Polícia

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A Polícia Militar foi acionada na tarde desta terça-feira (28) após dois corpos terem sido encontrados carbonizados dentro de uma casa, em um condomínio fechado de Governador Valadares (MG), próximo ao Bairro Santos Dumont I. As primeiras informações da polícia apontam que os corpos seriam de um homem e uma mulher, ambos funcionários da casa, que trabalhavam, respectivamente, como caseiro e diarista. A suspeita da polícia é de que o homem tenha matado a mulher e se matado após o crime. As informações iniciais apontam ainda que a mulher foi também esquartejada. Os corpos foram localizados após uma outra faxineira chegar para limpar a casa. Ela encontrou os corpos e avisou aos patrões, que frequentavam a residência apenas aos fins de semana. A faxineira não quis se identificar, mas contou que as vítimas tinham um relacionamento há seis anos, mas que haviam se separado recentemente. Ainda segundo a funcionária, o homem não costumava apresentar sinais de violência no dia a dia, mas a mulher teria medo dele devido à obsessão que o ex-namorado demonstrava para com ela. Dois peritos da Polícia Civil foram chamados para identificar as circunstâncias em que o crime foi cometido. Após os trabalhos da PC, os corpos serão encaminhados ao IML de Governador Valadares.

 

Fonte:  G1/vales

 

Cerca de 70 policiais civis de Governador Valadares (MG) fizeram uma manifestação na manhã desta quinta-feira (23) na porta da delegacia regional da cidade. Os grevistas pedem a melhoria da estrutura do local de trabalho e equiparação salarial para os escrivães e investigadores. A greve começou em todo o estado na última segunda-feira (20) e 70% dos serviços estão suspensos, segundo Sindpol/MG. Em Valadares, 30% do efetivo continua trabalhando, mas todos os 150 policiais da cidade aderiram ao movimento. “Nós entendemos que durante décadas o Governo de Minas não tem valorizado toda a classe da Polícia Civil. A nossa estrutura e as viaturas são precárias”, disse o delegado Clériston Lopes Amorim. Os atendimentos ao público na delegacia estão sendo realizados entre 14h e 16h40. O Detran está distribuindo 70 senhas diariamente, para atender o público. Na delegacia de mulheres, os servidores só estão atendendo os casos de flagrantes. O diretor financeiro do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Minas Gerais em Governador Valadares, José Renato Machado Lima, disse que o movimento não busca aumento de salário, mas sim uma estruturação da Polícia Civil. Ainda segundo ele, as negociações entre o Governo de Minas e a PC já começaram em Belo Horizonte (MG), mas ainda não houve acordo. O G1 procurou a assessoria da Polícia Civil que confirmou que está em fase de negociação, porém não repassou detalhes.

 

 

Fonte:  G1

A repórter e uma das diretoras do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) Verônica Pimenta foi presa na manhã desta segunda-feira (20) durante reintegração de posse nas Ocupações Maria Vitória e Maria Guerreira, localizada no bairro Copacabana, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte. A jornalista estava fazendo a cobertura da reintegração quando foi presa e encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Venda Nova. De acordo com a Polícia Militar, ela foi presa por desobediência e por não ter se identificado. “Em gestão de eventos de crise como esse, nós estabelecemos perímetros de segurança e só ficam dentro dele quem está diretamente envolvido no fato. Isso é feito até para a segurança da imprensa. Ela se recusou a obedecer esse perímetro e a se identificar e por isso precisou ser presa”, afirmou o capitão Flávio Santiago, chefe da assessoria de imprensa da Polícia Militar. Ainda segundo ele, a reintegração está sendo feita de forma pacífica e a repórter foi para a delegacia no carro da Inconfidência. Já o presidente do sindicato Kerison Lopes considera que a prisão foi feita de forma arbitrária. “A Verônica estava no meio da entrevista quando foi definido o perímetro de segurança e ela queria terminas, mas os policiais começaram a pedir para ela sair, impedindo o trabalho dela. Ela estava devidamente identificada com microfone e crachá da rádio”, afirmou Lopes. Ainda segundo Lopes, a repórter está prestando depoimento na tarde desta segunda. O advogado do sindicato está acompanhando o depoimento. A advogada da rádio Inconfidência também está na delegacia. “Estamos acompanhando os casos, essa não é a primeira vez que a polícia impede os jornalistas de trabalharem e isso é muito grave, vamos ficar atentos a esses acontecimentos e se for preciso acionaremos a Justiça”, disse o presidente do sindicato. A assessoria de imprensa da Polícia Civil afirmou que Verônica assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), prestou depoimento e foi liberada. O TCO é utilizado em crimes de menor potencial ofensivo e agora ela deve ser ouvida em audiência judicial. Ainda segundo a Polícia Civil, os militares envolvidos na ocorrência também foram ouvidos. Eles registraram Boletim de Ocorrência por desobediência e incitação da população contra os policiais. Porém como nenhum popular foi preso, a Polícia Civil só acatou a desobediência. Um vídeo com o momento da retirada da repórter da ocupação foi gravado por moradores. Nas imagens a moradora afirma que Verônica passou a noite na ocupação e por isso já estava lá dentro.

 

Fonte:  O tempo

O escritório regional em Governador Valadares da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/ GV) está preocupado com algumas denúncias que vem recebendo sobre infrações ao código de ética da profissão em casos relacionados a abertura de ações individuais contra a empresa Samarco na cidade. Segundo o presidente da OAB na cidade, Elias Souto, a entidade já flagrou casos de advogados, a maioria vindos de outras cidades, que têm se aproveitado de um momento de fragilidade da população para tirar vantagens indevidas. “Tivemos alguns históricos recentes de contratações de pessoas que se passavam por advogados, pegavam o dinheiro inicial de clientes e depois sumiam, e os clientes não sabem onde foram parar as ações, se elas foram abertas. A gente tem dificuldade de localizar essas pessoas, também temos problemas com pessoas que vieram de fora, colheram várias procurações e ajuizaram ações contra a empresa, voltaram para sua cidade e os clientes daqui não tem contato mais”, alerta Elias Souto. A entidade classista já abriu cerca de 21 notificações contra profissionais que infringiram a ética, especialmente no que diz respeito à publicidade indevida e forma ilegal de captação de clientes. O presidente do Conselho de Ética na cidade, Miguel Ângelo Provetti, explica que a publicidade da advocacia é restrita pelo estatuto da OAB e indica que a população deve desconfiar de pessoas que estiveram promovendo seus serviços de forma inadequada. “Qualquer publicidade é proibida. Panfletos na porta da igreja, distribuição aleatória de cartões, carro de som, tudo isso é proibido. Já pode começar a desconfiar. A melhor propaganda que nós entendemos é do relacionamento íntimo, uma pessoa avisa para outra, que avisa para outra e por aí. Temos denúncia de pessoas que montaram uma mesa na praça de bairro carente e deram procurações para a população assinar. Se a pessoa é advogado, a pessoa sabe que não pode fazer isso. Então nós entendemos que a maioria das pessoas que estão fazendo isso não são advogados”, explicou Miguel Provetti. Segundo ele, advogados que forem notificados por ações como esta podem ser punidos com a censura, suspensão ou mesmo expulsão da ordem. Já pessoas que fingirem ser advogados, podem ser processados pelo crime de exercício ilegal da profissão. “Situações irregulares devem ser informadas à OAB e, se não for realmente um advogado, aí deve-se informar também à polícia, porque pode se tratar de um golpe. Quem buscar um advogado, sempre busque um que seja de confiança”, sugere Elias Souto.

 

Fonte: G1/vales

Nenhum deles foi encontrado na operação realizada no Morro do Barão. A adolescente foi incluída no programa de proteção a testemunha.

A polícia do Rio de Janeiro considera foragidos os seis suspeitos identificados no caso do estupro coletivo. Nenhum deles foi encontrado na operação realizada nesta segunda-feira (30) na Zona Oeste da cidade. A adolescente de 16 anos foi incluída no Programa de Proteção à testemunha.

A polícia saiu cedo para cumprir seis mandados de busca, apreensão e prisão na Zona Oeste. São procurados Sérgio Luiz da Silva Júnior, conhecido como da russa; apontado como o chefe do tráfico no Morro do Barão. Lucas Perdomo Duarte Santos, 20 anos, com quem a adolescente disse que tinha um relacionamento; Raphael Assis Duarte Belo; 41 anos; Marcelo Miranda da Cruz Correa; 18 anos; e Michel Brasil da Silva; 20 anos, suspeitos de divulgar as imagens na internet; e Raí de Souza, 22 anos, que se apresentou à polícia e disse ter feito o vídeo, mas nega participação no estupro.

A chefe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, Cristiana Bento, assumiu as investigações. O delegado Alessandro Thiers, de Repressão a Crimes de Informática, foi afastado depois do pedido apresentado pela defesa da vítima. A adolescente contou ao Fantástico que se sentiu desrespeitada pelo delegado.

“Quando eu fui na delegacia, eu não me senti à vontade em nenhum momento. Eu acho que é por isso que muitas mulheres não fazem denúncia. Tentaram me incriminar. Como seu eu tivesse culpa. Tinha três homens dentro de uma sala. A sala era de vidro todo mundo que passava via. Ele botou na mesa as fotos e o vídeo e falou ah, me conta aí. Não me perguntou se eu estava bem, se tinha proteção. Ele perguntou se eu tinha o costume de fazer isso. Se eu gostava de fazer isso”.

Por telefone, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, comentou as acusações. “Acho que se o delegado cometeu algum tipo de desvio, isso vai ser apurado, não tenha dúvida nenhuma”.

A pedido da família, a advogada Eloísa Samy deixou a defesa da adolescente.

Os resultados da perícia feita no vídeo postado em uma rede social e do exame de corpo de delito da adolescente feito na última quarta-feira vão ser divulgados nesta segunda-feira (30) pela polícia. O exame na jovem só aconteceu quatro dias depois do estupro. A demora, de acordo com os peritos, impediu que fossem encontrados indícios da violência.

“Você vê um ato. Pelo menos duas vozes masculinas, uma  delas ele se mostra, e chega a tocar na vítima, e essa conduta dele já configura crime, não tenho dúvida nenhuma disso. Mas nós não estamos buscando só isso. Tem muito mais por trás disso”, fala Veloso.

A delegada Cristiana Bento pode ouvir a adolescente novamente. “Se tiver alguma dúvida a gente vai ter que requisitar a oitiva dela. E ver a melhor forma de ouvi-la”.

Neste domingo (29) muita gente foi às ruas para cobrar punição dos envolvidos no estupro coletivo. Em Brasília, mulheres carregaram flores e o protesto acabou em tumulto. Alguns manifestantes empurraram a grade de proteção do Supremo Tribunal Federal. Em Goiânia, esse grupo pediu o fim da violência contra a mulher.

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