Internacionais

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, observou o eclipse solar total que cruzou o país de costa a costa nesta segunda-feira (21) de uma das varandas da Casa Branca em Washington, mas por alguns instantes admirou o fenômeno sem óculos protetores, imagem que viralizou pelas redes sociais (veja alguns posts abaixo). Apesar das instruções de especialistas e da Agência Nacional do Espaço (Nasa) para observar o eclipse com proteção adequada, devido ao alto risco de prejudicar a vista, o governante ignorou as indicações e se expôs brevemente aos raios do sol. A decisão do magnata de contemplar o eclipse sem proteção rendeu críticas de diversos usuários do Twitter pelo fato de o presidente não seguir as instruções e dar exemplo à população. O presidente americano assistiu ao fenômeno acompanhado do filho caçula Barron e da primeira-dama, Melania Trump. A última vez que um eclipse desse tipo ocorreu no território continental dos Estados Unidos foi há quase um século. O acontecimento demorou uma hora e meia para percorrer o céu começando pela costa do Pacífico, onde começou às 10h15 (hora local; 14h15 em Brasília), à do Atlântico, onde acabou por volta das 14h45 (hora local; 15h45 em Brasília).

 

Fonte: G1

m atentado suicida com carro-bomba deixou ao menos 20 mortos em Damasco, capital da Síria, neste domingo (2). Outros dois carros-bomba que seriam detonados foram interceptados pelas forças de segurança antes de atingir seus alvos, informou a TV estatal síria. O Ministério das Relações Exteriores da Síria disse em comunicado enviado à secretaria geral da ONU e ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que 20 pessoas morreram, afirmou a agência estatal de notícias Sana. De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), ONG que acompanha o conflito sírio, ao menos 21 pessoas morreram. Entre as vítimas estão civis, soldados e o próprio homem-bomba que estava no veículo. Vários feridos estão em estado grave, segundo o OSDH. De acordo com o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, forças de segurança alcançaram os motoristas dos oitros dois carros na entrada de Damasco. Os dois homens morreram. As autoridades afirmaram que os suicidas pretendiam atingir áreas movimentadas no primeiro dia de trabalho após o feriado do Eid al-Fitr. "Ouvimos disparos às 6h (meia-noite deste domingo em Brasília) e, depois, houve uma explosão, que arrebentou as janelas dos edifícios do bairro", relatou à AFP Mohamed Tinawi, que mora na praça Tahrir. Ele contou ainda à agência de notícias ter visto voluntários do Crescente Vermelho socorrendo dois militares, carros carbonizados e danos materiais no posto de controle das forças de segurança. Nenhum grupo reivindicou de imediato responsabilidade pelas detonações. Esse é o pior ataque na capital síria desde março. Naquele mês, dois atentados suicidas deixaram em menos de duas horas um saldo de 32 mortos. Cinco dias antes, uma ex-facção síria da Al-Qaeda reivindicou a autoria de um outro atentado, que fez 74 mortos no centro histórico de Damasco.

 

 

Fonte: G1

 

Trinta e duas crianças em idade escolar, dois professores e um motorista de microônibus morreram na Tanzânia quando o veículo deles mergulhou em um barranco na estrada na região turística de Arusha neste sábado (06), informou um alto funcionário da polícia. "O acidente aconteceu quando o ônibus estava descendo em uma colina íngreme em condições chuvosas", disse o comandante da polícia regional de Arusha, Charles Mkumbo, à Reuters por telefone. "Nós ainda estamos investigando o incidente para determinar se ele foi causado por um defeito mecânico ou erro humano por parte do motorista." Os alunos mortos no acidente, que ocorreu no distrito de Karatu, eram da escola primária Lucky Vincent, a caminho para visitar outra escola, disse Mkumbo. O presidente John Magufuli descreveu o acidente como uma "tragédia nacional" em um comunicado. Corpos das vítimas de acidente com veículo escolar na Tanzânia, neste sábado (06) (Foto: Reuters/Emmanuel Herman) Corpos das vítimas de acidente com veículo escolar na Tanzânia, neste sábado (06).

 

 

Fonte: G1

jornal "The New York Times" publicou nesta quinta-feira (6) uma reportagem citando fontes não identificadas do governo americano segundo as quais altos funcionarios de Defesa dos EUA estão desenvolvendo opções para uma resposta militar ao ataque químico ocorrido na Síria esta semana. A Turquia, após realizar autópsia em vítima, afirmou que há indícios de que foi usado gás sarin. As consultas de alto nível sobre as opções militares envolvem o secretário de Defesa Jim Mattis e o general Joseph F. Dunford Jr., assim como oficiais militares no Comando Central dos Estados Unidos, diz o "NY Times". Mattis está viajando para a Flórida, onde se espera que ele discuta a crise na Síria com o presidente Trump. Os funcionários ouvidos pelo diário americano disseram que nenhuma decisão tinha sido tomada até o momento. A inteligência americana concluiu com "alta confiança" que um avião do governo sírio realizou o ataque, disse um alto funcionário americano ao "NY Times". O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, afirmou nesta quinta não ter dúvidas sobre a responsabilidade da Síria sobre o ataque e que não há papel para Bashar al Assad no governo sírio. Durante uma coletiva em Palm Beach, em um evento de boas-vindas ao presidente chinês Xi Jinping, Tillerson disse que este é “um assunto grave que requer uma resposta severa”. “Estamos considerando uma resposta apropriada a este ataque químico, que viola todas as resoluções previas da ONU”, afirmou o secretário, que também defendeu "um processo político que conduza à saída de Al-Assad". O presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que o presidente sírio Bashar al-Assad pode ter que deixar o cargo após o ataque com armas químicas desta semana. Segundo a Associated Press, durante uma conversa com jornalistas a bordo do Air Force One na quinta (6), Trump disse que o que aconteceu na Síria foi “uma desgraça para a humanidade”. Ao ser questionado se Assad deveria deixar o cargo, o presidente respondeu, “ele está lá, e acho que ele está comandando as coisas, então algo deveria acontecer”. Ainda de acordo com a AP, Trump não discutiu o que os EUA deverão fazer em resposta ao ataque químico. Ele disse apenas que o ataque “não deveria ter acontecido, não deveria ser permitido que acontecesse”. O presidente afirmou ainda que pode falar com o presidente russo Vladimir Putin sobre a situação na Síria. Rex Tillerson conversou por telefone na quarta-feira com o ministro russo de Relações Exteriores, Sergei Lavrov, segundo a Reuters, que cita uma fonte do Departamento de Estado.

 

 

Fonte: G1

Após o Mercosul e a Organização dos Estados Americanos (OEA) declararem preocupação com a atual crise política da Venezuela, o presidente do país, Nicolás Maduro, pediu neste domingo (2) "respeito ao mundo inteiro" e rejeitou interferência internacional. O país "com sua dignidade, pede respeito, exige respeito ao mundo inteiro, para seguir vivendo em paz", afirmou ele na edição mais recente do programa semanal "Los Domingos con Maduro". "Que ninguém se meta nos assuntos dos venezuelanos", afirmou, de acordo com a Agência Venezuelana de Notícias (AVN), órgão oficial do país. O comunicado da AVN cita que "setores apátridas, atráves da guerra midiática" mostram ao mundo o que Maduro chamou de "uma caricatura, uma deformação manipulado do que é uma Venezuela de verdade (...), que como qualquer país vive seus problemas e os resolve em paz, constitucionalmente". Neste sábado, a Venezuela já havia rejeitado, considerando uma "ingerência", que o Mercosul encoraje o governo de Maduro a garantir a separação dos poderes. O atual situação turbulenta da política na Venezuela chegou a um momento crítico na quarta-feira (29), quando o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), instância máxima da Justiça do país, se apoderou de competências do Legislativo e retirou a imunidade de seus deputados. As medidas motivaram protestos da oposição e críticas da comunidade internacional. Neste sábado (1º), a página do TSJ na internet publicou um aclaratório em que "suprime" trechos de ambas as sentenças, entre elas a que conferia amplos poderes ao presidente Nicolás Maduro. Por um lado, reverteu a decisão de assumir as funções da Assembleia. Por outro, anulou os poderes que havia concedido a Maduro para revisar as leis sobre crime organizado e terrorismo.

 

 

Fonte: G1

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