Música

Música

Ao longo de quatro décadas de carreira, iniciada em meados da década de 1970 como integrante do grupo Vímana, Lobão sempre gravou álbuns com repertório autoral, dele próprio e/ou das bandas das quais fez parte. Contudo, o recém-lançado livro Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock (Leya, 2017) motivou o cantor, compositor e músico carioca a gravar o primeiro disco solo como intérprete, com abordagens de rocks da década de 1980. A julgar pelo livro, no qual Lobão explicita preferências por algumas bandas e cantores em evidência naquela época, é provável que o repertório deste 18º álbum do artista inclua composições de bandas como Camisa de Vênus, Gang 90 e Ultraje a Rigor, além de músicas dos cantores e compositores Cazuza (1958 – 1990) e Marina Lima. A ideia de Lobão é gravar o disco nos moldes do mais recente álbum do artista, O rigor e a misericórdia (2016), bom disco independente em que o polivalente músico toca todos os instrumentos e se autoproduz.

 

 

Fonte: G1

Gretchen será a estrela do clipe com as letras da canção "Swish swish", de Katy Perry. A brasileira divulgou um teaser do vídeo em sua conta oficial no Facebook (veja aqui). Segundo ela, a versão completa será lançada nesta segunda-feira (3) nas redes sociais da americana. "Foi lindo, eu me emocionei várias vezes", escreveu Gretchen na publicação. "Está aí, meus amores, o Teaser de um trabalho fantástico com a Diva do Pop Mundial Kate Perry!" "Swish swish" é uma parceria entre Perry e Nicki Minaj e foi lançada em maio pela cantora. A canção faz parte de seu disco mais recente, "Witness".

 

 

Fonte: G1

americano John Mayer fará shows em cinco capitais brasileiras em outubro deste ano. O próprio músico anunciou a passagem pelo país em suas páginas oficiais. Ele se apresentará em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro (veja, abaixo, o serviço dos shows do cantor no país). Mayer veio ao Brasil pela última vez em 2013, para tocar no Rock in Rio. O cantor ficou famoso no início dos anos 2000 com a música "Your body is a wonderland", de 2002, que lhe rendeu seu primeiro Grammy - ele ganhou o prêmio outras seis vezes. Com seu pop folk e country, emplacou ainda hits como "Gravity" e "Daughters". Os shows deste ano no Brasil fazem parte da turnê do disco "The search for everything", lançado neste ano. Primeira série de apresentações solo do músico desde 2014, ela traz canções solo acústicas, com o John Mayer Trio e com a banda completa do artista. São Paulo Quando: 18 de outubro Onde: Allianz Parque Ingressos: Venda a partir de 5 de junho no site Livepass, preços vão de R$ 120 a R$ 640 Belo Horizonte Quando: 20 de outubro Onde: Esplanada do Mineirão Ingressos: Venda a partir de 23 de junho no site Livepass, preços vão de R$ 120 a R$ 500 Curitiba Quando: 22 de outubro Onde: Pedreira Paulo Leminski Ingressos: Venda a partir de 6 de junho, preços vão de R$ 200 a R$ 1.000 Porto Alegre Quando: 24 de outubro Onde: Anfiteatro Beira Rio Ingressos: Venda a partir de 23 de junho no site Livepass, preços vão de R$ 115 a R$ 700 Rio de Janeiro Quando: 27 de outubro Onde: Jeunesse Arena Ingressos: Venda a partir de 22 de junho no site Livepass, preços vão de R$ 120 a R$ 590

 

 

Fonte: G1

Há algo em comum entre Luan Santana, Anitta, Simone e Simaria, Nego do Borel e Claudia Leite – e não estamos falando da capacidade de emplacar um hit atrás do outro. Todos eles, e mais um monte de nomes lucrativos do pop brasileiro, se renderam recentemente ao reggaeton, gênero que nasceu no Panamá e nos últimos anos atravessou o Canal rumo às paradas de sucessos no mundo todo. Hoje a sonoridade que ganhou as rádios e paradas de streaming tem pouco a ver com o reggae – embora o nome faça referência ao ritmo jamaicano. Menos ainda com o rap – o “ton” do reggaeton vem de maratón, concurso de rap caribenho. Mas, bem antes de chegar ao repertório de Drake, Justin Bieber, Rihanna e dos brasileiros, o gênero fez parte da cena underground latina.“Comparo o reggaeton hoje com o que foi, lá atrás, o funk carioca. Foi crescendo, ficando ‘chique’”, analisa o produtor uruguaio Augusto Cabrera, um dos principais responsáveis por trazer o gênero latino ao Brasil. Ele explica: De modão, Cabrera entende bem. Já trabalhou com nomes como Zezé di Camargo e Luciano, Leonardo e Eduardo Costa. É também o produtor responsável por “Loka”, um dos hits do verão deste ano, nas vozes de Simone, Simaria e Anitta. Ele conta ao G1 que Simaria o procurou numa jornada de produtor em produtor, em busca do reggaeton perfeito (leia-se: o mais rentável). “Ela estava ouvindo muito reggaeton puro, não estava encontrando o som internacional que procurava. Ela queria uma levada latina. Nada trivial, mais rádio mesmo, como o que a Shakira está fazendo agora”, lembra. “Montei a ideia em 30 minutos e ela pirou.” O público também. O clipe de “Loka” tem mais de 220 milhões de visualizações no YouTube e a música, lançada no início do ano, ainda está em todas as listas de mais ouvidas no streaming brasileiro. Luan Santana também emplacou “Acordando o prédio”, seu primeiro reggaeton. Para Cabrera, a estrutura da música latina tem tudo a ver com o sertanejo. Nada disso. É o funk o verdadeiro par perfeito, ao menos para Dennis DJ, um dos mais importantes nomes do gênero (produziu de “Cerol na mão”, sucesso do início dos anos 2000, a “Malandramente”, do ano passado). Ele incorporou o ritmo latino em “Eu gosto”, cantada por Claudia Leitte. “O reggaeton tem um beat mais baixo. Antes, eu não via uma maneira de encaixar isso no funk. Mas aí surgiu o rasteirinha [vertente de ‘Deu onda’, por exemplo], que também tem um beat caído. Casou certinho”, ele explica. E acrescenta que o momento tem a ver com uma mudança no gosto do público: Com o fortalecimento da mistura, criou-se até um termo para definir o funk com pegada reggaeton: é o "funketon". "Antes de 'Água na boca', eu não ouvia nenhum reggaeton nas rádios. Hoje é o tempo todo. Acho que as pessoas viram oportunidades e leques se abrindo na indústria latina", avalia Tati Zaqui, que depois de "Parara tibum" passou a se dedicar ao gênero. Ela se considera pioneira do "funketon". Estamos falando de música pop, e é claro que o reggaeton de Simone e Simaria, Claudia Leitte, Tati Zaqui e os colegas é diluído em um punhado de outras referências. É o "som internacional" buscado por Simaria para "Loka". Para citar um meme recente, dá para dizer que é o reggaeton "Nutella". "O que o povo faz não é bem reggaeton, é uma mistura sutil. Nos meus trabalhos, mantenho o violão sertanejo, troco a percussão, coloco até coisa de samba, pagode. Não é pedacinho por pedacinho, é mistura mesmo", explica Cabrera, que crítica os adeptos de fórmulas prontas, especialmente no sertanejo: Há no país quem faça um som mais próximo do que poderia ser o reggaeton "raiz". O duo Señores Cafetões já usou referências de funk, mas nos últimos anos tem se dedicado a um repertório mais puro. A dupla, formada por MC Sped e DJ Boka, é dona das famosas "Piriguete" e "Desce sobe", mas depois delas não conseguiu emplacar outros hits. Boka lamenta: Ao mesmo tempo em que eram esquecidos no Brasil depois de "Desce sobe", os Señores Cafetões bombavam o reggaeton brasileiro na Europa. A música "Ela quer dançar" levou a dupla a uma turnê de 45 shows por lá, em 2011. "Fomos para ficar duas semanas e acabamos ficando três meses. Foi um conto de fadas", lembra o DJ. O duo também passou por Bolívia, Uruguai e Paraguai. Enquanto isso, figurões brasileiros se esforçam para levar seu som para fora do país. Cabrera sabe bem, e dá a dica: "O que eu recebo hoje em dia de artista grande me perguntando o que fazer para ir para outros países da América Latina... Eles querem fazer reggaeton, mas isso todo mundo já faz lá. Tem que ter um diferencial. Tem que levar o Brasil para fora.

 

Fonte: G1

Joelma ainda não decolou na carreira solo e tem feito somente três shows por mês. A ex-mulher de Ximbinha cobra R$ 80 mil por cada apresentação, um valor bem abaixo da época em que cantava com o guitarrista, que culpou um pastor pelo fim do seu casamento com a cantora. Nos tempos de Calypso, a vocalista e o instrumentista subiam ao palco por valores que variavam entre R$ 300 mil e R$ 500 mil. A informação é da coluna "Retratos da Vida", do jornal "Extra", nesta sexta-feira (17). Com a agenda quase sem shows marcados, o empresário Pedro Mota deixou de vender as apresentações da cantora e atualmente é o responsável apenas pela parte artística. O escritório A3, de Fortaleza, é quem cuida, hoje em dia, após repasse de Pedro, da venda de shows de Joelma, que já teria demitido uma assessora pessoal. A próxima vez que a cantora vai subir no palco será no dia 31 em Brasília. Até lá, ela grava participações nos programas "Domingo Legal" e "Vai, Fernandinha" (Multishow). No dia seguinte, se apresenta em Goiânia e no dia 20 de abril, em Ipatinga (Minas Gerais). "É mais fácil emplacar Joelma em festivais com outros artistas do que em shows únicos. Ela ainda faz sucesso na mídia, tem muitos fãs pelo Brasil, mas não vende ingresso", apontou fonte da publicação. Com isso, a ex-mulher de Ximbinha tem tido dificuldade de manter sua equipe, que inclui músicos e bailarinos. Ao mesmo tempo, o instrumentista também estaria enfrentando dificuldades para vender seus shows, agora à frente da banda XCalypso. A cantora não está mais brigada com o pai, José Benhum Mendes, de quem apanhava quando criança, e para quem pediu perdão. "Meu pai bebia muito e era violento: agredia a minha mãe. E eu sofria muito (...). Fui eu quem ligou para ele pedindo perdão. Pedi muito a Deus para conseguir fazer isso", afirmou a vocalista que lançou seu primeiro DVD solo no final do ano passado reunindo nomes como Ivete Sangalo.

 

Fonte: MSN

Página 1 de 3

Notícias mais lidas

Quem Somos

A Radio Nocaute tem como principal meta, tocar os sucessos mais antigos em sua programação, não deixando é claro de tocar os sucessos da atualidade. Nossa programação é feita com 60% de músicas antigas. Trabalhamos com muito carinho para oferecer uma programação diferenciada aos nossos ouvintes.
Saiba mais

 

Nossa Newsletter

Cadastre-se e receba nossas novidades e promoções em seu e-mail!

Siga-nos pelo Facebook