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Glenda Kozlowski será a primeira mulher narradora da Globo nos Jogos Olímpicos. E, para sua estreia, a jornalista tem feito uma imersão no mundo da ginástica, competição que irá trabalhar no evento do Rio de Janeiro, no mês de agosto. “(Estou) Estudando muito, lendo, conversando com atletas, técnicos, assistindo às competições. Não existe outra forma de se preparar a não ser estudando. Estou fazendo também uma imersão, vou aos treinos, converso com todos envolvidos. A minha bagagem como repórter está me ajudando muito", disse ao UOL Esporte. A apresentadora do Esporte Espetacular falou que foi uma surpresa o convite da Globo para narrar as competições durante os Jogos do Rio de Janeiro. “Foi uma surpresa gostosa e desafiadora. Foi maravilhoso depois de 20 anos de casa receber um desafio como esse e me colocar à prova de novo”, completou. Glenda também comentou sobre o fato de ser a primeira mulher a ter espaço como narradora na Globo. “Acho que é uma evolução natural. E encaro isso como uma oportunidade muito bacana. A Globo é sempre aberta a novas propostas e ideias. Durante os 20 anos em que trabalho na emissora, sempre tive várias oportunidades para aprimorar e aprender novas coisas".

 

 

Fonte:  Uol

Um homem tirou toda a roupa depois de ter sido impedido por um segurança de entrar em uma agência bancária de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O caso ocorreu no dia 14 e foi registrado por meio de um vídeo feito com um telefone celular e se espalhou pela internet durante esta semana. Em nota, a assessoria de imprensa do banco Itaú Unibanco informou que o segurança foi afastado. Nas imagens, o homem aparece bastante revoltado e já nu na porta do Banco Itaú, da Vila Portes. É possível ouvi-lo reclamando com o segurança. “Já deu? Você não falou para tirar a roupa, cara? Você falou para tirar a roupa para entrar. O cara mandou, eu falo. Não sou moleque, não. Não sou criança. Tá a tua voz ali, cara. Não tenho vergonha de tirar a roupa, não. Tu me desrespeitou, cidadão. Sou um cara sério”, diz enquanto outras pessoas o apoiam na atitude. A sequência não mostra se o cliente entrou na agência depois. Por meio de nota, o banco disse ainda que lamenta o ocorrido e que está analisando o caso. “O Itaú Unibanco, acima de tudo, preza pelo bem-estar e a segurança de colaboradores e clientes e lamenta qualquer constrangimento causado ao cliente na última quinta-feira. O banco informa que o segurança foi afastado e que o caso está sob avaliação interna.” 

 

 

Fonte:  G1

 

A Receita Federal do Aeroporto Internacional de Viracopos de Campinas (SP) fará um leilão eletrônico de cargas apreendidas e abandonadas na quarta-feira (27). Ao todo, serão colocados à venda 65 lotes e entre as mercadorias está novamente o avião Cessna Citation X, que têm lance mínimo de R$ 13 milhões. Na última edição do pregão, a aeronave "encalhou" porque nenhum comprador ofereceu este valor. A aeronave pertencia a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e foi apreendida por falta de documentação em 2012. Além do avião, fazem parte do leilão produtos como videogames, instrumentos musicais, componentes eletrônicos e discos de vinil. A visitação dos produtos pode ser feita até sexta-feira (22), no Terminal de Perdimento de Viracopos, das 9h às 12h e das 13h às 16h. No entanto, é necessário o agendamento prévio pelo telefone (19) 3725-6866. Podem participar do leião tanto pessoas físicas quanto jurídicas. As propostas para os lotes vão até terça-feira (26). Confira a relação de mercadorias no edital no site da Receita Federal. Leilão eletrônico da Receita Federal Quando: quarta-feira (27) Visitação dos lotes: até sexta-feira (22) no Aeroporto Internacional de Viracopos – Terminal de Perdimento - Rodovia Santos Dumont, km 66 – Campinas/SP Horário: 9h às 12h e das 13h às 16h Telefone: (19) 3725-6866

 

 

Fonte:  G1

O Senado aprovou nesta quarta-feira (13) o texto-base do projeto de lei que altera o Código de Processo Penal para determinar o prazo máximo de 24 horas para que a autoridade policial apresente uma pessoa presa em flagrante a um juiz, para as chamadas “audiências de custódia”. Os senadores ainda precisam analisar os destaques – sugestões de alterações ao texto – para que a matéria seja encaminhada à Câmara dos Deputados. A análise dos destaques acontecerá, no entanto, só em agosto, após o recesso parlamentar. Na prática, o procedimento da audiência em custódia – em que o juiz avalia se a pessoa deve ficar presa ou responder em liberdade – já vinha sendo adotado nas unidades da federação após determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O Tribunal de Justiça de São Paulo foi um dos primeiros a adotar esse prazo. A norma chegou a ser questionada pela Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), que argumentou que o procedimento só poderia ser adotado por lei federal. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou a ação da Adepol e considerou a norma constitucional. Na justificativa, o autor da proposta, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), diz que o projeto tem por finalidade “resguardar” a integridade física e psíquica da pessoa presa em flagrante. Ainda segundo Valadares, “a prática mundial vai nesse sentido". "A Alemanha determina que o preso seja apresentado no dia seguinte à prisão. Constituições mais modernas, como da África do Sul, preveem medidas idênticas”, afirma o senador na justificativa da proposta.

 

 

Fonte:  G1

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sérgio Moro para que ele determine ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que se manifeste sobre a propriedade de bens apreendidos num cofre do Banco do Brasil na 24ª fase da Operação Lava Jato. Os procuradores pedem que o juiz dê prazo de cinco dias para Lula indicar a data e a circunstância em que ganhou cada item. O juiz Sérgio Moro já havia atendido a pedido semelhante do MPF no mês de março, antes de a investigação ser suspensa e remetida ao Supremo Tribunal Federal (STF). Com o retorno dos autos para a primeira instância, o MPF pediu para que Moro intime novamente Lula a apresentar os esclarecimentos sobre a posse dos bens. Em nota, o Instituto Lula afirmou que não há ilegalidades nos fatos apontados pelo MPF, e que o juiz Sérgio Moro deve antes se manifestar sobre o pedido da defesa do ex-presidente para que ele se declare impedido de atuar no caso. (Leia a íntegra abaixo) Os procuradores destacam que a defesa, embora tenha manifestado interesse em prestar esclarecimentos, ainda não o havia feito. Em petição do dia 28 de março, a defesa de Lula pediu mais prazo para apresentar os esclarecimentos. "Diante da complexidade do pedido (...), requer a defesa a concessão de novo prazo de 5 (cinco) dias para juntada dos documentos necessários para atender à determinação do MPF", afirmaram à época os advogados. Até a publicação desta reportagem o juiz não havia se manifestado sobre o pedido da nova intimação. Os bens citados foram retirados do Palácio do Planalto pelo ex-presidente e guardados em um cofre da Agência Líbero Badaró do Banco do Brasil, em São Paulo, por cinco anos sem qualquer custo. A informação foi prestada pelo gerente do banco, quando a Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de busca e apreensão no local, durante a 24ª fase da Operação Lava Jato. Entre os itens estão moedas de ouro, medalhas, esculturas e até uma espada e uma adaga. Tudo está acondicionado em 23 caixas de papelão e em uma caixa maior de madeira. Nas caixas de papelão, há inscrições com o nome da transportadora Granero. A PF investiga indícios de que o transporte e armazenagem dos bens de Lula ao sair da Presidência tenham sido pagos por empreiteiras investigadas na Lava Jato como forma de compensação pelos negócios fechados com a Petrobras. À época da apreensão, a assessoria de imprensa do Instituto Lula disse que os objetos guardados são do acervo presidencial privado e que o material é regular e está dentro da lei. "Esses objetos estão de acordo com a lei, que determina um acervo privado. Não existe nenhuma ilegalidade. Só existe sensacionalismo, desperdício de dinheiro público pela Polícia Federal e pela Operação Lava Jato que promoveram uma pirotecnia, no dia 4 de março, e uma invasão da privacidade da família do ex-presidente se apossando de documentos que não tem nenhuma ilegalidade. Depois, a PF fez uma outra operação no cofre do Banco do Brasil e descobriu de novo que não existe nenhuma irregularidade", declarou a assessoria. Também à época, o Instituto Lula destacou que, se tivesse sido solicitado esclarecimento sobre o material antes mesmo do cumprimento dos mandados de busca, não haveria nenhum problema em prestar as informações. O que diz a defesa O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, também afirmou que Sérgio Moro deve antes se manifestar sobre o pedido para que ele se declare impedido de atuar em casos envolvendo o ex-presidente. Leia a íntegra da nota do Instituto Lula: "Não existe hoje um prazo de cinco dias para manifestação. O que existe é um pedido do Ministério Público Federal, que ainda tem que ser analisado pelo juiz Sergio Moro, que antes tem que se pronunciar sobre o pedido para que se declare impedido de atuar no caso por falta de imparcialidade. O pedido de manifestação é uma inversão do processo penal, onde ao invés da acusação apontar crimes, a defesa tem que se explicar sobre fatos que não tem nenhuma ilegalidade, mais uma amostra da perseguição sem sentido promovida por agentes do estado contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esses objetos são parte do acervo presidencial privado e estão de acordo com a lei 8.394/91, que determina que este acervo seja preservado pelos ex-presidentes. Quando Lula deixou o governo, a Presidência da República catalogou todos os objetos de seu acervo e providenciou a mudança para São Paulo".

 

 

Fonte:  G1

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