Internacionais

Internacionais

Militares da Coreia do Norte e Coreia do Sul concluíram a retirada de tropas e armas de 22 postos de guarda neste sábado, enquanto continuam implementando um amplo acordo alcançado em setembro para reduzir as tensões na fronteira mais fortificada do mundo, informou um oficial do Ministério da Defesa sul-coreano. A Coreia do Sul diz que o acordo militar é um passo importante de reconstrução da confiança que vai ajudar a estabilizar a paz e avançar na reconciliação entre os rivais. Mas os críticos dizem que o Sul arrisca perder parte de sua força militar convencional antes que a Coreia do Norte dê passos significativos na desnuclearização - uma ansiedade que cresce à medida que as maiores negociações nucleares entre Washington e Pyongyang aparentemente caminham para um impasse. A Coreia do Sul reporta ter cerca de 60 postos de guarda - estruturas de concreto semelhantes a bunkers, cercadas por camadas de cercas de arame farpado e que abrigam soldados equipados com metralhadoras - ao longo da ironicamente chamada zona desmilitarizada. A fronteira, com milhões de minas terrestres, tem sido palco de conflitos ocasionais entre as duas forças desde a Guerra da Coreia de 1950-53. Acredita-se que o norte tenha cerca de 160 postos de guarda dentro da zona desmilitarizada. No acordo militar de setembro, alcançado nos bastidores de uma cúpula em Pyongyang entre o líder norte-coreano Kim Jong Un e o presidente sul-coreano Moon Jae-in, as Coreias se comprometeram a eventualmente retirar todos os postos de guarda dentro da Zona Desmilitarizada, mas concordaram a começar removendo 11 de cada lado como uma medida "preliminar". As Coreias planejam destruir 20 das estruturas até o final de novembro, enquanto simbolicamente deixarão um posto de guarda desmilitarizado em cada lado. Os dois países planejam verificar conjuntamente os resultados em dezembro.

 

Fonte: G1

CLIQUE  AQUI

Altos nomes do governo, representantes de países vizinhos e centenas de cidadãos se despedem nesta quarta-feira (26), em um funeral de Estado, na capital Hanói, do presidente do Vietnã Tran Dai Quang, que morreu na última sexta (21), aos 61 anos, devido a uma doença viral. A cerimônia começou às 7h (hora local) na Casa Funerária Nacional, onde os cidadãos - alguns deles bastante emocionados - formam longas filas para a despedida do presidente. A presidente interina, Dang Thi Ngoc Thinh; o primeiro-ministro, Nguyen Xuan Phuc; a presidente da Assembleia Nacional, Nguyen Thi Kim Ngan; e o secretário-geral do Partido Comunista, Nguyen Phu Trong, são alguns dos líderes políticos vietnamitas presentes na cerimônia de despedida. Além disso, o ato conta com as participações dos primeiros-ministros do Cambodja, Hun Sen, e Coreia do Sul, Lee Nak-yon, e também do vice-presidente do Laos, Phankham Viphavanh. As autoridades também realizaram cerimônias comemorativas em Ho Chi Minh (antiga Saigon), a cidade mais populosa do país, e em Nin Binh, província natal de Quang. Os rituais funerários iniciam o luto nacional de dois dias que terminará amanhã com um último ato solene e o enterro de Tran Dai Quang, em Nin Binh, a 120 km de Hanói. Durante os dois dias de luto, as bandeiras nacionais tremulam a meio mastro nos edifícios oficiais e os cinemas e outros centros públicos de entretenimento em todo o país permanecem fechados.

 

Fonte:  G1

A polícia de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, recuperou um raro diamante azul avaliado em US$ 20 milhões (cerca de R$ 74 milhões). Ele tinha sido levado da caixa-forte de uma empresa local e contrabandeado para o Sri Lanka dentro de um par de tênis em uma caixa de sapados. A polícia afirmou que um guarda que trabalhava na empresa tirou o diamante da caixa-forte em 25 de maio e a deu a um parente, que a levou para fora do país. Depois de mais de 100 depoimentos e de rever milhares de horas de circuito interno, a polícia conseguiu apontar o suspeito, que foi preso. A polícia não explicou como o diamante foi recuperado e trazido de volta ao país.

 

Fonte: G1

As fortes chuvas que atingem o Japão já deixaram 38 mortos, quatro feridos graves e 47 desaparecidos, de acordo com balanço divulgado pela Associated Press neste sábado (7). A Agência Meteorológica de Japão (JMA) mantém o alerta máximo para inundações e riscos de deslizamentos de terra nas províncias de Kyoto, Hyogo, Okayama e Gifu. Outras 28 das 47 províncias japonesas estão em alerta e as autoridades já ordenaram a retirada de aproximadamente 4 milhões de pessoas das áreas de risco. A região oeste do país é onde foram registradas as 21 vítimas, entre 40 e 90 anos, segundo os últimos números da polícia e corpos de bombeiros divulgados pela emissora pública "NHK". A maioria dos mortos foi arrastada pelas enchentes dos rios, embora alguns, como uma mulher nonagenária da cidade de Kinnoyama, em Hiroshima, morreu depois que sua casa desabou devido a um deslizamento de terra, segundo a Efe. Além das mortes, outras 47 pessoas estão desaparecidas, principalmente nas províncias de Okayama, Hiroshima e Ehime, onde equipes de resgate ampliaram as buscas. Outras 28 das 47 províncias do Japão estão em alerta e as autoridades ordenaram evacuação de aproximadamente 4 milhões de pessoas. Cerca de 650 membros das forças de segurança participam dos trabalhos de resgate, e outros 21 mil estão preparados para serem deslocados, disse o ministro da Defesa, Itsunori Onodera. A "NHK" transmite ao vivo imagens de localidades inundadas pelos transbordamentos dos rios, casas em encostas montanhosas parcialmente enterradas pela terra e pontes caídas. A agência meteorológica japonesa advertiu que "existe risco de acidentes relacionados com deslizamentos de terra, mesmo que a chuva pare" e pediu que a vigilância seja mantida em áreas montanhosas ou perto de rio.

 

Fonte:  G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reembolsou os US$ 130 mil que seu advogado Michael Cohen pagou à estrela pornô Stormy Daniels por seu silêncio sobre um relacionamento com o magnata, admitiu nesta quarta-feira (2) o ex-prefeito de Nova York e advogado do presidente, Rudy Giuliani. No Twitter, Trump confirmou o reembolso. "Este dinheiro pago pelo advogado (...) o presidente reembolsou ao longo de vários meses", disse Giuliani, que recentemente se somou à equipe de advogados de Trump. Em entrevista à Fox News, Giuliani destacou que o pagamento não violou as regras que orientam o financiamento de campanha, porque "não envolveu dinheiro de campanha". "Foi perfeitamente legal". Trump negava ter conhecimento do pagamento a Daniels, mas na semana passada admitiu que Cohen chegou a um acordo de confidencialidade com a mulher em seu nome. Nesta quinta, o presidente escreveu uma série de tuítes em que diz que confirma o reembolso a Cohen e diz que ele não usou fundos de campanha.

 

Fonte:  G1

 

Página 1 de 6

Notícias mais lidas

Quem Somos

A Radio Nocaute tem como principal meta, tocar os sucessos mais antigos em sua programação, não deixando é claro de tocar os sucessos da atualidade. Nossa programação é feita com 60% de músicas antigas. Trabalhamos com muito carinho para oferecer uma programação diferenciada aos nossos ouvintes.
Saiba mais

 

Nossa Newsletter

Cadastre-se e receba nossas novidades e promoções em seu e-mail!

Siga-nos pelo Facebook