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A cantora americana Beyoncé publicou nesta quinta-feira (7) uma carta aberta com fortes críticas às recentes mortes de negros por policiais dos Estados Unidos e afirmou que a comunidade não precisa de compaixão, mas sim respeito por suas vidas. Ela citou as mortes de Alton Sterling, um homem negro de 37 anos morto na terça-feira (5) em Baton Rouge, na Louisiana, por dois policiais brancos, e do jovem Philando Castile, que morreu na quarta-feira (6) em Falcon Heights, em Minnesota, em outro incidente com agentes que o prenderam por uma infração de trânsito. Os episódios geraam indignação e protestos. "Estamos fartos e cansados dos assassinatos de homens e mulheres jovens em nossas comunidades. Depende de nós tomar uma posição e exigir que eles 'parem de nos matar'", escreveu a cantora. "Nós não precisamos de compaixão. Precisamos que todos respeitem nossas vidas. Nós vamos nos mobilizar como comunidade e lutar contra qualquer um que acredite que o assassinato ou qualquer outra ação violenta contra aqueles que juraram nos proteger devem continuar constantemente impunes", completou Beyoncé. A cantora, geralmente reticente a falar com a imprensa, tem se mostrado especialmente ativa em erguer sua voz contra a brutalidade policial como com o clipe que gravou sobre o tema, "Formation", lançado em fevereiro, e que gerou críticas por parte de alguns políticos conservadores americanos. "Estes roubos de nossas vidas nos fazem sentir desamparados e sem esperança. Mas temos que crer que estamos lutando pelos direitos da próxima geração, pelos homens e mulheres que acreditam no bem", acrescentou a cantora, ao ressaltar que esta é "uma luta humana". "Não importa a raça, o gênero ou a orientação sexual. Esta é uma luta para qualquer um que se sente marginalizado e que não tem direito à liberdade e aos direitos humanos. " Na mensagem, a cantora quis deixar claro que o texto não é uma crítica contra todos os policiais, mas contra "aqueles seres humanos que não sabem avaliar a vida". "A guerra contra as pessoas de cor e contra todas as minorias deve acabar. O medo não é uma desculpa. O ódio não vencerá." Leia, abaixo, a íntegra da carta aberta de Beyoncé: Estamos fartos e cansados dos assassinatos de homens e mulheres jovens em nossas comunidades. Depende de nós tomar posição e exigir que eles "parem de nos matar". Nós não precisamos de compaixão. Nós precisamos que todos respeitem nossas vidas. Nós vamos nos mobilizar como uma comunidade e lutar contra qualquer um que acredite que o assassinato ou qualquer outra ação violenta contra aqueles que juraram nos proteger devem continuar constantemente impunes. Estes roubos de vidas nos faz sentir desamparados e sem esperança mas nós temos temos de acreditar que estamos lutando pelos direitos da próxima geração, pelos homens e mulheres jovens que acreditam no bem. Esta é uma luta humana. Não importa sua raça, gênero ou orientação sexual. Esta é uma luta por qualquer um que se sente marginalizado, que está lutando por liberdade e direitos humanos. Isto não é um recado a todos os oficiais de polícia mas para todo ser humano que não valoriza a vida. A guerra contra pessoas de cor e todas as minorias precisa acabar. Medo não é uma desculpa. O ódio não vencerá. Nós todos temos o poder de canalizar nossa raiva e frustração para a ção. Nós devemos usar nossas vozes para fazer contato com políticos e legisladores e nossas comunidades para pedir mudanças sociais e judiciais. Enquanto nós rezamos pelas famílias de Alton Sterling e Philando Castile, também rezaremos pelo fim desta praga de injustiça em nossas comunidades.

 

 

Fonte:  G1

 

O comitê de investigação que analisa a queda do voo MS804 da EgyptAir infomou que gravações de vozes na cabine do piloto indicam que houve uma tentativa de apagar um incêndio antes da aeronave cair no Mediterrâneo, no dia 19 de maio, segundo a Reuters. Os áudios da cabine do avião foram enviado ao Cairo nesta semana, depois do gravador da caixa-preta ter sido reparado em laboratórios da França. As gravações ainda indicam que um incêndio tomou conta do avião em seus momentos finais. O comitê ainda faz uma análise mais aprofundada sobre as vozes contidas nas gravações e não descarta qualquer possibilidades sobre o que causou o acidente. As gravações estão em linha com os dados extraídos em outros dispositivos do avião, que emitiram sinais de presença de fumaça em seu interior logo antes do acidente. O Airbus A320 fazia a rota Paris-Cairo, quando caiu com 66 ocupantes a bordo, depois de desaparecer repentinamente dos radares por causas ainda desconhecidas . Segundo a EgyptAir, viajavam 56 passageiros, além de sete membros da tripulação e três efetivos de segurança. Entre as vítimas estão 30 egípcios, 15 franceses, além de dois iraquianos, um britânico, um belga, um kuwaitiano, um saudita, um sudanês, um chadiano, um português, um argelino e um canadense. O acidente é o terceiro envolvendo a indústria aérea do Egito desde outubro, quando um avião russo caiu sobre a Península do Sinai, matando todas as 224 pessoas a bordo, em um ataque reivindicado pelo Estado Islâmico. Em março, uma aeronave da EgyptAir foi sequestrada por um homem vestindo um colete de explosivos falso, mas ninguém ficou ferido.

 

 

Fonte:  G1

O número de mortos no atentado lançado na terça-feira (28) por três terroristas suicidas no aeroporto de Istambul subiu para 45, após o falecimento neste sábado (2) de um menino jordaniano de quatro anos que havia sido ferido, informou a agência de notícias Dogan. O menino, identificado como Rayan Mohamed, morreu em um hospital de Istambul devido à gravidade de seus ferimentos, indicou a agência. O governo de Istambul, por sua vez, informou em um comunicado que 52 pessoas seguem internadas, 20 das quais estão em unidades de tratamento intensivo. As autoridades turcas informaram na quinta-feira (30) que entre os mortos havia 19 estrangeiros. O ataque de terça-feira foi o mais grave do ano e ainda não foi reivindicado. As autoridades turcas responsabilizaram o grupo Estado Islâmico (EI) pela ação. No processo de investigação, a polícia prendeu 24 pessoas em Istambul, entre elas 15 estrangeiros, de acordo com a agência de notícias do governo Anadolu. As autoridades afirmaram que os terroristas eram um russo, um uzbeque e um quirguiz. A agência Anadolu identificou como autores Rakim Bulgarov e Vadim Osmanov, sem precisar a nacionalidade de cada um deles. Os meios de comunicação turcos informaram que um checheno identificado como Akhmet Chatayev foi o comandante do atentado. Segundo o jornal Hürriyet, ele seria o chefe do EI em Istambul e também teria organizado os ataques perto da Taksim (em março) e Sultanahmet (janeiro), no coração de Istambul.

 

 

Fonte: G1

A polícia de Nova York (NYPD) enfeitou com as cores arco-íris um dos veículos que vão patrulhar a Parada Gay da cidade, que será realizada neste domingo (26). O carro, apresentado nesta quinta-feira (23), tem adesivos de corações e palavras como "orgulho", "igualdade" e "paz", além de uma frase de apoio às vítimas do massacre de Orlando. Até a placa da viatura ganhou letras e números nas cores do orgulho LGBT. A novidade gerou polêmica no Twitter. Enquanto alguns usuários elogiaram a iniciativa, outros afirmaram que se trata de um gasto de dinheiro desnecessário ou lembraram de episódios em que a polícia prendeu pessoas em marchas gays do passado.

 

 

Fonte: G1

O número de pessoas deslocadas por motivos de conflitos e perseguições em todo o mundo chegou a 65,3 milhões no final de 2015, de acordo com um relatório da ONU lançado nesta segunda-feira (20), dia em que é comemorado o Dia Mundial do Refugiado. Este total inclui refugiados, deslocados internos e requerentes de asilo. O número aumentou quase 10% em relação ao registrado em 2014, que foi de 59,5 milhões, e é considerado um recorde pela agência da ONU para Refugiados, o Acnur. 65,3 milhões de pessoas é mais do que a população do Reino Unido, da França ou da Itália, segundo os dados da ONU. Dos 65,3 milhões, a maioria de 40,8 milhões é de pessoas forçadas a sair de suas casas e que se deslocaram dentro de seus países, os chamados deslocados internos. Outros 21,3 milhões de pessoas fugiram para outros países, e são chamadas de refugiados. Além disso, 3,2 milhões são requerentes de asilo em países industrializados, ou seja, aguardam uma resposta sobre seu pedido de refúgio. 

O drama dos mais de 1 milhão de imigrantes que arriscam suas vidas para atravessar o Mar Mediterrâneo em direção à Europa, e a dificuldade do continente de lidar com a chegada em massa, chamou a atenção do mundo todo em 2015. No entanto, segundo o relatório, a grande maioria dos refugiados está em outros continentes. 86% dos refugiados sob o mandato do Acnur estão em países de renda média ou baixa, próximos às áreas de conflito. O índice chega a 90% do total de refugiados no mundo quando são incluídos os refugiados palestinos sob os cuidados da UNRWA, organização do Sistema ONU dedicada exclusivamente a esta população. Os países que mais recebem refugiados em todo o mundo são a Turquia, seguida do Paquistão e do Líbano. Já os países de onde mais saíram refugiados em 2015 foram a Síria (4,9 milhões), o Afeganistão (2,7 milhões) e a Somália (1,1 milhão).

Os países com maior número de deslocados internos são Colômbia (6,9 milhões), Síria (6,6 milhões) e Iraque (4,4 milhões). O Iêmen, em 2015, foi o país que mais ocasionou novos deslocados internos, que corresponderam a 2,5 milhões de pessoas, ou 9% de sua população. Em relação aos pedidos de refúgio, o número também quebrou recordes, de acordo com o Acnur. Apenas em 2015 foram registrados 2 milhões de novos pedidos de refúgio nos países industrializados. Com essas novas solicitações, 3,2 milhões de pedidos estavam pendentes de resposta no final do ano passado. O país que mais recebeu pedidos de refúgio foi a Alemanha, com 441,9 mil, o que segundo a agência da ONU, está ligado à sua postura de abertura aos refugiados que chegam à Europa após atravessar o Mar Mediterrâneo. Depois vieram os Estados Unidos, com 172 mil pedidos de refúgio, muitos feitos por pessoas que fogem de conflitos armados na América Central.

 

Fonte: G1

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