Nacionais

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Um jovem de 21 anos foi morto, após uma ação da PM no bairro Andorinhas, em Vitória, na madrugada deste domingo (9). Revoltados, moradores alegaram que o rapaz estava desarmado e não ofereceu resistência, e foi morto com um tiro nas costas pelos policiais. Os moradores decidiram fechar a Ponte da Passagem durante a manhã como forma de protesto. Eles prometem retornar ao local durante a tarde. Procurada pelo G1, a Polícia militar informou, em nota, que, "durante o patrulhamento do Grupo de Apoio Operacional (GAO), os policiais se depararam com um indivíduo, portando arma de fogo, que efetuou disparos contra os PMs. Os policiais revidaram a injusta agressão e atingiram o suspeito, que foi a óbito." De acordo com moradores, policiais do GAO entraram no bairro atirando, por volta das 2h. Muitas pessoas estavam na rua bebendo e lanchando, quando, segundo eles, a viatura do GAO chegou na contramão, pela rua Nestor Pedro, e se deparou com um grupo de amigos que estava bebendo na Leitão da Silva. Tiros foram disparados e houve correria. Uma das pessoas que correu é Rafael Moraes da Silva, auxiliar de refrigeração. Ele seguiu até o beco Hugo Abílio Rico, onde foi cercado por policiais e, segundo moradores do beco, se rendeu e deitou no chão. Nesse momento, policiais se aproximaram e deram dois tiros nas costas. PMs arrastaram Rafael até o veículo onde ele foi colocado. Cerca de 30 minutos depois, chegaram ao Hospital São Lucas. A mãe dele, uma diarista de 43 anos, contou que o filho já teve passagem na polícia, quando era menor, por tráfico de drogas, mas que era um rapaz tranquilo e estava trabalhando como auxiliar de refrigeração. Ele teria ido ao bairro para visitar a namorada. Por volta das 6h, moradores fizeram um protesto na Ponte da Passagem, fechando as duas vias. Eles deixaram o local após serem dispersados pela polícia. No relatório da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), consta que policiais foram surpreendidos por tiros ao entrar no bairro e revidaram. Os policiais disseram que, com Rafael, foi apreendida uma pistola .40, cuja numeração bate com a de uma pistola roubada de um policial civil em São Torquato, Vila Velha.

 

 

Fonte: G1

A Justiça do Distrito Federal condenou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa a indenizar o jornalista Felipe Recondo, por supostas ofensas proferidas em 2013. A decisão atende a um recurso do jornalista, mas Barbosa ainda pode recorrer no Tribunal de Justiça do DF. A indenização por danos morais foi fixada em R$ 20 mil. A assessoria de Barbosa também disse que não vai comentar o assunto, e não informou se pretende recorrer da decisão. Em março de 2013, Barbosa saía de reunião do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) quando foi abordado por Recondo – à época, repórter do jornal "O Estado de S. Paulo". O jornalista começou a fazer uma pergunta, e foi respondido com rispidez por Barbosa. "Me deixa em paz, rapaz. Me deixa em paz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre. [...] Estou pedindo, me deixe em paz. Já disse várias vezes ao senhor. [...] Eu não tenho nada a lhe dizer. Não quero nem saber do que o senhor está tratando", disse. A resposta foi gravada em áudio e em vídeo. Na primeira decisão, emitida anteriormente pela 4ª Turma Cível, o pedido de indenização tinha sido considerado improcedente. No julgamento desta quinta, 3 dos 5 desembargadores votaram a favor da indenização por danos morais. Durante o julgamento, um dos desembargadores do TJ do DF levantou uma questão preliminar, indicando que o jornalista deveria processar a União porque o ministro, no momento do confronto, agia como presidente do STF. A proposta foi rejeitada pela 4ª Turma Cível.

 

Fonte: G1

 

Um homem de 68 anos que foi dado como morto pelo hospital da Zona Norte de Londrina, no norte do Paraná, voltou a respirar enquanto o corpo era preparado para o velório. De acordo com a Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf), a morte foi informada pelo hospital às 16h20 de quinta-feira (22), e por volta das 19h a preparadora de cadáver notou que o homem estava respirando. “Assim que o hospital ligou informando sobre o óbito pedimos se a declaração de óbito estava preenchida e se o corpo estava no necrotério. Com a confirmação, uma equipe foi até a instituição e recolheu o corpo, com a declaração de óbito devidamente preenchida. Na Acesf, a família reconheceu o corpo e entregou a documentação necessária para o velório e enterro”, explica o superintendente da Acesf, Ademir Gervásio. Ainda segundo o superintendente, após a família escolher os locais de velório e sepultamento, a servidora que prepara os cadáveres começou a cortar a barba do homem. Gervásio conta que foi nesse momento que a funcionária percebeu que o abdômen do homem estava mexendo. “A servidora percebeu o movimento do abdômen por repetidas vezes, e como isso indica possíveis sinais vitais, chamamos o Serviço de Atendimento Médico de Urgência [Samu] que realizou alguns procedimentos. Após a constatação de que o homem estava vivo, o Samu o levou para outro hospital”, diz o superintendente da Acesf. O homem foi levado ao hospital Santa Casa de Londrina. Nesta sexta-feira (23), o hospital informou que o ‘paciente da Acesf' está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva do hospital. Conforme a instituição, o homem está inconsciente, respirando por aparelhos. Hipotérmico, ele é mantido aquecido com uma manta térmica e soro fisiológico aquecido. A Santa Casa informou ainda que o paciente deu entrada por volta das 21h12 de quinta. A família do paciente registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Homicídios contra o hospital da Zona Norte na manhã desta sexta. O diretor-geral do hospital, Luiz Koury, explicou que o óbito do paciente foi constatado por equipe de enfermagem capacitada e pelos médicos do hospital após o homem ter uma parada cardiorrespiratória. "Assim que a enfermagem considera que não tem mais condições de reanimar o paciente, os médicos são chamados para tentar reanimar. A morte só é constatada quando a equipe de enfermagem e os médicos notam que não há mais condições de reanimação, o paciente não reage mais. Foi o que aconteceu com esse paciente. Após todas os procedimentos de reanimação não surtirem efeito, o óbito foi confirmado", diz Koury. O diretor-geral da instituição explicou que o homem foi internado no hospital com quadro de pneumonia que evoluiu para uma infecção generalizada. Ainda conforme o hospital, o homem sofreu quatro paradas cardiorrespiratórias na quarta-feira (21), mas foi reanimado em todas elas. No entanto, na quinta-feira o coração não voltou a bater durante os procedimentos realizados. "A equipe de enfermagem que prepara o corpo no necrotério do hospital não notou que o homem apresentava sinais vitais e nem os funcionários da Acesf que foram buscar o corpo perceberam nada de diferente. É um caso impressionante e raro", detalhou o diretor-geral do hospital da Zona Norte. Luiz Koury explicou que para isso ter ocorrido há duas possibilidades. A primeira é o paciente ter histórico de catalepsia, que é um distúrbio do sono - a pessoa entra em sono profundo sem movimentos e com batimentos cardíacos e respiração praticamente imperceptíveis -, e a segunda é a ocorrência da Síndrome de Lázaro. Essa síndrome se manifesta em pacientes nos quais, após a realização de diversas tentativas de reanimação, o coração para de bater. Horas depois, por um motivo ainda desconhecido, o coração volta a bater. "Acreditamos que tenha ocorrido essa síndrome, mas infelizmente não temos como comprovar. E se foi isso que aconteceu, será um caso extremamente raro, apenas 35 casos foram constatados no mundo", pontua Luiz Koury.

 

 

Fonte: G1

Nesta quinta-feira (15), Domingos Montagner gravou cenas de "Velho Chico" na parte da manhã, em Canindé de São Francisco (SE). Após o término da gravação da novela da TV Globo, o ator paulistano almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio. Durante o mergulho, ele não voltou à superfície. Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente as buscas pelo ator. A atriz, um motorista e outra testemunha prestaram depoimento, segundo a delegacia de Canindé de São Francisco. Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região estão ajudando nas buscas, mas até o momento o ator continua desaparecido. Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL). Montagner tem 54 anos e começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Além de "Velho Chico", ele já atuou em produções como o seriado "Força Tarefa", seu primeiro papel na Globo, e "Cordel Encantado", sua estreia em novelas. O Governo de Sergipe divulgou a seguinte nota oficial: "O Governo do Estado de Sergipe informa que, desde que foi acionado com relação ao desaparecimento do ator Domingos Montagner, equipes das Secretarias de Estado da Segurança Pública e de Saúde foram mobilizadas no trabalho de resgate do ator. Ele desapareceu na tarde desta quinta-feira, 15, enquanto nadava no rio São Francisco, no município de Canindé do São Francisco, região do sertão sergipano. Uma ação integrada entre Corpo de Bombeiros, Polícias Civil e Militar, Grupamento Tático Aéreo (GTA), composta por um helicóptero e um avião bimotor, além de uma equipe de mergulhadores realizam as buscas pelo ator. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192 Sergipe) está no local para garantir os primeiros socorros com uma Unidade de Suporte Básico e uma de Suporte Avançado. Ao todo, estão mobilizados 50 profissionais da Segurança e Saúde. Por enquanto, não há alteração nas informações sobre o desaparecimento. As equipes de busca estão no local e as informações serão atualizadas assim que confirmadas pelos profissionais de Segurança e Saúde do Governo de Sergipe."

 

 

Fonte: G1

Apaixonada por animais e comunicação, a estudante de relações públicas Alice Zanin, de 21 anos, uniu causa e dom em uma iniciativa que atende dezenas de cães abandonados na Região Metropolitana de Porto Alegre. Em oito anos de arrecadações, ela estima que já colaborou na doação de pelo menos 1,5 tonelada de ração. A primeira doação foi motivada por um evento no Facebook, que fazia parte de uma campanha voltada para animais abandonados. Alice tinha 13 anos na época e, desde então, contribui periodicamente: "Amei a ideia e comentei com alguns amigos e até com meu professor do curso de inglês, que eu fazia. Todos eles doaram e eu entreguei as arrecadações diretamente para a responsável do projeto. Desde aquele dia, não parei mais de ajudar". Para incentivar mais doações, Alice, que mora em Porto Alegre, conversa pessoalmente com seus amigos e conhecidos, pois, dessa forma, muitos deles se únem a causa. Outro fator que favorece as doações está no baixo valor do pedido, e por ela se responsabilzar a comprar os pacotes de ração. "Com o tempo, consegui uma confiança e reconhecimento muito legal das pessoas. Até quem não é próximo me dá dinheiro sem preocupação. Mas sempre posto uma foto nas minhas redes socias, e marco os doares para agradecer", explica. A jovem arrecada em média 200 kg de ração a cada doação que organiza. No final de 2014, Alice lembra que conseguiu acumular 261 kgs. Foi a sua maior arrecadação. A estudante de administração Karen Romero e o namorado Bruno Bulso estão entre os amigos doadores. "Cada vez que a Alice compartilhava alguma campanha nem pensávamos duas vezes, sempre doávamos. Mas como ainda somos estudantes, contribuímos com o que dá. Tentamos sempre doar no mínimo uns R$ 20", conta Karen, falando que a praticidade é um incentivo: "Nós optamos por doar para ela, porque entregamos a doação sempre direto na PUC [Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul], daí levar ração não teria como". Além de ração para os pets, Alice também já organizou arrecadações para creches, escolas e asilos: "Na época do colégio movimentei diversas turmas para todas pegarem cartinhas das crianças dos correios. Eu mesma fui, escolhi quase 100, recebi todos presentes dos alunos e fui entregar no Cais depois. No Natal, na Páscoa e no Dia das Crianças, costumo arrecadar presentes e fazer alguma festinha para escolas, residências infantis ou creches. Fora de datas comemorativas, tem alguns asilos que gosto muito de levar doações e passar um tempinho por lá". Alice diz que o seu objetivo é ser uma ponte para as pessoas próximas, pois nota que muitas querem contribuir, mas não sabem como, nem para quem, nem para onde: "Tento sempre movimenar todo mundo que conheço, pois de pouquinho em pouquinho, fazemos muito. Esse frase é meu lema".

 

 

Fonte:  G1

 

 

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