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Príncipe dos Emirados Árabes Unidos é encontrado morto em Londres

O príncipe Khalid Al Qasimi, de 39 anos, segundo filho de um dos xeiques dos Emirados Árabes Unidos, morreu, informou nesta terça-feira (2) o jornal britânico "The Guardian". Ele trabalhava como estilista e havia se apresentado há três semanas na London Fashion Week. Segundo a BBC, a polícia de Londres está tratando a morte dele como inexplicada. A organização diz que recebeu uma notificação de "uma morte súbita em uma propriedade residencial em Knightsbridge", um distrito da cidade. Agora, aguarda resultados de mais exames pós-morte, porque o resultado dos primeiros foram "inconclusivos". O pai de Khalid é o xeique Sultan bin Muhammad Al Qasimi, governante do Emirado de Sharjah, um dos sete que compõem os Emirados Árabes. Um período de luto de três dias foi decretado pela morte do príncipe no país, onde bandeiras devem ficar a meio mastro. O xeique expressou sua tristeza em um post no Instagram na terça (2), dizendo que seu filho estava "sob os cuidados de Deus." O presidente dos Emirados Árabes Unidos e governante de Abu Dhabi, o xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan, ofereceu suas condolências ao xeique Sultan e sua família.

 

Fonte: G1

México detém quase 800 imigrantes sem documentos em quatro caminhões

Autoridades mexicanas detiveram cerca de 800 imigrantes sem documentos no leste do México em quatro caminhões no sábado (16), informou o governo, em uma das maiores investidas contra a imigração ilegal nos últimos meses. O Instituto Nacional de Migração do México (INM) disse em um comunicado no sábado que 791 estrangeiros foram encontrados em caminhões parados no Estado de Veracruz, no leste do país, confirmando relatos anteriores sobre uma detenção em massa. A apreensão ocorreu no momento em que o México intensifica os esforços para reduzir a onda de imigrantes em fronteiras sob pressões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prometeu prejudicar os produtos mexicanos com tarifas caso o México não impeça a imigração ilegal. O México fez um acordo em 7 de junho com os Estados Unidos para evitar as tarifas, marcando o tempo de 45 dias para que o governo mexicano faça progressos palpáveis na redução do número de pessoas que tentam atravessar a fronteira ilegalmente. Houve um salto nas apreensões na fronteira EUA-México neste ano, irritando Trump, que fez da redução da imigração ilegal uma de suas promessas políticas. 

A maioria dos que são apanhados tentando entrar nos Estados Unidos são pessoas que fogem da pobreza e da violência em três países da América Central Guatemala, Honduras e El Salvador. A decisão do México de apertar sua fronteira e responder às ameaças de Trump causou tensões dentro do governo e, na sexta-feira, o chefe do INM, Tonatiuh Guillen, renunciou. Ele foi substituído por Francisco Garduno, que já havia servido como chefe do sistema prisional do México.

 

Fonte: G1

Reabertura de fronteira entre Venezuela e Colômbia tem tráfego intenso de pessoas

O ministério de Relações Exteriores da Colômbia anunciou neste domingo (9) que o tráfego de pessoas que entravam no países por caminhos irregulares e perigosos, chamados de trilhas, diminuiu desde que o presidente venezuelano Nicolás Maduro reabriu a fronteira entre os dois países. O anúncio de Maduro, feito no sábado (8), permitiu reabrir a passagem de pessoas pelas pontes Simon Bolívar, Francisco de Paula e Unión — localizadas entre a área metropolitana de Cúcuta e o estado de Táchira. Segundo o Departamento de Migração colombiano 37 mil pessoas deixaram o país desde que as fronteiras foram reabertas, enquanto que 30 mil entraram na Colômbia. De acordo com Christian Krüger, diretor geral da Migração na Colômbia, são "cidadão venezuelanos que conseguiram retornar para seu país com necessidades básicas, sem ter que colocar suas vidas em risco nas trilhas ou ter que pagar para conseguir atravesar por esses lugares."

 

Fonte: G1

 

Casal de mulheres é agredido por gangue em ônibus em Londres

Um casal de mulheres foi agredido por uma gangue em um ônibus em Londres, na Inglaterra, depois de se recusar a dar um beijo como queriam os agressores. Todas as informações do relato foram publicadas na conta de rede social de uma das vítimas, Melania Geymonat. O incidente aconteceu na quarta-feira da semana passada (dia 29), segundo ela. Eram ao menos quatro agressores, que exigiam que as duas se beijassem porque eles iriam gostar de olhar, de acordo com seu texto. Os seus pertences foram roubados. “Temos que aguentar agressão verbal e violência chauvinista, misógina e homofóbica porque, quando uma pessoa se impõe contra isso, coisas como essas acontecem”, escreveu ela. Ela diz que deve ter perdido a consciência e, de repente, a polícia estava lá.

 

Fonte: G1

Jovem é denunciado em Londres por morte de Brasileiro

Um adolescente de 16 anos foi denunciado pelo assassinato do capoeirista brasileiro Iderval Silva, de 46 anos, em Londres, e comparecerá a uma audiência em um tribunal londrino nesta sexta-feira. O rapaz, cujo nome não pode ser divulgado por causa de sua idade, havia sido detido nesta quarta, 29, pela polícia Metropolitana de Londres. A polícia não forneceu mais detalhes. Na quinta-feira, um homem de 19 anos foi detido sob suspeita de coautoria do mesmo crime após ter se entregado à polícia. Um terceiro rapaz de 16 anos havia sido detido no dia do crime, mas foi liberado pela polícia com a obrigação de responder às investigações no começo de junho. Iderval era um instrutor de capoeira que, para complementar a renda, trabalhava como entregador de um aplicativo de entrega de comida. Ele foi atacado na tarde de sábado (25) ao se aproximar de um grupo de jovens que aparentemente tentava furtar sua moto em um estacionamento próximo a estabelecimentos comerciais. O ataque aconteceu em um bairro no sul de Londres, para onde Iderval tinha se mudado em março. Natural de Presidente Prudente, interior de São Paulo, o capoeirista havia deixado o Brasil em 2000, tendo vivido a maior parte do tempo em Portugal. Deixou um filho de 24 anos. Ele vivia em Londres desde março e fazia bicos entregando comida para o Uber. Na tarde de sábado, 25, Iderval estacionou sua moto em uma praça no bairro de Battersea com vários estabelecimentos comerciais para comer em um restaurante brasileiro. Motoboys brasileiros - há uma grande comunidade deles em Londres - costumam parar no estabelecimento Rice and Beans para comer pratos feitos. Battersea, bairro na margem sul do rio Tâmisa, contrasta mansões milionárias que dão para um dos maiores parques de Londres, casas com moradores da classe média e amplos conjuntos residenciais, em que vivem comunidade menos abastadas. Esse pequeno centro comercial onde Iderval havia ido comer fica ao lado de um grande estacionamento de um supermercado da região, onde, segundo Barham Hammad, de 27 anos, se vê grupos de jovens andando de bicicleta e vendendo drogas com frequência. Hammad é dono de uma barbearia ali, e contou à BBC News Brasil a ter presenciado parte do ataque a Iderval. "Ouvi muita gritaria. Quando saí, vi seu corpo no chão e um grupo de ao menos 10 jovens correndo, fugindo", afirma ele, uma das pessoas que ligaram para a polícia e para a ambulância naquele dia. "Vejo eles por aqui todos os dias, praticamente. Jamais esperaria que eles pudessem matar alguém. É muito inesperado." Em nota, a polícia Metropolitana de Londres afirmou que o grupo fugiu do local antes de a polícia chegar, às 16h32 daquele sábado. A moto não foi roubada. A polícia falou com a vizinhança e recolheu vídeos de câmeras dos estabelecimentos comerciais próximos à cena do crime. Funcionários do restaurante brasileiro não quiseram falar com a BBC News Brasil. Na tarde desta quinta (30), alguns motoboys brasileiros almoçavam ali, suas motos estacionadas onde a de Iderval estava dias antes. No local do crime, há flores em homenagem ao capoeirista morto. "Para a gente, que trabalha de moto, a vida é difícil. Já trabalhei entregando comida, mas o roubo é muito grande, não faço isso mais", diz o paranaense Vinicius Klehm, de 23 anos, que havia feito uma parada no restaurante brasileiro. Hoje, trabalha fazendo entregas para um laboratório. Um dono de uma lavanderia próxima do local do crime que não quis ser identificado e que também diz ver os jovens com frequência na região, conta que agora sente medo. Ele lembra outro assassinato que ocorreu em outubro e que assustou os moradores da região. Ian Tomlin, também de 46 anos, foi espancado com um taco de baseball após confrontar uma dupla por estar vendendo drogas em frente ao seu apartamento. Dois homens, um de 48 anos, e outro de 46, foram condenados nesta sexta, 31, para cumprir 21 e 19 anos na prisão, respectivamente.

 

Fonte: G1

Trump diz que não vai deixar China se tornar maior economia do mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (19), em entrevista à rede de TV Fox News, que a China pretende se tornar a maior economia do mundo, mas que isso não vai acontecer enquanto ele estiver no poder. Os EUA e a China estão em uma escalada de protecionismo econômico. Os americanos elevaram tarifas de importação de 5.000 produtos chineses, e Pequim retaliou com uma taxa em cerca de 2.500 itens americanos. Para Trump, essa é parte de uma estratégia da China para se tornar a maior economia do mundo. "Acredito que essa seja a intenção deles. Eles são ótimas pessoas, têm uma cultura incrível. Eu gosto muito do presidente Xi [Jinping], mas ele está do lado da China e eu estou do nosso lado", afirmou em ao apresentador Steve Hilton, na Fox News. A entrevista foi gravada na semana passada na Casa Branca, mas exibida no domingo (19). Trump acusou seus antecessores de serem fracos demais com a China. "Com eles, nunca tiramos 10 centavos da China. Não culpo os chineses, mas todos os nossos presidentes, e não só Obama. Eles deixaram isso acontecer", disse o presidente norte-americano.

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