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Tite é o novo técnico da seleção brasileira. Treinador mais vitorioso da história do Corinthians e nome quase unânime entre torcedores brasileiros, ele foi confirmado como novo treinador da seleção até o final da Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Publicidade O novo comandante da seleção tem 55 anos e chega ao time nacional como um dos preferidos pela maioria dos torcedores. Na terça-feira, ele se reuniu com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, e após quase três horas de reunião deixou para dar a resposta à entidade nesta quarta-feira. "Tite a partir deste momento não trabalha mais conosco. Ele aceitou o convite da CBF. Hoje à tarde foi o último treino dele. No jogo de quinta e amanhã ele não dirige mais o time. Junto com ele sai Cleber Xavier, Matheus e Edu Gaspar", explicou o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade. Assim, junto com o Tite, também vão para a seleção seus auxiliares e o gerente de futebol do clube. A confirmação veio após o técnico se reunir com a diretoria do Corinthians durante a tarde desta quarta-feira, pouco mais de 12 horas após conversar com Del Nero no Rio. A confirmação de Tite veio um dia após a CBF implodir toda a comissão técnica da seleção. Às 15 horas de terça-feira, a entidade anunciara que o técnico Dunga, o coordenador de seleções da CBF, Gilmar Rinaldi, e toda a comissão técnica estavam dispensados. Não havia multa contratual que impedisse o acerto com a CBF e o Corinthians também não dificultou a saída do treinador mais vitorioso de sua história. O clube já analisa nomes para substituí-lo. Tite, que já rejeitara um convite, entende que este é o seu momento de assumir a seleção. Ele considera que o Campeonato Brasileiro está apenas começando e que não prejudica o clube ao aceitar comandar a seleção. Em 2015, porém, ele assinou um manifesto pedindo a renúncia de Del Nero da presidente da CBF. Esse manifesto havia sido organizado pelo movimento Bom Senso FC. Tite é natural de Caxias do Sul e tem um vasto currículo. Após pendurar as chuteiras em 1989, pelo Guarani, o ex-volante iniciou a carreira de técnico no Guarany de Garibaldi, em 1990, e não parou mais. Passou por Caxias (1991/1992), Veranópolis (1992/95), Ypiranga de Erechim (1996/97), Juventude (1997/98), Caxias (1999/2000), Grêmio (2001/2003), São Caetano (2003/2004), Corinthians (2004/2005), Atlético MG (2005), Palmeiras (2006), Al Ain (2007), Internacional (2008/2009), Al Wahda (2010) e Corinthians (2010 a 2013 e de 2015 até agora). Seus principais títulos foram os seguintes: Mundial de Clubes (2012), Copa Libertadores (2012), Copa do Brasil (2001), Campeonato Brasileiro (2011 e 15), Campeonato Gaúcho (2000, 2001 e 2009), Campeonato Paulista (2013), Copa Sul-Americana (2008), Recopa Sul-Americana (2013) e Copa Suruga (2009).

 

Fonte: IG

Comentarista destaca saída de bola, com Renato Augusto e Elias, na vitória por 2 a 0 sobre o Panamá, mas time poderia melhorar com o meia na vaga de Luiz Gustavo.

No único amistoso antes da estreia na Copa América, a seleção brasileira venceu o Panamá por 2 a 0, neste domingo, em Denver, nos Estados Unidos. Jonas e Gabriel marcaram os dois gols da partida. Na opinião do comentarista Roger Flores, a equipe de Dunga mostrou uma boa saída de bola no primeiro tempo e destacou que o técnico montou um time bastante ofensivo para a etapa final.

- Achei que a Seleção entrou com uma movimentação muito leve, invertendo o posicionamento dos jogadores pelos lados do campo, Willian e Philippe Coutinho. Acho que ele pode pedir mais. Renato Augusto e Elias também podem inverter de posicionamento com esses jogadores pelos lados. Gostei da saída de bola, quando Elias e Renato buscavam a bola nos pés dos zagueiros, para iniciar as jogadas com mais qualidade, e o Luiz Gustavo ficava mais à frente. Depois, ele veio com a modificação, com o Hulk, tirando o Luiz Gustavo. Renato Augusto e Elias eram os volantes. Era um time mais leve, de mais movimentação, com mais qualidade na saída de bola - disse o comentarista.

Roger Flores afirmou ainda que Dunga deveria usar essa formação mais ofensiva e sugeriu a entrada do meia Lucas Lima no lugar do volante Luiz Gustavo.

- Acho que o Lucas Lima tem que ser titular nessa equipe, no lugar do Luiz Gustavo. Começando com Elias e Renato Augusto ou Casemiro e Renato Augusto. O Renato Augusto tem que fazer essa função, mais recuado. E deixar o Lucas, que é um jogador mais organizador, de mais penetração, à frente. O Dunga sinaliza que pode ter essa alternativa. Não acredito que ele vá iniciar desse jeito. Mas pelo menos já mostrou que pode ter uma equipe mais ofensiva.

O comentarista Maurício Noriega acredita que o Panamá não criou grandes dificuldades para a seleção brasileira. Mesmo assim, destacou as atuações de Jonas, Philippe Coutinho e principalmente Daniel Alves, que considerou o melhor em campo.

- A gente tem que fazer o peso do teste, avaliando a qualidade do adversário. Não dá para imaginar que a Seleção, contra o Panamá, tivesse que se esforçar muito. Não precisou se esforçar muito. Mostrou boas condições de movimentação, soube fugir de jogadas violentas, evitou o jogo de confronto, de contato físico. Jonas foi bem, Philippe Coutinho foi bem. Gostei muito do Daniel Alves no segundo tempo, chamou a responsabilidade de ser o grande nome da Seleção. O Gabriel entrou com estrela, e o Lucas Lima entrou com movimentação. Acho que essas observações têm que ser feitas, para o time da estreia da Copa América.

A seleção brasileira estreia na Copa América no próximo sábado, contra o Equador, ao vivo no SporTV. Haiti e Peru são os outros adversários na primeira fase da competição.

Em seu primeiro jogo pela Seleção, atacante marca com apenas 10 minutos em campo e evidencia bom relacionamento com treinador. Briga por titularidade se acirra.

Mal a bola tocou a rede, e Gabriel correu em disparada. Não parou em companheiro algum; foi direto à linha lateral para dar um abraço em Dunga. Nos 10 primeiros minutos com a camisa da seleção brasileira principal, o atacante do Santos recompensou a confiança depositada pelo treinador e evidenciou a boa relação entre os dois. Mais: credenciou-se na briga pela titularidade do ataque na Copa América. 

- Como meu pai fala, tem que ter calma. É o que faço todo dia, não tem por que entrar em desespero - disse Gabriel, ao comentar sobre o momento do gol. 

Gabriel é aposta pessoal de Dunga. No dia da convocação, lembrou que não tinha informações tão favoráveis quanto ao comportamento do atacante, mas decidiu dar uma chance ao jogador – que já havia sido chamado para o lugar de Neymar nas eliminatórias em março. De fato, desde que se tornou peça-chave da seleção olímpica no fim do ano passado, o santista agrada à comissão técnica pela mudança de postura. 

Contra o Panamá, Gabriel entrou aos 17 minutos do segundo tempo. Começou aberto pela direita, com Hulk como centroavante, mas não deixou de aparecer na área. Por duas vezes, cruzamentos quase chegaram a ele. O oportunismo falou mais alto quando ele aproveitou sobra na área e bateu com categoria para deslocar o goleiro. Na reta final da partida, trocou de posição com o atacante do Zenit. 

A disputa com Jonas e Hulk

Apesar da boa atuação, Gabriel terá disputa forte pela vaga. Titular contra o Panamá, Jonas também aproveitou a chance e fez um gol. Dunga, a princípio, vê Hulk como a segunda alternativa, embora o jogador do Zenit não tenha convencido como camisa 9. O santista é visto como arma para jogar pelos lados, mas Dunga não descartou utilizá-lo na frente. 

- É um jogador de velocidade, chega com facilidade ao gol, de drible. Hoje, tentamos aproveitar como ele joga no Santos, alternando algum posicionamento na frente. Ele tem a característica de jogar nas três funções da frente, e a gente pode aproveitar dependendo do jogo - analisou Dunga. 

A vantagem de Gabriel é que, dos três concorrentes, é o de melhor qualidade técnica. Nos treinos de finalização ao longo da primeira semana, ele mostrou vasto repertório e teve bom aproveitamento. A fragilidade do Panamá serve como atenuante, mas de qualquer forma é um começo animador. 

Jonas e Hulk, porém, têm maior experiência. O primeiro, por exemplo, brigou até as últimas rodadas pela Chuteira de Ouro da Europa e vem de grande temporada no Benfica. O segundo é, do trio, o que tem mais partidas pela Seleção. 

Entretanto, Gabriel é xodó de Dunga. Fator importante para acreditar que o garoto, se mantiver o ritmo, pode virar o centroavante titular da Seleção. 

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