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A Polícia Federal em Pernambuco informou, na manhã desta sexta-feira (13), a prisão de um homem foragido da Justiça de dois estados e suspeito de liderar uma quadrilha de clonagem de cartões de crédito que agia em vários estados do Brasil. A captura ocorreu na quinta-feira (12), no Janga, em Paulista, no Grande Recife. A ação fez parte da ‘Operação Cartão Vermelho’, deflagrada em 2016. O objetivo era desarticular o grupo, apontado com o responsável por golpes de R$ 600 mil contra a Caixa Econômica Federal (CEF). O suspeito estava cumprindo pena no regime semiaberto no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. Tem extensa ficha criminal, de acordo com a Polícia Federal. Ele se diz comerciante e informa três datas e três locais de nascimento diferentes: uma no Rio Grande Norte e duas em Pernambuco. Ele foi preso diversas vezes por estelionato, em 2010. Chegou a ser condenado a um ano e quatro meses por roubo, no Rio Grande Norte. Em 2011, 2014 e 2015, foi preso pela Polícia Civil de Pernambuco. Em uma das ocasiões, tentava comprar 14 garrafas de whisky utilizando cartão clonado num supermercado da Zona Norte do Recife. Acabou sendo condenado a 3 anos e 6 meses de reclusão. Prisão Os agentes federais cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido pela 36ª Vara da Seção Judiciária de Pernambuco. O homem é suspeito de crimes de estelionato contra órgão público e associação criminosa. De acordo com a PF, por causa do alto grau de periculosidade, a prisão teve que ser feita com o apoio do Grupo de Pronta Intervenção e do Núcleo Especial de Polícia Marítima. Não houve resistência. Na casa do suspeito, os agentes federais encontraram R$ 4 mil, 4 cartões de crédito possivelmente clonados, oito chaves-mestras para abrir portas, um notebook, dois pen drives, um telefone celular, uma impressora, um monitor, 12 roteadores de internet, além de cinco caixas de transmissores de sinal de celular para TV. Ele também estava com uma caminhonete de luxo e placas de carro clonadas. O suspeito foi autuado por estelionato contra órgão público e associação criminosa. Caso seja condenado, pode pegar penas que variam de um a oito anos de reclusão. Ele passou por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, na área central do Recife. Encaminhado para audiência de custódia, teve a prisão confirmada. Em seguida, foi levado para o Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana. Em seu interrogatório o preso usou do seu direito constitucional de só falar em juízo, não dando detalhes sobre sua participação criminosa nos seus vários delitos. Cartão Vermelho A 'Operação Cartão Vermelho' investiga crimes praticados entre 2013 e 2014. Ao todo, 30 policiais federais foram distribuídos em cinco equipes e deram cumprimento na época a seis mandados em Paulista e Olinda, no Grande Recife. As investigações tiveram início no ano de 2014, a partir de uma informação enviada à Polícia Federal contendo relatos de uma empresa prestadora de serviço da Caixa Econômica Federal que gerenciava cartões de crédito. Segundo a denúncia, havia sido detectada uma grande incidência de clonagem de cartões de crédito na região metropolitana.

 

 

Fonte: G1

Ativistas LGBTT, integrantes do Sindicato dos Metroviários e religiosos realizaram um protesto em frente às catracas da estação Pedro II do Metrô, na região central de São Paulo, na tarde desta terça-feira (27). No local, na noite de Natal, o vendedor ambulante Luis Carlos Ruas foi espancado até a morte por dois homens ao tentar defender uma travesti vítima de discriminação. Entre outras reivindicações, o grupo de manifestantes pediu justiça e mais segurança nas estações de metrô da cidade. O Padre Julio Lancelotti estava entre eles e também sugeriu que a estação Pedro II, que compõe a Linha Vermelha, tenha o nome trocado para homenagear a vítima. "Na sexta-feira pretendemos formalizar essa proposta de que essa estação possa se chamar Luis Carlos Ruas", explicou o sacerdote. Por meio de nota, o Metrô informou que, no momento da agressão, "agentes de segurança faziam rondas nas estações vizinhas e foram acionados pelo Centro de Controle da Segurança". A estação Pedro II, onde o crime ocorreu, fica entre as estações Sé e Brás, na Linha 1-Vermelha do Metrô. "O deslocamento das equipes levou seis minutos, momento em que a vítima começou a receber os primeiros-socorros", diz a nota. Os agressores continuavam foragidos até a publicação desta reportagem. A polícia identificou os suspeitos Alípio Rogério Belo dos Santos e Ricardo Nascimento Martins, que tiveram a prisão temporário decretada pela Justiça. As cenas de agressão foram gravadas pelas câmeras da estação Pedro II, no Centro da capital paulista. As imagens começam com a perseguição a uma travesti, que passa por baixo da catraca, corre, seguida por rapazes com camisetas pretas e bermudas brancas. Ela conseguiu escapar. Em seguida, quem aparece fugindo dos agressores é o vendedor ambulante. Ele cai e é espancado com socos e pontapés. Ruas, que era mais conhecido como Índio, morreu no hospital e terá o corpo velado na tarde desta terça, no Cemitério Jardim Vale da Paz, em Diadema, na Grande São Paulo. Ele trabalhava há mais de 20 anos na saída de uma passarela para pedestres do lado de fora da Estação Pedro II. Na manifestação desta terça-feira, o padre Julio Lancelotti estava acompanhado de outros colegas de batina e prometeu participar de um novo ato marcado pela comunidade LGBTT para a próxima sexta-feira, às 15h, no mesmo local. "Nossa presença é no sentido de mostrar nossa solidariedade e a indignação com a forma que a discriminação e o preconceito destroem vidas", afirmou. A vereadora reeleita pelo PPS Soninha Francine, futura secretária de Desenvolvimento Social da gestão do prefeito eleito João Doria também participou do ato. "A gente não pode deixar que as pessoas se acostumem com a notícia e esqueçam. Infelizmente, é uma coisa que acontece com casos de violência. Daqui a pouco eles são substituídos por outros. A gente precisa manter aceso esse horror. Parece algo meio sádico, mas as pessoas não podem se acostumar e esquecer", disse. Soninha disse que quando assumir a pasta vai combater o que chamou de "aversão" existente aos moradores de rua e homossexuais. Segundo ela, os grupos estão entre os principais alvos de violência.

 

Fonte: G1

Os deputados estaduais do Paraná liberaram a visita de animais de estimação em hospitais. A votação ocorreu na sessão desta quarta-feira (23) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em Curitiba. A decisão do Legislativo derrubou um veto de Executivo. Trinta e dois deputados votaram contra o veto e sete a favor. O projeto de lei do deputado Hussein Bakri (PSD) permite a visita de animais domésticos e de estimação em hospitais privados, públicos contratados, conveniados e cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS) instalados no estado. O Governo do Paraná havia proibido as visitas por considerar que a humanização da Saúde é um processo contínuo e que as insitituições da Saúde seriam afetadas nas normas de vigilância sanitária e nos custos. Entretanto, Hussein Bakri justificou que a atividade terapêutica acompanhada por animais está dentro das práticas humanizadas incentivadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A proposta prevê que cada estabelecimento médico crie normas para a entrada dos animais de estimação para a visitação dos pacientes. Cachorros devem usar coleira e, quando necessário, enforcador e focinheira. Além disso, a vacinação atualizada e a higienização vão ser exigidas. A partir de agora, o projeto retoma ao Executivo para ser promulgado. Caso o governador Beto Richa (PSDB) se recuse a fazê-lo, a proposta volta para a Alep, sendo a promulgação feita pelo presidente da Casa, o deputado Ademar Traiano (PSDB), de acordo com a Assembleia.

 

 

Fonte: G1

“Morrer seria um alívio”. O desabafo é do carpinteiro Manoel de Oliveira, de 58 anos, que sofre com a perda de memória recente. Em Bujari, a 22 km de Rio Branco, onde foi acolhido por uma família há 10 anos, todos o conhecem como “Seu Bagdá” ou “poeta sem chance”. Entre os esquecimentos e alguns lapsos de consciência, Oliveira não consegue lembrar de algumas coisas mais recentes. Ele não sabe onde está e nem como foi parar no Acre. Devido ao problema, é difícil saber a cronologia da história do aposentado. As poucas coisas de que lembra são os nomes das três filhas, o endereço onde morava em São Paulo e que morou em Bagdá durante um tempo enquanto exercia o trabalho de carpinteiro para uma empresa do Brasil. Por isso, foi apelidado com o nome da cidade. As memórias mais antigas não são problema para o poeta. Ele conta que estudou somente até a 4ª série e que aprendeu a falar três línguas - inglês, árabe e espanhol - através de suas andanças pelo mundo. "O corpo está bom para trabalhar, o problema está na cabeça. Nem sei quanto tempo estou sem trabalhar. Na verdade, nem sei onde estou. Eu sei o que está acontecendo agora, depois o passado se apaga”, explica. 

Apaixonado por poesia, o aposentado se diz repentista e gosta de, no improviso, declamar versos. O diretor do Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), o psiquiatra Marcos Araripe, explica que é preciso uma avaliação para confirmar o diagnóstico da doença com ressonância magnética do crânio e exame laboratorial. Mas, destaca que há duas possibilidades. “Existem duas doenças que causam esses sintomas. O Alzheimer, que se caracteriza com o quadro da perda da memória recente e lembra de fatos passados ou a demência devido ao abuso do álcool. O tratamento é medicamentoso”, explica.

Sem documentos, Oliveira foi acolhido por uma família há cerca de 10 anos. A dona de casa Maria das Dores, de 64 anos, conta que o conhecido Bagdá e seu marido trabalharam juntos em uma fazenda em Assis Brasil. Eles conhecem o aposentado há cerca de 15 anos, segundo a dona de casa. “O Manoel era bom e trabalhava de peão com o meu marido. Eles faziam tudo na fazenda. Mas, ele sempre gostou de tomar cachaça. Às vezes, quando bebia muito, ele desaparecia e a gente ia procurá-lo. Mas, ele era bonzinho”, conta. 

Neste momento, Oliveira interrompe e, bem humorado, corrige a amiga que o acolheu. “Eu ainda sou bom, a memória é que é falha”, brinca. Maria das Dores conta que após uma temporada em Assis Brasil, o marido decidiu ir morar em Boca do Acre (AM) e perdeu o contato com Oliveira. “A gente sabia que ele tinha sido internado em um centro de reabilitação por conta da bebida. Mas, ele fugiu”, relembra. Ao chegar em Boca do Acre, Oliveira também passou um tempo na Vila Céu do Mapiá, uma comunidade daimista que fica na divisa entre os municípios de Boca do Acre e do Pauini, no Amazonas. A comunidade recebe a visita de muitos estrangeiros e, segundo a dona de casa, Oliveira ajudava como tradutor. Até que um dia, Maria das Dores e o marido descobriram que o carpinteiro estava perdido e alegava não saber mais onde estava. “Um dia, o filho do meu marido estava passando por um local e encontrou o Manoel dizendo que não sabia onde estava. Mas, ele lembrava do meu marido”, revela.

Nesse mesmo dia, a dona de casa e o marido resolveram “adotar” o aposentando, mas acreditavam que a perda de memória seria passageira. “A gente achava que seria um lapso e, como meu marido o tinha como irmão, pediu que a gente cuidasse dele. Mas, até hoje ele está com a gente e não consegue lembrar de nada”, lamenta.

A história do conhecido “Seu Bagdá” ou “poeta sem chance” ganhou repercussão quando o policial militar Joabes Guedes postou uma prévia da história em seu perfil no Facebook. A postagem teve quase 200 compartilhamentos. “Vez ou outra ele dorme no banco do posto da PM e o levamos para casa”, conta. Porém, a procura pela família de Oliveira é mais antiga. Morando em uma cidade com pouco mais de 8 mil habitantes, o poeta é velho conhecido dos moradores. E foi há dois meses que Natalina Lima, na época secretária de assistente social da cidade, iniciou as buscas pela família de Oliveira. Ela gravou um vídeo onde ele falava as poucas coisas que lembrava, como o endereço, nome da ex-mulher e das três filhas. Natalina entrou em contato com o Centro de Referência da Assistência Social da prefeitura de São Paulo e obteve a resposta do que procurava nesta quarta-feira (16), mesma data em que a história de “Bagdá” foi publicada no Facebook. “Em setembro mandei e-mail e a primeira resposta foi que não tinha encontrado ninguém. Já neste segundo e-mail, me passaram o relatório completo com os nomes das filhas e os contatos”, explica. Oliveira para por muitas vezes e se concentra em cada frase. E parece tentar força a memória para lembrar de algo. Ao final, sempre completa: “É uma situação mesquinha que não desejo para ninguém”, destaca.

Andarilho pelas ruas de Bujari, Olivera conta que gosta de andar para ver se “as coisas se encaixam”. Das filhas, ele tem a lembrança de todas pequenas. A história concreta do carpinteiro foi um mistério até mesmo para o casal que o acolheu por uma década. Parte da história pôde ser revelada pela ex-mulher do aposentando. Maria Aparecida tem 49 anos e conta que Oliveira sempre teve problemas com o álcool. “Ele bebia muito e, com três filhas pequenas, acabei separando dele. Foi quando ele foi embora com um amigo dizendo que iria para um garimpo”, conta. O único documento que o carpinteiro tem hoje é uma folha com alguns dados dele que foi tirada na Polícia Civil em 2004 para que ele pudesse receber a aposentadoria. Nem ele mesmo sabe o que aconteceu com os documentos. 

Maria Aparecida diz que ainda é casada no papel com o aposentado. Durante esses quase 30 anos sem ter notícias de Oliveira, ela revela que sempre foi cobrada pelas três filhas para saber onde o pai estava. “Eu perguntava para os irmãos dele, mas foram quase 30 anos sem saber notícias”, 

O desafio agora, após a procura pelo pai, é achar uma forma de levá-lo até São Paulo. As filhas do aposentando são humildes e ainda buscam uma forma de revê-lo. “A gente não tem condições financeiras. Mas, todos esses anos foram marcados por uma sensação muito ruim porque, para mim e para minhas irmãs, ele estava morto. Não vejo a hora de ver meu pai e agora os dias passam como se fossem anos. Tudo que a gente quer é trazer ele para podermos cuidar melhor e recuperar o tempo perdido”, finaliza.

 

 

Fonte: G1

 

Um avião de carga fez um pouso forçado na pista do Aeroporto Internacional do Recife/Gilberto Freyre, no início da manhã desta sexta-feira (21). A aeronave teve um problema técnico no trem de aterrissagem. De acordo com a Infraero, a písta ficou fechada por cerca de 40 minutos para pousos e decolagens. O fato aconteceu por volta das 6h30. As informações foram confirmadas pela torre de controle. A empresa que gerencia o terminal aeroportuário também informou que por volta das 7h10 a pista foi liberada. A Infraero acompanha a retirada da aeronave. O avião partiu de Guarulhos, São Paulo. É um avião de carga postal. Três tripulantes estavam a bordo e não houve feridos. Sobre as causas do acidente, a Infraero informou que vai aguardar o resultado da perícia. Uma nota oficial será divulgada ainda nesta sexta-feira.

 

 

Fonte: G1

 

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