Internacionais

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Vinte e oito supostos toxicômanos e narcotraficantes morreram em enfrentamentos com a polícia nas Filipinas desde que o governo do presidente Rodrigo Duterte retomou há dez dias a campanha antidrogas com a promessa que seria "menos sangrenta". As vítimas foram mortas pelos agentes após supostamente resistirem à detenção em 979 operações policiais em todo o país desde o começo da operação Double Barrel Reloaded ("Duplo Canhão Recarregado") -nome da nova fase da campanha- até esta madrugada, indicou nesta sexta-feira (17) a Polícia Nacional em um relatório. Nos últimos dez dias, os policiais visitaram 55.087 domicílios e detiveram 1.577 suspeitos, segundo os dados oficiais. O documento especifica que 4.448 drogados e 231 traficantes se entregaram voluntariamente às autoridades desde que Ronald Rosa, diretor da Polícia Nacional e homem de confiança de Duterte, declarou o início da segunda fase da campanha no último dia 6. A nova etapa, iniciada após uma suspensão temporária de um mês, procura ser "menos sangrenta", segundo anunciou Rosa, que inclusive convidou a Igreja Católica a participar da supervisão das operações antidroga. A Anistia Internacional (AI) criticou nesta sexta-feira as 28 mortes e afirmou que "não se materializaram as reformas da polícia prometidas pelo presidente durante a suspensão por um mês das operações contra drogas no país". Duterte suspendeu temporariamente a campanha antidroga no final de janeiro para "limpar" a polícia de corrupção após uma primeira fase na qual houve mais de 7 mil mortos em sete meses, deles mais de 2,5 mil pelas mãos de agentes. A "guerra contra as drogas", que em sua primeira fase concedeu impunidade aos assassinatos de supostos traficantes e viciados, recebeu duras críticas de países e organizações internacionais por supostamente violar os direitos humanos da população.

 

 

 

Fonte: G1

Cerca de 110 pessoas morreram no sul da Somália nos últimos dois dias devido à fome e à diarreia resultantes de uma seca, disse o primeiro-ministro neste sábado (4), num momento em que a região se prepara para a escassez generalizada de alimentos. Em fevereiro, a agência da ONU para a infância (Unicef) disse que a seca na Somália pode levar a até 270 mil crianças sofrerem de desnutrição grave neste ano. "É uma situação difícil para os pastores e seu gado. Algumas pessoas foram atingidas pela fome e diarreia ao mesmo tempo. Nas últimas 48 horas, 110 pessoas morreram devido à fome e diarreia na região", disse o gabinete do primeiro-ministro, Hassan Ali Khaire, em um comunicado. "O governo da Somália fará o melhor que puder e exortamos todos os somalis onde quer que estejam a ajudar", disse ele no comunicado divulgado após uma reunião de um comitê de reação à fome. Em 2011, cerca de 260 mil pessoas morreram na Somália devido à fome.

 

 

Fonte: G1

Uma "revelação divina" fez com que uma nicaraguense de 25 anos fosse amarrada e queimada viva numa fogueira para ser "curada" em uma suposta tentativa de exorcismo. Vilma Trujillo, que sofreu queimaduras em 80% de seu corpo, não resistiu e morreu na terça-feira (28), depois de uma semana de agonia. A morte da jovem comoveu a Nicarágua. De acordo com a Polícia Nacional do país, a mulher foi levada para "uma oração de cura", no dia 15 de fevereiro, a um templo da igreja evangélica Visão Celestial das Assembleias de Deus, em El Cortezal, no noroeste do país. Vilma Trujillo teve os pés e mãos amarrados e ficou sob a supervisão do pastor da igreja, identificado por autoridades locais como Juan Gregorio Rocha - homem que a Assembleia de Deus nega reconhecer como pastor. Seis dias depois, em 21 de fevereiro, depois da meia-noite, Trujillo foi queimada na fogueira. Segundo a Polícia Nacional, a diaconisa da igreja, Esneyda del Socorro Orozco, havia ordenado que "por revelação divina, deveria ser feita uma fogueira no pátio do templo para curar a vítima por meio do fogo". Vilma Trujillo teria, então, sido lançada ao fogo com pés e mãos amarrados. A jovem sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus em 80% do corpo e, apesar de ter sido levada a um hospital em Manágua, a capital, acabou falecendo. 'Foi bruxaria' O marido da vítima, Reynaldo Peralta, afirmou que Vilma Trujillo, mãe de duas crianças, foi levada à força pelos integrantes da igreja. Eles a acusavam de ter tentado atacar pessoas com um facão. Para Peralta, a mulher não estava "possuída pelo demônio", mas havia sido vítima de um ato de "bruxaria". "Ela tomava um remédio dado por um homem que, pelo que fiquei sabendo agora da família dela, a havia estuprado. Desde que começou a tomar o remédio, mudou um pouco comigo", disse o marido ao jornal "La Prensa". Em sua defesa, Gregorio Rocha afirmou ao mesmo jornal que Trujillo caiu no fogo quando "o espírito do demônio saiu do corpo dela". Ele negou que alguém a tenha jogado na fogueira. Cinco detidos Até o momento, cinco pessoas já foram detidas por suspeita de terem participado do crime, entre eles o pastor Gregório Rocha e a diaconisa Esneyda Orozco. A morte de Vilma Trujillo causou comoção na Nicarágua, onde a proporção de católicos vem caindo há 20 anos - hoje são menos de 50% da população, enquanto que os evangélicos chegam a quase 40%. O porta-voz da Comissão de Direitos Humanos da Nicarágua, Pablo Cuevas, pediu ao governo um controle mais firme dos grupos religiosos no país. "É impressionante que, neste momento, isso aconteça. As autoridades precisam avaliar diferentes denominações e religiões. Não podemos deixar acontecer coisas como essas", afirmou Cuevas. A vice-presidente da Nicarágua, Rosario Murillo, lamentou a morte a morte da jovem e disse que o episódio é "condenável". "Com certeza reflete uma situação de atraso. É realmente lamentável, uma irmã sendo martirizada pelos membros de sua comunidade. É algo que não pode, não deve se repetir", disse Murillo à mídia local.

 

 

Fonte: G1

Os médicos alemães podem prescrever desde esta quarta-feira (1º) tratamentos à base de maconha a seus pacientes com doenças graves e sem alternativa terapêutica, que receberão nas farmácias o produto com receita e com financiamento público. O Bundesrat (câmara de representação territorial) aprovou em 10 de fevereiro, de forma definitiva, a norma com a qual pretende facilitar a distribuição medicinal de maconha e superar o procedimento em vigor até agora, quando os doentes necessitavam de uma autorização específica do Instituto Federal de Remédios e Produtos Sanitários (BfArM) para comprar maconha na farmácia. O Executivo explicou que para que um médico possa receitar maconha a um de seus pacientes, deve ter esgotado antes todas as alternativas terapêuticas, embora também poderá prescrevê-la quando considere que ajudará no tratamento de determinados sintomas ou na evolução da doença. Foram citados como exemplos os pacientes com dores crônicas, pacientes com esclerose ou determinadas doenças psiquiátricas. Uma Agência Estatal de Cannabis se ocupará da importação da maconha medicinal e, caso necessário, concederá autorizações para plantações controladas no país, cujo produção comprará para revendê-la a empresas farmacêuticas, atacadistas e farmácias autorizadas. Em abril do ano passado, segundo números publicados, um total de 647 doentes tinham conseguido autorização especial do BfArM para consumir cannabis medicinal, mas os custos não eram assumidos pelas autoridades, que a partir de agora farão cargo do financiamento dos tratamentos. Segundo o projeto que o governo apresentou ao parlamento, o custo médio dos tratamentos que estavam autorizados com flores de cannabis era de 540 euros mensais, embora em casos especialmente graves chegava a 1,8 mil euros. A Alemanha importou em 2014 um total de 48 quilos de cannabis para esse fim e o número aumentou até 94 quilos em 2015, a maioria desde a Holanda.

 

Fonte:  G1

Cerca de 11.500 civis afegãos morreram ou ficaram feridos em 2016 no Afeganistão, um terço dos quais são crianças, o pior balanço anual desde 2009, ano em que este censo de vítimas começou, anunciou nesta segunda-feira (6) a Missão de Assistência da ONU (UNAMA). Mais de 3.500 crianças figuram entre as vítimas, um balanço em aumento desproporcional de 24% em um ano, indicou a UNAMA. A metade deste aumento de vítimas infantis ocorreu devido aos combates entre forças governamentais e os insurgentes talibãs. A outra metade foi registrada pela explosão de munições abandonadas pelos beligerantes, disse a fonte. "Entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2016, a UNAMA registrou 11.148 vítimas civis (4.498 mortos e 7.920 feridos)", o que representa um aumento geral de 3% (+6% dos feridos). A UNAMA registrou "um número recorde de vítimas em combates terrestres, ataques suicidas e explosivos abandonados, e o pior balanço de vítimas de operações aéreas desde 2009", indicou a diretora de Direitos Humanos do organismo, Danielle Bell. Os ataques aéreos dos aviões afegãos e americanos deixaram 590 vítimas civis - 250 mortos e 340 feridos -, em localidades e casas onde havia mulheres e crianças, como em Kunduz em outubro de 2016. Desde que a missão da ONU no Afeganistão começou a realizar um balanço anual de vítimas, em 2009, registrou um total de 24.841 mortos e 45.347 feridos, disse Bell. A ONU atribui 61% destas vítimas às forças antigovernamentais, principalmente os talibãs, mas também os Estados Unidos (EI). O número de vítimas do Estado Islâmico multiplicou por dez em um ano, indicou Bell. Em 2016, o EI matou 206 civis e feriu 690, sobretudo em atentados contra a minoria xiita, principalmente em Cabul, indicou a UNAMA.

 

 

Fonte: G1

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