentar espontaneamente no 5º DP de Santos assim que sair o pedido de prisão. “Ele já me falou que assim que sair, ele vai se apresentar. Mas, vamos entrar com um pedido de habeas corpus para revogar a prisão dele”, falou o advogado. Os outros envolvidos no processo, com situação idêntica a Edinho, também tiveram suas penas reduzidas. Além do filho de Pelé, Clóvis Ribeiro, o "Nai"; Maurício Louzada Ghelardi, o "Soldado"; Nicolau Aun Júnior, o "Véio ou Nick"; e Ronaldo Duarte Barsotti, o "Naldinho", foram condenados pelo mesmo crime. Nai deverá cumprir pena de 15 anos de reclusão. Já Soldado e Nick irão ficar 11 anos e quatro meses na prisão. Os mandados de prisão dos três também já foram expedidos. "Naldinho" está sumido e, portanto, é considerado foragido.Edinho já foi preso outras três vezes. A primeira, o ex-goleiro foi detido com outras 17 pessoas pela Operação Indra em junho de 2005, realizada pelo Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), acusado de ligação com uma organização de tráfico de drogas comandada por Naldinho, na Baixada Santista. Após seis meses em prisão provisória, foi solto com liminar em habeas corpus concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em janeiro de 2006, ele teve a prisão decretada com o aditamento da denúncia, que passou a incluir o crime de lavagem de dinheiro. Edinho obteve o direito de permanecer em liberdade por causa de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em fevereiro, o Ministério Público denunciou o ex-goleiro por lavagem de dinheiro, o que resultou em uma nova prisão, 47 dias após conseguir a liberdade. Depois disso, a Justiça vinha negando com frequência os pedidos de liberdade feitas por Edinho. No dia 21 de dezembro de 2006, a ministra Ellen Gracie havia negado pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-jogador mas, sete dias depois, os advogados pediram reconsideração da decisão. Edinho saiu da Penitenciária de Tremembé no dia seguinte. No dia 30 de maio de 2014, o ex-goleiro foi condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação ao tráfico de drogas após decisão da juíza Suzana Pereira da Silva, auxiliar da 1ª Vara Criminal de Praia Grande. Edinho foi preso no dia 7 de julho por não ter apresentado seu passaporte à Justiça, uma das exigências para permanecer em liberdade até a decisão final da Justiça. Eugênio Malavasi, advogado de Edinho, conseguiu um habeas corpus para liberar seu cliente. Em novembro do mesmo ano, o ex-goleiro foi detido no Fórum de Praia Grande, após cumprir a medida cautelar que exigia que ele comparecesse mensalmente em juízo e registrasse sua rotina. Edinho foi solto no dia seguinte. A Justiça acatou o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa.

 

Fonte: G1

 

Quinta, 16 Fevereiro 2017 18:44

Karla Costa

Função: Locutora

Programas: Reláx e  Só  Forró

Conselheiro Pena – Um veículo pegou fogo na passagem de linha da VALE, no distrito de Barra do Cuieté, ontem, 13/02, por volta das 20h00min. O Senhor Valter Carlos, proprietário do veículo relatou aos militares que retornava do Distrito de Barra do Cuiete, quando foi passar pela passagem de nível, seu veículo deslizou e chocou-se contra um “guarda mão” de trilhos próximo e incendiou. O veículo ficou parcialmente sobre a linha férrea e foi necessário o socorro de guincho para liberar a linha férrea. O motorista sentia dores no joelho, mas não houve relato de maiores danos. O veículo ficou completamente destruído.

 

 

Fonte: Noticiasnoleste

Sete pessoas foram presas durante operação da Polícia Militar nesta quarta-feira (8) em Mantena, no Vale do Rio Doce. Segundo o órgão, 35 militares participaram da ação realizada em diversos bairros da cidade. O poder Judiciário expediu nove mandados de busca e apreensão e também foram listados suspeitos que possuíam mandados de prisão em aberto. Sete pessoas foram presas em decorrência de mandados de prisão preventiva. Com um dos suspeitos foram encontradas duas barras de crack de aproximadamente 1,5 kg. A ação também apreendeu uma réplica de arma de fogo, joias, dinheiro e outros objetos que, pelas circunstâncias em que foram encontrados, foram considerados como produtos dos crimes de furto, roubo ou receptação. O material apreendido e as sete pessoas presas foram encaminhadas para a Delegacia Civil de Mantena.

 

 

Fonte: G1/vales

Uma árvore caiu na em cima de um veículo na tarde desta quinta-feira (9) em Bom Jesus do Galho (MG). De acordo com o Corpo de Bombeiros comunitários de Ubaporanga, que atenderam a ocorrência, um homem de 83 anos e uma mulher, de 78, ficaram feridos e foram levados ao hospital reclamando de fortes dores. De acordo com as primeiras informações, as vítimas estavam passando por uma estrada rural que liga a cidade de Bom Jesus do Galho e Caratinga quando a árvore caiu sobre o veículo, danificando boa parte da estrutura da caminhonete em que estavam. As causas da queda da árvore não foram informadas. As vítimas foram encaminhadas para um hospital de Caratinga; o estado de saúde das vítimas não foi informado. O Corpo de Bombeiros fez uma limpeza no local e liberou a pista para tráfego.

 

 

Fonte: G1/vales

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