Internacionais

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jornal "The New York Times" publicou nesta quinta-feira (6) uma reportagem citando fontes não identificadas do governo americano segundo as quais altos funcionarios de Defesa dos EUA estão desenvolvendo opções para uma resposta militar ao ataque químico ocorrido na Síria esta semana. A Turquia, após realizar autópsia em vítima, afirmou que há indícios de que foi usado gás sarin. As consultas de alto nível sobre as opções militares envolvem o secretário de Defesa Jim Mattis e o general Joseph F. Dunford Jr., assim como oficiais militares no Comando Central dos Estados Unidos, diz o "NY Times". Mattis está viajando para a Flórida, onde se espera que ele discuta a crise na Síria com o presidente Trump. Os funcionários ouvidos pelo diário americano disseram que nenhuma decisão tinha sido tomada até o momento. A inteligência americana concluiu com "alta confiança" que um avião do governo sírio realizou o ataque, disse um alto funcionário americano ao "NY Times". O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, afirmou nesta quinta não ter dúvidas sobre a responsabilidade da Síria sobre o ataque e que não há papel para Bashar al Assad no governo sírio. Durante uma coletiva em Palm Beach, em um evento de boas-vindas ao presidente chinês Xi Jinping, Tillerson disse que este é “um assunto grave que requer uma resposta severa”. “Estamos considerando uma resposta apropriada a este ataque químico, que viola todas as resoluções previas da ONU”, afirmou o secretário, que também defendeu "um processo político que conduza à saída de Al-Assad". O presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que o presidente sírio Bashar al-Assad pode ter que deixar o cargo após o ataque com armas químicas desta semana. Segundo a Associated Press, durante uma conversa com jornalistas a bordo do Air Force One na quinta (6), Trump disse que o que aconteceu na Síria foi “uma desgraça para a humanidade”. Ao ser questionado se Assad deveria deixar o cargo, o presidente respondeu, “ele está lá, e acho que ele está comandando as coisas, então algo deveria acontecer”. Ainda de acordo com a AP, Trump não discutiu o que os EUA deverão fazer em resposta ao ataque químico. Ele disse apenas que o ataque “não deveria ter acontecido, não deveria ser permitido que acontecesse”. O presidente afirmou ainda que pode falar com o presidente russo Vladimir Putin sobre a situação na Síria. Rex Tillerson conversou por telefone na quarta-feira com o ministro russo de Relações Exteriores, Sergei Lavrov, segundo a Reuters, que cita uma fonte do Departamento de Estado.

 

 

Fonte: G1

Após o Mercosul e a Organização dos Estados Americanos (OEA) declararem preocupação com a atual crise política da Venezuela, o presidente do país, Nicolás Maduro, pediu neste domingo (2) "respeito ao mundo inteiro" e rejeitou interferência internacional. O país "com sua dignidade, pede respeito, exige respeito ao mundo inteiro, para seguir vivendo em paz", afirmou ele na edição mais recente do programa semanal "Los Domingos con Maduro". "Que ninguém se meta nos assuntos dos venezuelanos", afirmou, de acordo com a Agência Venezuelana de Notícias (AVN), órgão oficial do país. O comunicado da AVN cita que "setores apátridas, atráves da guerra midiática" mostram ao mundo o que Maduro chamou de "uma caricatura, uma deformação manipulado do que é uma Venezuela de verdade (...), que como qualquer país vive seus problemas e os resolve em paz, constitucionalmente". Neste sábado, a Venezuela já havia rejeitado, considerando uma "ingerência", que o Mercosul encoraje o governo de Maduro a garantir a separação dos poderes. O atual situação turbulenta da política na Venezuela chegou a um momento crítico na quarta-feira (29), quando o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), instância máxima da Justiça do país, se apoderou de competências do Legislativo e retirou a imunidade de seus deputados. As medidas motivaram protestos da oposição e críticas da comunidade internacional. Neste sábado (1º), a página do TSJ na internet publicou um aclaratório em que "suprime" trechos de ambas as sentenças, entre elas a que conferia amplos poderes ao presidente Nicolás Maduro. Por um lado, reverteu a decisão de assumir as funções da Assembleia. Por outro, anulou os poderes que havia concedido a Maduro para revisar as leis sobre crime organizado e terrorismo.

 

 

Fonte: G1

Vinte e oito supostos toxicômanos e narcotraficantes morreram em enfrentamentos com a polícia nas Filipinas desde que o governo do presidente Rodrigo Duterte retomou há dez dias a campanha antidrogas com a promessa que seria "menos sangrenta". As vítimas foram mortas pelos agentes após supostamente resistirem à detenção em 979 operações policiais em todo o país desde o começo da operação Double Barrel Reloaded ("Duplo Canhão Recarregado") -nome da nova fase da campanha- até esta madrugada, indicou nesta sexta-feira (17) a Polícia Nacional em um relatório. Nos últimos dez dias, os policiais visitaram 55.087 domicílios e detiveram 1.577 suspeitos, segundo os dados oficiais. O documento especifica que 4.448 drogados e 231 traficantes se entregaram voluntariamente às autoridades desde que Ronald Rosa, diretor da Polícia Nacional e homem de confiança de Duterte, declarou o início da segunda fase da campanha no último dia 6. A nova etapa, iniciada após uma suspensão temporária de um mês, procura ser "menos sangrenta", segundo anunciou Rosa, que inclusive convidou a Igreja Católica a participar da supervisão das operações antidroga. A Anistia Internacional (AI) criticou nesta sexta-feira as 28 mortes e afirmou que "não se materializaram as reformas da polícia prometidas pelo presidente durante a suspensão por um mês das operações contra drogas no país". Duterte suspendeu temporariamente a campanha antidroga no final de janeiro para "limpar" a polícia de corrupção após uma primeira fase na qual houve mais de 7 mil mortos em sete meses, deles mais de 2,5 mil pelas mãos de agentes. A "guerra contra as drogas", que em sua primeira fase concedeu impunidade aos assassinatos de supostos traficantes e viciados, recebeu duras críticas de países e organizações internacionais por supostamente violar os direitos humanos da população.

 

 

 

Fonte: G1

Cerca de 110 pessoas morreram no sul da Somália nos últimos dois dias devido à fome e à diarreia resultantes de uma seca, disse o primeiro-ministro neste sábado (4), num momento em que a região se prepara para a escassez generalizada de alimentos. Em fevereiro, a agência da ONU para a infância (Unicef) disse que a seca na Somália pode levar a até 270 mil crianças sofrerem de desnutrição grave neste ano. "É uma situação difícil para os pastores e seu gado. Algumas pessoas foram atingidas pela fome e diarreia ao mesmo tempo. Nas últimas 48 horas, 110 pessoas morreram devido à fome e diarreia na região", disse o gabinete do primeiro-ministro, Hassan Ali Khaire, em um comunicado. "O governo da Somália fará o melhor que puder e exortamos todos os somalis onde quer que estejam a ajudar", disse ele no comunicado divulgado após uma reunião de um comitê de reação à fome. Em 2011, cerca de 260 mil pessoas morreram na Somália devido à fome.

 

 

Fonte: G1

Uma "revelação divina" fez com que uma nicaraguense de 25 anos fosse amarrada e queimada viva numa fogueira para ser "curada" em uma suposta tentativa de exorcismo. Vilma Trujillo, que sofreu queimaduras em 80% de seu corpo, não resistiu e morreu na terça-feira (28), depois de uma semana de agonia. A morte da jovem comoveu a Nicarágua. De acordo com a Polícia Nacional do país, a mulher foi levada para "uma oração de cura", no dia 15 de fevereiro, a um templo da igreja evangélica Visão Celestial das Assembleias de Deus, em El Cortezal, no noroeste do país. Vilma Trujillo teve os pés e mãos amarrados e ficou sob a supervisão do pastor da igreja, identificado por autoridades locais como Juan Gregorio Rocha - homem que a Assembleia de Deus nega reconhecer como pastor. Seis dias depois, em 21 de fevereiro, depois da meia-noite, Trujillo foi queimada na fogueira. Segundo a Polícia Nacional, a diaconisa da igreja, Esneyda del Socorro Orozco, havia ordenado que "por revelação divina, deveria ser feita uma fogueira no pátio do templo para curar a vítima por meio do fogo". Vilma Trujillo teria, então, sido lançada ao fogo com pés e mãos amarrados. A jovem sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus em 80% do corpo e, apesar de ter sido levada a um hospital em Manágua, a capital, acabou falecendo. 'Foi bruxaria' O marido da vítima, Reynaldo Peralta, afirmou que Vilma Trujillo, mãe de duas crianças, foi levada à força pelos integrantes da igreja. Eles a acusavam de ter tentado atacar pessoas com um facão. Para Peralta, a mulher não estava "possuída pelo demônio", mas havia sido vítima de um ato de "bruxaria". "Ela tomava um remédio dado por um homem que, pelo que fiquei sabendo agora da família dela, a havia estuprado. Desde que começou a tomar o remédio, mudou um pouco comigo", disse o marido ao jornal "La Prensa". Em sua defesa, Gregorio Rocha afirmou ao mesmo jornal que Trujillo caiu no fogo quando "o espírito do demônio saiu do corpo dela". Ele negou que alguém a tenha jogado na fogueira. Cinco detidos Até o momento, cinco pessoas já foram detidas por suspeita de terem participado do crime, entre eles o pastor Gregório Rocha e a diaconisa Esneyda Orozco. A morte de Vilma Trujillo causou comoção na Nicarágua, onde a proporção de católicos vem caindo há 20 anos - hoje são menos de 50% da população, enquanto que os evangélicos chegam a quase 40%. O porta-voz da Comissão de Direitos Humanos da Nicarágua, Pablo Cuevas, pediu ao governo um controle mais firme dos grupos religiosos no país. "É impressionante que, neste momento, isso aconteça. As autoridades precisam avaliar diferentes denominações e religiões. Não podemos deixar acontecer coisas como essas", afirmou Cuevas. A vice-presidente da Nicarágua, Rosario Murillo, lamentou a morte a morte da jovem e disse que o episódio é "condenável". "Com certeza reflete uma situação de atraso. É realmente lamentável, uma irmã sendo martirizada pelos membros de sua comunidade. É algo que não pode, não deve se repetir", disse Murillo à mídia local.

 

 

Fonte: G1

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