Nacionais

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As fortes chuvas registradas entre a quinta-feira (20) e esta sexta-feira (21) provocaram transtornos para moradores da Zona da Mata e do Grande Recife, menos de dois meses após o temporal que tirou 55 mil pessoas de casa e deixou seis mortos no estado. De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), todas as cinco cidades que registraram os maiores volumes de precipitações nas últimas 12 horas estão na lista dos 27 municípios em situação de emergência desde maio deste ano. Ipojuca, na Região Metropolitana da capital, foi o município que registrou o maior volume de chuvas, com 110 milímetros, em 12 horas. Em 24 horas, a cidade acumulou 195 milímetros, o equivalente ao esperado para 21 dias, de acordo com a Apac. Além de Ipojuca, Escada contabilizou 84 milímetros, Sirinhaém registrou 59 milímetros, Ribeirão teve 54 milímetros e Rio Formoso notificou 53 milímetros. Todas essas cidades ficam na Mata Sul pernambucana. No bairro de Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, centenas de pessoas tiveram prejuízos por causa das chuvas. No local, moram cerca de 26 mil pessoas. Muita gente ficou ilhada, sem conseguir sair de casa, por causa do nível do Rio Jaboatão, que transbordou e fechou a entrada do bairro. No Recife, houve Defesa Civil registrou 46 solicitações da população para vistorias e colocações de lona. Houve a queda do muro de um condomínio, na rua Gastão Vidigal, na Várzea, Zona Oeste, um deslizamento de pequeno porte no Alto da Bica, em Nova Descoberta e o tombamento parcial de um muro de arrimo, no Córrego da Josélia, também em nova Descoberta. Todas as ocorrências sem vítimas. A Defesa Civil do Recife mantém um plantão permanente e pode ser acionada através do Fone 0800.081.3400. A ligação é gratuita e a Central de Atendimento funciona 24h. Por causa do temporal, o Rio Ipojuca transbordou e parte da PE-60 ficou tomada pela água, numa das principais vias de acesso e saída do município. O tráfego ficou complicado e os carros tiveram que voltar pela contramão. Durante a madrugada, o motorista de uma kombi não viu a rodovia alagada e perdeu o controle da direção. Ele acabou caindo dentro da água e teve o veículo submerso. Em Ribeirão, na Mata Sul do estado, uma ponte cedeu e moradores ficaram ilhados. A chuva também ocasionou o deslizamento de duas barreiras no bairro Bela Vista, atingindo ao menos três casas. Segundo moradores, ninguém ficou ferido. A Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco e o Corpo de Bombeiros estiveram no local, para cobrir as encostas com lonas de proteção e analisar os danos às casas. Segundo Ricardo Menezes, que mora perto das casas atingidas, os moradores ouviram o deslizamento e conseguiram sair do local a tempo. “Existe uma barreira atrás das casas e uma na frente. Ambas deslizaram. Na frente, há fios de alta tensão e estamos preocupados com possíveis acidentes. Quando os moradores ouviram o deslizamento, conseguiram sair e, felizmente, ninguém foi atingido”, disse Ricardo. Também em Ribeirão, a água voltou a invadir algumas casas que haviam sido atingidas durante o mês de maio. No bairro Ferroviária, às 5h desta sexta, moradores já haviam tirado os móveis de casa e ido para as casas de parentes e amigos. Também houve deslizamento de terra em Barreiros, também na Mata Sul. Em Gameleira, ruas ficaram alagadas e moradores também decidiram deixar as casas, com medo das enchentes. e acordo com o governo do estado, equipes da Operação Prontidão foram acionadas para dar assistência imediata aos municípios de Ribeirão, Cortês, Gameleira, Catende, Ipojuca, Cabo e Escada. Efetivos da Defesa Civil (Codecipe) e Corpo de Bombeiros estão nas localidades fazendo os atendimentos de emergência. A prioridade, segundo o governo, é a retirada das famílias das áreas de risco de desabamento de barreira para serem levadas a abrigos das prefeituras. A Codecipe está atendendo a população pelos telefones 199 e (81) 3181.2490.

 

 

Fonte: G1

oi feita na manhã deste domingo (2) a reconstituição da troca de tiros em uma casa de prostituição em Florianópolis que resultou na morte de dois delegados da Polícia Federal em 31 de maio. Participaram Nilton César de Souza Júnior, suspeito de trocar tiros com os delegados, e testemunhas que não querem ser identificadas, conforme a RBS TV. Também estavam no local, o delegado Ênio Matos, da Delegacia de Homicídios, o promotor Luis Fernando Pacheco e o Instituto Geral de Perícias (IGP). A reconstituição começou por volta das 9h e terminou às 11h. Nilton e as testemunhas não falaram com a imprensa. Segundo o delegado, a reconstituição foi um pedido feito pelo Ministério Público para esclarer alguns detalhes que não estavam claros do que pode ter acontecido naquela madrugada. O resultado deve ser entregue ao MP pelo IGP em 15 dias. O promotor disse que ainda faltam alguns depoimentos e que aguarda o resultado da perícia, principalmente a comparação balísitica, para concluir se a versão dos envolvidos é plausível, e então decidir se Nilton agiu em legítima defesa ou cometeu homicídio.

 

 

Fonte: G1

Um homem morreu enquanto pichava um prédio na Rua Rui Barbosa, na região central de São Paulo, na madrugada deste domingo (28). Segundo a Polícia Militar, na queda, a vítima caiu sobre fios de alta tensão. O homem era acompanhado por outros quatro rapazes que foram detidos e levados para o 78º DP, nos Jardins, onde assinariam um termo circunstanciado antes de serem liberados. O caso ocorreu no final da madrugada. A polícia recebeu o chamado sobre a queda às 5h33. Às 13h, ainda não tinham sido divulgadas outras informações sobre a identificação da vítima.

Uma doação inusitada chamou a atenção de um grupo de voluntárias do Bazar do Bem, evento beneficente que ocorre anualmente em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Durante a triagem das doações, uma das organizadoras encontrou, dentro de um par de botas, US$ 10 mil em dinheiro. Antes do brechó, são recolhidas doações de peças novas ou usadas, em bom estado, como roupas, calçados, acessórios, brinquedos, objetos de decoração e até móveis. No dia do evento, os itens são vendidos a preços bem acessíveis. Roupas, por exemplo, podem ser compradas de R$ 1 até R$ 50, no máximo. A renda é revertida para ações sociais na cidade. "Foi uma surpresa. A princípio achamos que era um bolo de papel amassado", conta ao G1 Zeli Dambros, uma das organizadoras do bazar. "Resolvemos ir atrás de quem fez a doação da bota, porque percebemos que havia algo errado, o dinheiro não parecia uma doação, porque parecia estar escondido ali", acrescenta. E de fato, estava. As voluntárias localizaram a dona da bota, que pediu para não ser identificada. O calçado foi encaminhado para a doação pela filha da mulher, que não sabia que a mãe guardava os dólares no sapato. "Ela disse que escondia o dinheiro ali porque já teve a casa assaltada várias vezes", explica a voluntária. O dinheiro já foi devolvido. "Tem gente que quer doar anonimamente, mas não era o caso", ressalta.

 

 

Fonte: G1

Os pacientes do Hospital Beneficente Doutor Bezerra de Menezes, em Mundo Novo, na região Sudoestes de Mato Grosso do Sul, a 458 quilômetros de Campo Grande, convivem com visitantes inusitados: macacos. Eles entram pelas janelas e ficam no mesmo ambiente que os pacientes. Alguns pacientes e familiares demonstraram preocupação com a possibilidade de transmissão de doenças. “Hospital cheio de macacos, enquanto a população clama por uma saúde digna”, afirmou uma mulher, que pediu para não ser identificada. “Infestação de macacos. É hospital, mas parece zoológico”. Mas a convivência com os humanos seria incentivada por outros pacientes. “Eles entram nos quartos porque tem gente que dá coisas para eles comerem”, explica uma funcionária. No hospital, a informação é de que os macacos pertencem ao dono da unidade, que mora ao lado. O Hospital Beneficente Doutor Bezerra de Menezes é o único hospital de Mundo Novo. Ele atende pacientes daquela cidade, das vizinhas Eldorado e Japorã e do Paraguai. A convivência entre animais e pacientes não é recente. De acordo com uma funcionária, há décadas os macacos fazem visitas regulares ao hospital. A unidade hospitalar existe há mais de 30 anos. Ainda segundo a mesma funcionária, o dono tem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para criar os bichos.

 

 

Fonte: G1

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