Polícia

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Foi encontrado na manhã deste domingo (28) o corpo de um dos dois adolescentes que desapareceram no mar da Barra, em Salvador, ao tentar buscar uma bola que havia caído na água. A informação foi divulgada pelo Corpo de Bombeiros Militar da Bahia. Segundo a assessoria de comunicação do órgão, o corpo foi achado por volta das 10h. Os bombeiros ainda não informaram se o corpo encontrado é do adolescente de 14 anos ou do jovem de 17. Uma das vítimas permanece desaparecida. Onze integrantes do Grupamento Marítimo dos Bombeiros (Gmar) estão no local, na manhã deste domingo, realizando buscas. Os agentes também realizam buscas terrestres na região entre o Farol e o Porto da Barra. Os bombeiros dizem que os trabalhos devem continuar até que o segundo jovem seja localizado. Os trabalhos de resgate tinham sido suspensos no final da tarde de sábado (27) e foram retomados por volta das 7h deste domingo. Os bombeiros informaram que este tipo de busca carece de visibilidade diurna.

 

 

Fonte: G1

"Lutei pela minha vida”, disse Gustavo Correa, cunhado da apresentadora Ana Hickmann, após peritos contratados pela defesa dele realizarem, nesta quinta-feira (6), uma simulação no hotel onde ocorreu o atentado contra a modelo, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Correa e advogados chegaram ao local por volta de 10h30. Dois peritos e uma fotógrafa também participaram dos trabalhos. A apresentadora Ana Hickmann sofreu um atentado por um "fã" na capital mineira, em maio de 2016. O crime aconteceu dentro de um hotel no bairro Belvedere. Gustavo Correa matou Rodrigo Augusto de Pádua após este atirar contra sua mulher, Giovana Oliveira, assessora da apresentadora. Ao sair do hotel, no início desta tarde, Correa afirmou que se sentia “péssimo” com a situação. “Você tirar a vida de alguém é muito ruim, mas se eu estou aqui é porque ele está morto. Se ele estivesse aqui, eu estaria morto. Então, lutei pela minha vida”, falou. Ele disse ainda que Rodrigo de Pádua foi ao local “para matar”. “Posso contar o fato mais dez vezes, porque a história é uma só. (...) Lembrar que eu tenho uma esposa em casa que não entra mais no hotel, que tem diversas marcas pelo corpo, uma bala para o resto da vida, e que a gente veio aqui pra esse hotel para trabalhar e que o outro veio para matar”. O criminalista Fernando José da Costa, que representa Gustavo Correa, também falou com a imprensa e disse que a intenção de Rodrigo era assassinar Ana Hickmann e todos que estavam no quarto. Ele reforçou que Gustavo agiu em legítima defesa e que não houve excesso no disparo de três tiros. “Evidente que não [houve excesso]. E a simulação vai deixar isso mais claro ainda. Isso porque nós estamos falando de três disparos que aconteceram em fração de um a dois segundos. Não são três disparos em fração de um minuto, dois, três minutos. Isso é muito importante. Estamos falando de uma pessoa leiga que estava em um estado emocional perturbado”, destacou Costa. Segundo ele, os peritos dispensaram a presença de Ana e da cunhada na simulação desta quinta-feira (6) e outras pessoas fizeram o papel delas. Segundo o advogado Sérgio Leonardo, que representa o hotel, a perícia envolveu fatos que ocorreram desde o hall do elevador do 9º andar até o quarto 912. Por meio de nota, o hotel informou que "permanece à disposição das autoridades para contribuir com a reconstrução histórica dos fatos, a fim de que o caso ocorrido com a apresentadora Ana Hickmann no ano passado seja julgado em processo justo". O Ministério Público de Minas Gerais informou que o documento produzido a partir dessa simulação deverá ser incorporado ao processo. De acordo com o órgão, o promotor não acompanhou a simulação e os custos da perícia são da defesa do réu. A denúncia contra Correa foi feita em julho do ano passado pelo promotor Francisco Santiago. De acordo com ele, o crime não se caracteriza como legítima defesa porque a vítima foi atingida na nuca. O pedido por homicídio doloso, quando há intenção de matar, foi aceito pela juíza Ámalin Aziz Sant'ana. A denúncia do MP foi contrária ao entendimento da Polícia Civil, que pediu o arquivamento do processo pelo reconhecimento de legítima defesa. A defesa de Gustavo Correa enviou nota dizendo que "repudia veementemente os termos da denúncia". Ela disse que "todas as medidas cabíveis serão adotadas para comprovar a inocência do nosso cliente". Um dia após o Ministério Público de Minas Gerais denunciar o cunhado dela, a apresentadora Ana Hickmann publicou a imagem do verbete “indignação” em uma rede social. De acordo com o inquérito, Rodrigo, de 30 anos, rendeu com um revólver a apresentadora, sua cunhada, Giovana Oliveira, e o marido de Giovana, Gustavo Correa, que é irmão do marido de Ana Hickmann. Em uma luta corporal, Gustavo matou Rodrigo dentro de um dos quartos de hotel, após o "fã" balear Giovana. Segundo o delegado Flávio Grossi, responsável pelo caso, o tiro contra a cunhada era para a apresentadora. Nem Ana Hickamnn nem o cunhado se feriram. De acordo com a polícia, a investigação mostrou que a intenção de Rodrigo era possivelmente matar a apresentadora.

 

Fonte: G1

 

O Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) desencadeou na manhã desta segunda-feira (3) a operação Aranha no Deserto, em Timóteo, no Vale do Aço mineiro. O trabalho visa coibir fraudes na obtenção do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais, o DPVAT. Três advogados e um médico, suspeitos de envolvimento no caso, foram presos; outras duas pessoas seguem foragidas até a tarde desta segunda-feira, segundo o Gaeco. Sete casas foram vistoriadas na cidade, duas armas de fogo apreendidas, além de vários documentos que serão analisados pelo Gaeco. De acordo com o Gaeco, o grupo fraudava laudos periciais com o objetivo de aumentar a quantia das indenizações de pessoas que sofreram acidentes de trânsito. O grupo, que fazia uma espécie de agenciamento, recebia um percentual de 30 a 50% do valor recebido pelos beneficiários. Não é a primeira vez que o Gaeco realiza esse tipo de operação na cidade. Em outubro do ano passado, o Ministério Público denunciou cinco pessoas suspeitas de praticar esse tipo de fraude na cidade. Na época, o Gaeco apontava ligação do caso do Vale do Aço a um grupo investigado no Norte de Minas. O Gaeco não confirmou se as prisões desta segunda-feira tem relação com o caso investigado no ano passado e não deu mais detalhes sobre a identificação dos detidos.

 

 

Fonte: G1/vales

lícia Civil realiza uma operação, nesta sexta-feira (17), para contra um esquema de lavagem de dinheiro e fraude de licitação em Pernambuco. Três pessoas foram presas. O grupo utilizaria “laranjas” para fraudar e ganhar licitações em diversos municípios, com desvios que podem superar R$ 13 milhões. Segundo a polícia, o foco inicial das investigações são três empresas. Elas que utilizariam de mecanismos para fraudar e ganhar licitações nas áreas de gênero alimentício, material de expediente e serviços. "Eles tinham três empresas, que tinham um sócio oculto. Esse sócio oculto dirigia não só a empresa que ele era titular, como as outras duas, com a finalidade de fraudar licitações em diversos municípios do estado", apontou o delegado Luiz Andrey, titular da Diretoria Integrada das Especializadas (Diresp)⁠⁠⁠⁠. Foram emitidos e cumpridos três mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão domiciliar dentro da operação "Comunheiro", além do bloqueio judicial de contas bancárias, todos expedidos pelo juiz de Direito da Primeira Vara Criminal da Comarca de Carpina, na Zona da Mata de Pernambuco. Um empresário de 53 anos, que seria o sócio oculto segundo a polícia, foi preso no Aeroporto Internacional dos Guararapes, na Zona Sul do Recife. Ele estava embarcando para o Rio de Janeiro, segundo a polícia. "Ele ia fazer uma viagem corriqueira. Sabíamos que ele ia viajar hoje", afirmou Andrey. Os presos e materiais foram encaminhados para a sede do Grupo de Operações Especiais (GOE), no bairro do Cordeiro, no Recife. Os policiais ainda levaram para depor um homem e uma mulher, através de mandados de condução coercitiva. Uma auditoria do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) detectou indícios de irregularidades em licitações no município de Carpina, na Mata Norte. "A partir da análise de dados informados ao Tribunal, são feitos cruzamentos de informações e, a partir desses cruzamentos, foram detectados indícios de irregularidades. Neste primeiro momento, já resultaram em auditorias na Câmara e na Prefeitura de Carpina", detalhou Valter Martins, assessor da cordenadoria do TCE. Os técnicos acionaram então a Delegacia de Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos (DECASP), que inicou as investigações, com o delegado Izaias Novaes à frente e apoio do Núcleo de Inteligência da DECASP e da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil-(Dintel). A partir da coleta de dados dessa fase, o TCE e a Polícia Civil podem ampliar o leque as investigações. "Eles forneciam vários tipos de serviço. A gente tem essa empresa criada em 2010, 2011. O delegado Izaias Novaes vai ter dez dias para fechar esse inquérito, mas posteriormente pode abrir novas investigações", apontou Andrey. Na execução do trabalho operacional, participaram 60 policiais civis, entre delegados, agentes, escrivães, além de dois auditores do TCE.

 

Fonte: G1

Dois pedidos de liberdade para o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti, feitos ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo, foram negados na segunda-feira (27) pelo desembargador Willian Silva. Foresti foi preso no sábado (25). Ele é um dos quatro PMs que tiveram a prisão decretada pela Justiça por suspeita de iniciar o movimento nos quartéis do Espírito Santo. A advogada Karina Nunes, que representa o Coronel Foresti, disse que a defesa não teve acesso ao inquérito policial militar e que o detido não tem conhecimento do que está sendo acusado. A advogada explicou que a defesa está desde sábado em busca de ter acesso ao inquérito. Segundo ela, as prisões caracterizam um grave cerceamento da defesa, o que ela considera inconstitucional. O ex-deputado federal e militar da reserva, Lucinio Castelo de Assumção, mais conhecido como Capitão Assumção; e o sargento Aurélio Robson Fonseca da Silva, mais conhecido como Sargento Robson também foram presos. Já o soldado Maxsom Luiz da Conceição está foragido. O primeiro pedido de habeas corpus do tenente-coronel Foresti, apresentado pela advogada Patrícia Maria Rocha Teixeira Dias, foi na madrugada do dia 27. Ela argumentou que o militar estava com a saúde debilitada e que não teve acesso ao processo e aos motivos de sua acusação. O desembargador Willian negou o pedido com o argumento de que não foi “capaz de vislumbrar a verossimilhança das alegações trazidas” pela advogada. Disse ainda que a prisão encontra-se justificada não apenas “na garantia da ordem pública como também na exigência da manutenção das normas ou princípios de hierarquia e disciplina militares”, disse em sua decisão, concedida às 2h15. A advogada apresentou um novo pedido de libertação para o militar, no mesmo dia, que voltou a ser avaliado pelo mesmo desembargador. E outra vez foi negada a sua soltura. O desembargador ainda ressaltou que o “plantão judiciário não se destina à reiteração de pedido já apreciado no órgão judicial de origem em plantão anterior, nem a sua reconsideração ou reexame, motivo pelo qual é vedada uma nova análise acerca da liberdade pretendida”, disse em sua segunda decisão. Acrescentou ainda que os argumentos apresentados pela defesa do militar não eram suficientes para remover a sua prisão. “Além disso, também já ponderei acerca da situação de saúde do paciente, que, a meu sentir, não se demonstrou ser incompatível com a custódia (prisão)”, finalizou sua segunda decisão, concedida às 22h45, do dia 27. Entenda as denúncias contra os 4 PMs Confira a participação dos militares na articulação do movimento em frente aos quarteis da PM, segundo investigação da corregedoria da PM: Capitão Assumção Para a Corregedoria da Polícia Militar, não há dúvidas sobre a participação do policial da reserva (aposentado) e ex-deputado federal, no movimento. Segundo a investigação, ele estava na “articulação, coordenação, manipulação, promoção, incentivo e divulgação das atividades do movimento. Postou vídeos, subiu em carros de som fazendo discursos de incentivo ao movimento, teria intimidado militares do Exército e feito ameaças, caso fosse feito alguma coisa contra os militares que estavam paralisados. Em discurso durante uma das passeatas, em um carro de som, disse: “Se alguém encostar a mão em vocês, é chumbo grosso”. Ele também percorreu batalhões no Norte do Espírito Santo. “Onde diz que foi bem recebido, numa demonstração de articular o movimento em outras unidades. No mesmo vídeo faz um apelo final: Sustenta!”, diz o texto da investigação sobre um vídeo feito pelo capitão. Soldado Maxson O soldado Maxson Luiz da Conceição é presidente da Associação Geral de Militares (Agem). A instituição teria oferecido advogados para o Movimento das Mulheres. Eles foram inclusive fotografados em reuniões de negociações das líderes com o governo. E a esposa dele, Suzana Baptista da Silva da Conceição, participaria do movimento das mulheres. Sargento Robson Aurélio Robson Fonseca da Silva, vice-presidente da Agem, convocou pelas redes sociais policiais militares a irem para as unidades da PM garantirem a segurança das mulheres. Também chama os policiais para voltarem para a frente dos batalhões que estavam bloqueados. Tenente-coronel Foresti O militar Carlos Alberto Foresti ordenou que os policiais do Ciodes desligassem seus radiocomunicadores, o que impediria que ocorrências fossem atendidas. Em seguida, pediu a um sargento para gravar um áudio e enviar para o soldado Maxson, da Agem, relatando o ocorrido. Mais tarde, segundo a investigação, postou outro vídeo nas redes sociais. “Incitando outros militares e a população capixaba a aderirem aos propósitos dos grevistas, veiculando promoção de crítica à estrutura de trabalho dos policiais em atividade no estado, quando também discorreu sobre os baixos salários da corporação, a falta de coletes balísticos, as condições ou a ausência de viaturas, entre outras circunstâncias.” Ex-soldado Matias Walter Matias Lopes, que não está mais na PM desde abril de 2016, é presidente da Aspobom. Fez discursos nas manifestações, ajudou a articular o movimento, conclamou os policiais a se aquartelarem. Seu nome aparece ainda em investigação da Polícia Federal. 100% dos PMs nas ruas O comandante-geral da Polícia Militar do Espírito Santo, coronel Nylton Rodrigues, anunciou que todo o efetivo foi para as ruas do estado no sábado. Pela manhã, após 21 dias de protesto, mulheres de PMs e governo chegaram a um consenso e batalhões foram desocupados. Consenso A pedido do movimento, o governo do estado assumiu o compromisso de não abrir novos Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra os policiais. Para beneficiar o andamento da negociação, o MPT-ES e a Defensoria Pública da União recomendaram a suspensão, durante 15 dias prorrogáveis, dos PADs já instaurados, o que foi aceito pelo governo e pelas mulheres. Outro pedido feito pelas mulheres que foi aceito pelo governo foi a desistência das ações judiciais contra familiares e associações. O governo também concordou que promover o retorno de policiais transferidos aos postos originais em até 45 dias a partir da data da transferência. Em relação à organização das unidades da Polícia Militar, o governo se comprometeu a não transferir PMs da Grande Vitória para o interior. Crise na segurança O Espírito Santo teve o policiamento muito prejudicado durante sete dias, quando aconteceram diversos crimes. O governo chegou a declarar que não negociaria mais com os manifestantes até que todos os batalhões fossem desocupados. Até a noite desta sexta-feira, foram registrados 199 homicídios no estado, segundo o Sindicato dos Policiais Civis. A Secretaria de Segurança Pública informou que, até as 22h30, o efetivo de policiais estava completo em 61 municípios e parcial em 17.

 

 

Fonte: G1

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