Internacionais

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O número de mortos no atentado lançado na terça-feira (28) por três terroristas suicidas no aeroporto de Istambul subiu para 45, após o falecimento neste sábado (2) de um menino jordaniano de quatro anos que havia sido ferido, informou a agência de notícias Dogan. O menino, identificado como Rayan Mohamed, morreu em um hospital de Istambul devido à gravidade de seus ferimentos, indicou a agência. O governo de Istambul, por sua vez, informou em um comunicado que 52 pessoas seguem internadas, 20 das quais estão em unidades de tratamento intensivo. As autoridades turcas informaram na quinta-feira (30) que entre os mortos havia 19 estrangeiros. O ataque de terça-feira foi o mais grave do ano e ainda não foi reivindicado. As autoridades turcas responsabilizaram o grupo Estado Islâmico (EI) pela ação. No processo de investigação, a polícia prendeu 24 pessoas em Istambul, entre elas 15 estrangeiros, de acordo com a agência de notícias do governo Anadolu. As autoridades afirmaram que os terroristas eram um russo, um uzbeque e um quirguiz. A agência Anadolu identificou como autores Rakim Bulgarov e Vadim Osmanov, sem precisar a nacionalidade de cada um deles. Os meios de comunicação turcos informaram que um checheno identificado como Akhmet Chatayev foi o comandante do atentado. Segundo o jornal Hürriyet, ele seria o chefe do EI em Istambul e também teria organizado os ataques perto da Taksim (em março) e Sultanahmet (janeiro), no coração de Istambul.

 

 

Fonte: G1

A polícia de Nova York (NYPD) enfeitou com as cores arco-íris um dos veículos que vão patrulhar a Parada Gay da cidade, que será realizada neste domingo (26). O carro, apresentado nesta quinta-feira (23), tem adesivos de corações e palavras como "orgulho", "igualdade" e "paz", além de uma frase de apoio às vítimas do massacre de Orlando. Até a placa da viatura ganhou letras e números nas cores do orgulho LGBT. A novidade gerou polêmica no Twitter. Enquanto alguns usuários elogiaram a iniciativa, outros afirmaram que se trata de um gasto de dinheiro desnecessário ou lembraram de episódios em que a polícia prendeu pessoas em marchas gays do passado.

 

 

Fonte: G1

O número de pessoas deslocadas por motivos de conflitos e perseguições em todo o mundo chegou a 65,3 milhões no final de 2015, de acordo com um relatório da ONU lançado nesta segunda-feira (20), dia em que é comemorado o Dia Mundial do Refugiado. Este total inclui refugiados, deslocados internos e requerentes de asilo. O número aumentou quase 10% em relação ao registrado em 2014, que foi de 59,5 milhões, e é considerado um recorde pela agência da ONU para Refugiados, o Acnur. 65,3 milhões de pessoas é mais do que a população do Reino Unido, da França ou da Itália, segundo os dados da ONU. Dos 65,3 milhões, a maioria de 40,8 milhões é de pessoas forçadas a sair de suas casas e que se deslocaram dentro de seus países, os chamados deslocados internos. Outros 21,3 milhões de pessoas fugiram para outros países, e são chamadas de refugiados. Além disso, 3,2 milhões são requerentes de asilo em países industrializados, ou seja, aguardam uma resposta sobre seu pedido de refúgio. 

O drama dos mais de 1 milhão de imigrantes que arriscam suas vidas para atravessar o Mar Mediterrâneo em direção à Europa, e a dificuldade do continente de lidar com a chegada em massa, chamou a atenção do mundo todo em 2015. No entanto, segundo o relatório, a grande maioria dos refugiados está em outros continentes. 86% dos refugiados sob o mandato do Acnur estão em países de renda média ou baixa, próximos às áreas de conflito. O índice chega a 90% do total de refugiados no mundo quando são incluídos os refugiados palestinos sob os cuidados da UNRWA, organização do Sistema ONU dedicada exclusivamente a esta população. Os países que mais recebem refugiados em todo o mundo são a Turquia, seguida do Paquistão e do Líbano. Já os países de onde mais saíram refugiados em 2015 foram a Síria (4,9 milhões), o Afeganistão (2,7 milhões) e a Somália (1,1 milhão).

Os países com maior número de deslocados internos são Colômbia (6,9 milhões), Síria (6,6 milhões) e Iraque (4,4 milhões). O Iêmen, em 2015, foi o país que mais ocasionou novos deslocados internos, que corresponderam a 2,5 milhões de pessoas, ou 9% de sua população. Em relação aos pedidos de refúgio, o número também quebrou recordes, de acordo com o Acnur. Apenas em 2015 foram registrados 2 milhões de novos pedidos de refúgio nos países industrializados. Com essas novas solicitações, 3,2 milhões de pedidos estavam pendentes de resposta no final do ano passado. O país que mais recebeu pedidos de refúgio foi a Alemanha, com 441,9 mil, o que segundo a agência da ONU, está ligado à sua postura de abertura aos refugiados que chegam à Europa após atravessar o Mar Mediterrâneo. Depois vieram os Estados Unidos, com 172 mil pedidos de refúgio, muitos feitos por pessoas que fogem de conflitos armados na América Central.

 

Fonte: G1

Grupo comemora 50 anos de carreira e 100 milhões de discos vendidos.
Eles passam por Rio e Fortaleza, mas show no Recife foi cancelado.

A banda de rock alemã Scorpions fará um terceiro show no Brasil. A apresentação será em 4 de setembro e foi marcada, segundo a produtora Time For Fun, "devido ao sucesso de vendas".
Os ingressos podem ser comprados a partir de sexta-feira (17) pelo site Tickets For Fun e pelos postos de venda.
Além deste novo show, o Scorpions mudou as datas da turnê pelo Brasil. Eles cancelaram o show que seria no Recife.
Agora, eles passam por São Paulo (Citibank Hall) nos dias 1º, 3 e 4 de setembro. Vão também até Fortaleza (CFO), no dia 8. Eles se despedem com show no Rio, no Metropolitan, em 10 de setembro.
A turnê comemora 50 anos de carreira da banda e os mais de 100 milhões de álbuns vendidos no mundo todo. As músicas mais conhecidas do Scorpions são "Wind of Change", "Still Loving You" e "Rock You Like a Hurricane".

 

Fonte: G1

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