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Rádio Nocaute - Itens filtrados por data: Novembro 2016

O Governo publicou no "Diário Oficial da União" desta terça-feira (27) uma medida provisória que trata da diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público, em função do prazo ou do meio de pagamento utilizado (cartão de crédito, cheque ou dinheiro). Comerciantes poderão oferecer desconto para quem pagar à vista em dinheiro, por exemplo. A mudança faz parte do pacote de medidas microeconômicas anunciadas pelo governo para reduzir custos das empresas, aliviar dívidas de pessoas físicas e jurídicas e reduzir a burocracia do comércio exterior. Um dos efeitos esperados pelo governo, caso as medidas sejam aprovadas, é a redução dos custos do crédito ao consumidor. Na ocasião, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicou que a proposta vai permitir que os comerciantes concedam descontos, por exemplo, para pagamentos à vista, algo que, segundo ele, já acontece atualmente, mesmo sendo proibido. "A medida provisória vai permitir que o lojista possa permitir desconto. Oferece vantagem ao consumidor, de pagar mais barato se for pagar à vista, e regulariza uma prática do pequeno comércio, que sabemos que já faz isso mesmo não podendo. Também aumenta a competição entre os diversos meios de pagamentos", declarou Meirelles. De acordo com o texto, a medida provisória já começa a valer após a publicação.

 

 

 

Fonte: G1

Publicado em Política

Ativistas LGBTT, integrantes do Sindicato dos Metroviários e religiosos realizaram um protesto em frente às catracas da estação Pedro II do Metrô, na região central de São Paulo, na tarde desta terça-feira (27). No local, na noite de Natal, o vendedor ambulante Luis Carlos Ruas foi espancado até a morte por dois homens ao tentar defender uma travesti vítima de discriminação. Entre outras reivindicações, o grupo de manifestantes pediu justiça e mais segurança nas estações de metrô da cidade. O Padre Julio Lancelotti estava entre eles e também sugeriu que a estação Pedro II, que compõe a Linha Vermelha, tenha o nome trocado para homenagear a vítima. "Na sexta-feira pretendemos formalizar essa proposta de que essa estação possa se chamar Luis Carlos Ruas", explicou o sacerdote. Por meio de nota, o Metrô informou que, no momento da agressão, "agentes de segurança faziam rondas nas estações vizinhas e foram acionados pelo Centro de Controle da Segurança". A estação Pedro II, onde o crime ocorreu, fica entre as estações Sé e Brás, na Linha 1-Vermelha do Metrô. "O deslocamento das equipes levou seis minutos, momento em que a vítima começou a receber os primeiros-socorros", diz a nota. Os agressores continuavam foragidos até a publicação desta reportagem. A polícia identificou os suspeitos Alípio Rogério Belo dos Santos e Ricardo Nascimento Martins, que tiveram a prisão temporário decretada pela Justiça. As cenas de agressão foram gravadas pelas câmeras da estação Pedro II, no Centro da capital paulista. As imagens começam com a perseguição a uma travesti, que passa por baixo da catraca, corre, seguida por rapazes com camisetas pretas e bermudas brancas. Ela conseguiu escapar. Em seguida, quem aparece fugindo dos agressores é o vendedor ambulante. Ele cai e é espancado com socos e pontapés. Ruas, que era mais conhecido como Índio, morreu no hospital e terá o corpo velado na tarde desta terça, no Cemitério Jardim Vale da Paz, em Diadema, na Grande São Paulo. Ele trabalhava há mais de 20 anos na saída de uma passarela para pedestres do lado de fora da Estação Pedro II. Na manifestação desta terça-feira, o padre Julio Lancelotti estava acompanhado de outros colegas de batina e prometeu participar de um novo ato marcado pela comunidade LGBTT para a próxima sexta-feira, às 15h, no mesmo local. "Nossa presença é no sentido de mostrar nossa solidariedade e a indignação com a forma que a discriminação e o preconceito destroem vidas", afirmou. A vereadora reeleita pelo PPS Soninha Francine, futura secretária de Desenvolvimento Social da gestão do prefeito eleito João Doria também participou do ato. "A gente não pode deixar que as pessoas se acostumem com a notícia e esqueçam. Infelizmente, é uma coisa que acontece com casos de violência. Daqui a pouco eles são substituídos por outros. A gente precisa manter aceso esse horror. Parece algo meio sádico, mas as pessoas não podem se acostumar e esquecer", disse. Soninha disse que quando assumir a pasta vai combater o que chamou de "aversão" existente aos moradores de rua e homossexuais. Segundo ela, os grupos estão entre os principais alvos de violência.

 

Fonte: G1

Publicado em Nacionais

O prefeito eleito de Osasco, Rogério Lins (PTN), foi transferido na manhã desta terça-feira (27) para a penitenciária de Tremembé, no interior paulista, após passar duas noites na cadeia pública de Osasco. Lins, que é vereador, estava foragido desde o início do mês, quando teve a prisão preventiva decretada em operação do Ministério Público. Ele e mais 13 vereadores são acusados de contratar funcionários públicos fantasmas. A defesa do prefeito eleito de Osasco, Rogério Lins (PTN), disse na tarde desta segunda-feira (26) que não há provas contundentes contra o político. O advogado Flávio Christensen disse Lins quer responder a todas as acusações. "Temos documentos importantes que provam a inocência dele. Contra o que está sendo imputado a ele não tem prova contudente e cabal. A gente espera o Poder Judiciário se pronunciar. A gente acredita na Justiça", disse o advogado. Entre os vereadores acusados, seis foram reeleitos. Segundo o Ministério Público, os políticos ainda ficavam com parte dos salários. Como não se trata de crime eleitoral, eles foram diplomados por procuração. Se Rogério Lins ainda estiver preso no próximo domingo (1º), data da diplomação, quem tomará posse é a sua vice, Ana Maria Rossi (PR). Ana Maria é esposa do ex-prefeito de Osasco Francisco Rossi. Caso Lins seja liberado até o dia 1ºde janeiro ele poderá assumir a Prefeitura porque ele foi diplomado na Justiça Federal por uma procuração. Lins foi vereador no período de 2009 até 2012 e reeleito em 2013 para o mesmo cargo. Ele também já foi secretário da Indústria, Comércio e Abastecimento de Osasco e diretor de Esportes.

 

 

 

Fonte: G1

Publicado em Polícia

A justiça da Argentina determinou nesta terça-feira (27) o indiciamento da ex-presidente Cristina Kirchner, que governou de 2007 a 2015, por formação de quadrilha e administração fraudulenta por supostas irregularidades na concessão de obras públicas durante seu mandato. O expediente, dirigido pelo juiz Julián Ercolini e que declarou Cristina como investigada em outubro, analisa um suposto esquema de "benefícios exclusivos" a favor do grupo Austral, do empresário Lázaro Báez - pessoa próxima ao falecido ex-presidente Néstor Kirchner e atualmente detido por outro caso de suspeita de lavagem de dinheiro -, em detrimento dos cofres do Estado. Ercolini ordenou, além disso, o bloqueio de 10 bilhões de pesos (R$ 209 milhões) de Cristina e o processamento, entre outros, de Báez, do ex-ministro de Planejamento Federal Julio de Vido e do ex-secretário de Obras Públicas José López. Em 29 de novembro, ela já havia se apresentado à Justiça para registrar as impressões digitais e realizar outros trâmites da investigação por irregularidades em operações do Banco Central durante seu governo.

 

 

Fonte: G1

Publicado em Internacionais

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