Polícia

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A Polícia Militar prendeu um homem que efetuou disparos em praça pública durante uma festa no distrito de São Luiz, em Conceição de Ipanema, na madrugada deste sábado (1º/07). Segundo a PM, o suspeito foi preso após perseguição. O autor estava na praça e, ao perceber que militares haviam presenciado os disparos, entrou em um veículo e fugiu. Durante a perseguição, o autor perdeu o controle do carro e capotou. Dentro do veículo foi localizada uma arma com numeração raspada e uma garrafa de whisky; o que pode dar a entender, segundo a PM, que o autor fez uso de bebidas alcoólicas antes de efetuar os tiros e fugir. O carro, autor e material apreendidos foram levados para a delegacia de Polícia Civil de Caratinga.

 

 

Fonte: Portal Caparao

Após quase dois anos de investigação, o Ministério Público do Rio Grande do Norte deflagrou nesta sexta-feira (16) uma operação contra integrantes de uma facção criminosa que coordenavam – de dentro de presídios – ações relacionadas ao tráfico de drogas, roubo de veículos, estouros de caixas eletrônicos, homicídios, estruturação da facção, entre outros. Denominada Juízo Final, a operação busca o cumprimento de 129 mandados de busca e apreensão, 21 mandados de prisão e 24 conduções coercitivas. As medidas estão sendo cumpridas em Natal, Parnamirim, Ceará Mirim, Macaíba, Baía Formosa, Mossoró, Itajá, Felipe Guerra, Baraúna, Caraúbas, Martins, Pau dos Ferros, São Francisco do Oeste, Tenente Laurentino Cruz. Também há cumprimento de mandados na Penitenciária Rogério Coutinho Madruga (Pav. 5), Penitenciária de Alcacuz, Cadeia Pública de Natal, CDP Zona Norte, Complexo Penal João Chaves, CDP Pirangi, Penitenciária Estadual de Parnamirim, CDP Parnamirim, Cadeia Pública de Mossoró, Presídio Mário Negócio, Cadeia Pública de Caraúbas, Presídio de Pau dos Ferros, CDP Patu, CDP Parelhas, CDP Jucurutu. De acordo com o MP, foram encaminhadas ao Poder Judiciário 26 denúncias contra os alvos da operação pelos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Outras denúncias ainda serão oferecidas. A investigação mostrou que os alvos, que pertencem ao PCC, comandam o tráfico de drogas de dentro dos presídios apresentando uma área de atuação em praticamente todo o sistema carcerário potiguar e mantendo articulações com integrantes da investigada facção em outros estados do Brasil. Na análise dos áudios interceptados, é revelado que os principais investigados integram uma organização criminosa com divisões de tarefas bem definidas visando a prática de crimes, além de acirrarem a rixa contra o Sindicato do RN, facção existente no Rio Grande do Norte. Resgate de presos, assaltos, roubo de veículos, tráfico e plano para matar rivais são alguns dos assuntos discutidos entre os investigados durante o período que tiveram suas ligações telefônicas monitoradas. Em alguns dos áudios, é possível notar que alguns dos investigados estão comandando o tráfico de drogas de dentro dos presídios na Grande Natal e em Mossoró. Cadernos apreendidos apontam a relação dos integrantes da facção criminosa com data de batismo, função e número de telefones. Além disso, documentos com dados bancários foram apreendidos, o que colaborou para demonstrar a movimentação financeira do grupo. A operação também revelou um esquema “familiar” usado pelos investigados que estão presos. De acordo com o MP, mulheres conhecidas como “cunhadas” fornecem seus dados bancários para transações financeiras dos presos. Houve o afastamento do sigilo bancário de 184 contas relacionadas com a facção, as quais movimentaram, em um período de dois anos, aproximadamente R$ 6 milhões. Um caso, em especial, mostra que, em dois anos, uma das mulheres movimentou R$ 1,3 milhão na conta bancária em uma cidade do Oeste potiguar. Os alvos da operação vão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, entre outros. O material apreendido no cumprimento de outros mandados será analisado junto com o que já estava em posse dos promotores que atuaram na operação. Rebelião e mortes A Penitenciária Estadual de Alcaçuz, um dos alvos de mandados nesta sexta, foi palco de uma rebelião que deixou 26 mortos em janeiro deste ano. A rebelião começou quando presos do pavilhão 5, que abriga integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), usando armas brancas, quebraram parte de um muro e invadiram o pavilhão 4, onde há presos que integram o Sindicato do Crime, facção criminosa rival do PCC. As duas facções travaram uma verdadeira guerra dentro da unidade prisional durante pelo menos seis dias. No dia 31 de janeiro, cinco criminosos apontados como chefes do PCC foram transferidos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz para o presídio federal de Porto Velho, em Rondônia.

 

 

Fonte: G1

Foi encontrado na manhã deste domingo (28) o corpo de um dos dois adolescentes que desapareceram no mar da Barra, em Salvador, ao tentar buscar uma bola que havia caído na água. A informação foi divulgada pelo Corpo de Bombeiros Militar da Bahia. Segundo a assessoria de comunicação do órgão, o corpo foi achado por volta das 10h. Os bombeiros ainda não informaram se o corpo encontrado é do adolescente de 14 anos ou do jovem de 17. Uma das vítimas permanece desaparecida. Onze integrantes do Grupamento Marítimo dos Bombeiros (Gmar) estão no local, na manhã deste domingo, realizando buscas. Os agentes também realizam buscas terrestres na região entre o Farol e o Porto da Barra. Os bombeiros dizem que os trabalhos devem continuar até que o segundo jovem seja localizado. Os trabalhos de resgate tinham sido suspensos no final da tarde de sábado (27) e foram retomados por volta das 7h deste domingo. Os bombeiros informaram que este tipo de busca carece de visibilidade diurna.

 

 

Fonte: G1

"Lutei pela minha vida”, disse Gustavo Correa, cunhado da apresentadora Ana Hickmann, após peritos contratados pela defesa dele realizarem, nesta quinta-feira (6), uma simulação no hotel onde ocorreu o atentado contra a modelo, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Correa e advogados chegaram ao local por volta de 10h30. Dois peritos e uma fotógrafa também participaram dos trabalhos. A apresentadora Ana Hickmann sofreu um atentado por um "fã" na capital mineira, em maio de 2016. O crime aconteceu dentro de um hotel no bairro Belvedere. Gustavo Correa matou Rodrigo Augusto de Pádua após este atirar contra sua mulher, Giovana Oliveira, assessora da apresentadora. Ao sair do hotel, no início desta tarde, Correa afirmou que se sentia “péssimo” com a situação. “Você tirar a vida de alguém é muito ruim, mas se eu estou aqui é porque ele está morto. Se ele estivesse aqui, eu estaria morto. Então, lutei pela minha vida”, falou. Ele disse ainda que Rodrigo de Pádua foi ao local “para matar”. “Posso contar o fato mais dez vezes, porque a história é uma só. (...) Lembrar que eu tenho uma esposa em casa que não entra mais no hotel, que tem diversas marcas pelo corpo, uma bala para o resto da vida, e que a gente veio aqui pra esse hotel para trabalhar e que o outro veio para matar”. O criminalista Fernando José da Costa, que representa Gustavo Correa, também falou com a imprensa e disse que a intenção de Rodrigo era assassinar Ana Hickmann e todos que estavam no quarto. Ele reforçou que Gustavo agiu em legítima defesa e que não houve excesso no disparo de três tiros. “Evidente que não [houve excesso]. E a simulação vai deixar isso mais claro ainda. Isso porque nós estamos falando de três disparos que aconteceram em fração de um a dois segundos. Não são três disparos em fração de um minuto, dois, três minutos. Isso é muito importante. Estamos falando de uma pessoa leiga que estava em um estado emocional perturbado”, destacou Costa. Segundo ele, os peritos dispensaram a presença de Ana e da cunhada na simulação desta quinta-feira (6) e outras pessoas fizeram o papel delas. Segundo o advogado Sérgio Leonardo, que representa o hotel, a perícia envolveu fatos que ocorreram desde o hall do elevador do 9º andar até o quarto 912. Por meio de nota, o hotel informou que "permanece à disposição das autoridades para contribuir com a reconstrução histórica dos fatos, a fim de que o caso ocorrido com a apresentadora Ana Hickmann no ano passado seja julgado em processo justo". O Ministério Público de Minas Gerais informou que o documento produzido a partir dessa simulação deverá ser incorporado ao processo. De acordo com o órgão, o promotor não acompanhou a simulação e os custos da perícia são da defesa do réu. A denúncia contra Correa foi feita em julho do ano passado pelo promotor Francisco Santiago. De acordo com ele, o crime não se caracteriza como legítima defesa porque a vítima foi atingida na nuca. O pedido por homicídio doloso, quando há intenção de matar, foi aceito pela juíza Ámalin Aziz Sant'ana. A denúncia do MP foi contrária ao entendimento da Polícia Civil, que pediu o arquivamento do processo pelo reconhecimento de legítima defesa. A defesa de Gustavo Correa enviou nota dizendo que "repudia veementemente os termos da denúncia". Ela disse que "todas as medidas cabíveis serão adotadas para comprovar a inocência do nosso cliente". Um dia após o Ministério Público de Minas Gerais denunciar o cunhado dela, a apresentadora Ana Hickmann publicou a imagem do verbete “indignação” em uma rede social. De acordo com o inquérito, Rodrigo, de 30 anos, rendeu com um revólver a apresentadora, sua cunhada, Giovana Oliveira, e o marido de Giovana, Gustavo Correa, que é irmão do marido de Ana Hickmann. Em uma luta corporal, Gustavo matou Rodrigo dentro de um dos quartos de hotel, após o "fã" balear Giovana. Segundo o delegado Flávio Grossi, responsável pelo caso, o tiro contra a cunhada era para a apresentadora. Nem Ana Hickamnn nem o cunhado se feriram. De acordo com a polícia, a investigação mostrou que a intenção de Rodrigo era possivelmente matar a apresentadora.

 

Fonte: G1

 

O Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) desencadeou na manhã desta segunda-feira (3) a operação Aranha no Deserto, em Timóteo, no Vale do Aço mineiro. O trabalho visa coibir fraudes na obtenção do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais, o DPVAT. Três advogados e um médico, suspeitos de envolvimento no caso, foram presos; outras duas pessoas seguem foragidas até a tarde desta segunda-feira, segundo o Gaeco. Sete casas foram vistoriadas na cidade, duas armas de fogo apreendidas, além de vários documentos que serão analisados pelo Gaeco. De acordo com o Gaeco, o grupo fraudava laudos periciais com o objetivo de aumentar a quantia das indenizações de pessoas que sofreram acidentes de trânsito. O grupo, que fazia uma espécie de agenciamento, recebia um percentual de 30 a 50% do valor recebido pelos beneficiários. Não é a primeira vez que o Gaeco realiza esse tipo de operação na cidade. Em outubro do ano passado, o Ministério Público denunciou cinco pessoas suspeitas de praticar esse tipo de fraude na cidade. Na época, o Gaeco apontava ligação do caso do Vale do Aço a um grupo investigado no Norte de Minas. O Gaeco não confirmou se as prisões desta segunda-feira tem relação com o caso investigado no ano passado e não deu mais detalhes sobre a identificação dos detidos.

 

 

Fonte: G1/vales

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