Nacionais

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Uma doação inusitada chamou a atenção de um grupo de voluntárias do Bazar do Bem, evento beneficente que ocorre anualmente em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Durante a triagem das doações, uma das organizadoras encontrou, dentro de um par de botas, US$ 10 mil em dinheiro. Antes do brechó, são recolhidas doações de peças novas ou usadas, em bom estado, como roupas, calçados, acessórios, brinquedos, objetos de decoração e até móveis. No dia do evento, os itens são vendidos a preços bem acessíveis. Roupas, por exemplo, podem ser compradas de R$ 1 até R$ 50, no máximo. A renda é revertida para ações sociais na cidade. "Foi uma surpresa. A princípio achamos que era um bolo de papel amassado", conta ao G1 Zeli Dambros, uma das organizadoras do bazar. "Resolvemos ir atrás de quem fez a doação da bota, porque percebemos que havia algo errado, o dinheiro não parecia uma doação, porque parecia estar escondido ali", acrescenta. E de fato, estava. As voluntárias localizaram a dona da bota, que pediu para não ser identificada. O calçado foi encaminhado para a doação pela filha da mulher, que não sabia que a mãe guardava os dólares no sapato. "Ela disse que escondia o dinheiro ali porque já teve a casa assaltada várias vezes", explica a voluntária. O dinheiro já foi devolvido. "Tem gente que quer doar anonimamente, mas não era o caso", ressalta.

 

 

Fonte: G1

Os pacientes do Hospital Beneficente Doutor Bezerra de Menezes, em Mundo Novo, na região Sudoestes de Mato Grosso do Sul, a 458 quilômetros de Campo Grande, convivem com visitantes inusitados: macacos. Eles entram pelas janelas e ficam no mesmo ambiente que os pacientes. Alguns pacientes e familiares demonstraram preocupação com a possibilidade de transmissão de doenças. “Hospital cheio de macacos, enquanto a população clama por uma saúde digna”, afirmou uma mulher, que pediu para não ser identificada. “Infestação de macacos. É hospital, mas parece zoológico”. Mas a convivência com os humanos seria incentivada por outros pacientes. “Eles entram nos quartos porque tem gente que dá coisas para eles comerem”, explica uma funcionária. No hospital, a informação é de que os macacos pertencem ao dono da unidade, que mora ao lado. O Hospital Beneficente Doutor Bezerra de Menezes é o único hospital de Mundo Novo. Ele atende pacientes daquela cidade, das vizinhas Eldorado e Japorã e do Paraguai. A convivência entre animais e pacientes não é recente. De acordo com uma funcionária, há décadas os macacos fazem visitas regulares ao hospital. A unidade hospitalar existe há mais de 30 anos. Ainda segundo a mesma funcionária, o dono tem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para criar os bichos.

 

 

Fonte: G1

A Caixa Econômica Federal sorteou na noite deste sábado o concurso 1.919 da Mega-Sena. Ninguém acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulou em R$ 59 milhões. Os números sorteados foram 11 - 28 - 37 - 45 - 54 - 60. O sorteio foi às 20h (horário de Brasília) no município de Cantagalo (RJ). A Quina teve 67 acertadores. O prêmio para cada um deles é de R$ 50.218,80. Outras 5.858 apostas levaram a Quadra. Cada apostador, neste caso, leva R$ 820,52. O próximo sorteio da Mega-Sena será na quarta-feira (12). A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

 

 

Fonte: G1

Uma ação política deflagrada há mais de 11 mil quilômetros do Distrito Federal provocou reação em diversos moradores da capital. Brasilienses integrantes da organização Testemunhas de Jeová enviaram milhares de cartas de protesto à Embaixada da Rússia, na Quadra 801 do Setor de Embaixadas Sul, para reclamar contra a proibição da atuação do grupo cristão na Rússia. O Ministério da Justiça daquele país solicitou que a comunidade religiosa seja considerada extremista e banida. Em 5 de abril, o Supremo Tribunal da Federação Russa vai avaliar o pedido, que pode afetar a vida de cerca de 175 mil seguidores. As famílias pedem a intervenção do embaixador Sergey Pogóssovitch Akopov para a suspensão do processo. O “cartaço” à representação russa no Brasil é ainda maior, já que grupos de vários estados aderiram à iniciativa. As manifestações também se multiplicam nas redes sociais, onde seguidores do credo usam o perfil da representação no Facebook para reclamar. O Ministério da Justiça russo já havia proibido a circulação de materiais de divulgação e doutrinação de Testemunhas de Jeová, entre eles, uma Bíblia adaptada, um folheto de divulgação ilustrado e um livro de histórias bíblicas para crianças com termos e frases que podem ser consideradao agressivos por pessoas que não fazem parte do credo. Uma reportagem de 29 de novembro de 2016, publicada no site da organização, mostra um grupo de homens vestidos de preto invadindo um salão e, aparentemente, plantando material proibido pelo governo russo no local. Porta-vozes da comunidade religiosa no DF, Adriano Faria e José Emiliano Ribeiro Filho explicam que a estrutura e o material religioso do grupo é o mesmo, tanto no país do norte da Eurásia quanto no Brasil, por exemplo. Mas garantem que, após a proibição, os fiéis daquele país teriam deixado de usar as publicações em pregações. Adriano está entre os que enviaram cartas para a Embaixada da Rússia no Brasil. Ele também escreveu para autoridades russas, incluindo o presidente do país, Vladimir Putin. “Eu pedi a ajuda do embaixador para evitar a iminente proibição das Testemunhas de Jeová, que pode afetar a vida de 175 mil russos e, até, colocá-los na ilegalidade. Tratarão pessoas de bem como criminosos. Eles sediarão a Copa do Mundo em 2018, estão se abrindo e não acredito que queiram passar essa imagem”, conta. “Entre nossos preceitos está o respeito a Deus, à família e às autoridades. Nós respeitamos as autoridades e não nos envolvemos politicamente. Se eles proibiram (o folheto, a Bíblia adaptada e o livro infantil), não íamos usar o material. O que praticamos aqui, praticamos na Rússia. É a mesma forma de conduta, o mesmo ensino. A notícia causou consternação no DF e no Brasil”, lamenta Adriano. O Distrito Federal e o Entorno contam com cerca de 200 congregações e, aproximadamente, 20 mil fiéis. Há, inclusive, grupos que ministram as pregações em chinês, espanhol, inglês e francês — este último voltado para a comunidade haitiana na capital. Segundo José Emiliano, as Testemunhas de Jeová ainda não têm informações que expliquem a atitude do governo russo. Questionado sobre uma possível intervenção de outras organizações religiosas, ele disse que não “há como se ter certeza”, mas afirmou que a Igreja Ortodoxa Russa se mostrou desfavorável às Testemunhas de Jeová anteriormente. “A religião é um valor de escolha individual em uma sociedade que, por isso, torna-se plural. Cada um tem o direito de escolher aquilo que crê. No nosso caso, todo nosso trabalho e divulgação são voluntários. E nós falamos somente a quem deseja nos ouvir”, explica. Sem revelar o nome, um funcionário dos Correios confirma o alto número de cartas de vários lugares do Brasil para a Embaixada da Rússia. Segundo ele, a expectativa é que, em pouco tempo, a quantidade de correspondências chegue a 1 milhão. “São de várias pardes do Brasil. São cartas simples, registradas, por Sedex, em uma demanda muito além da esperada. Aumentou bastante a carga de trabalho”, revela. As cartas de Roberto Kayano Júnior, 39 anos, e da mulher, Gisela Kayano, 38, estão entre as milhares enviadas. Frequentadores de uma congregação no Cruzeiro Novo, eles acreditam que o “cartaço” promovido pelos religiosos chegará ao conhecimento das autoridades. “Soubemos do processo de proibição pelo site das Testemunhas de Jeová. Escrevi para o embaixador dizendo que estou apreensivo com a situação”, revela. Roberto espera que o embaixador sensibilize as autoridades do país dele e que o julgamento seja suspenso. “Aqui no Brasil, nunca passamos por isso. Sabemos que cada país tem suas leis. Na Rússia, como no Brasil, as pessoas são livres para seguirem suas crenças. Mas eles estão nos considerando extremistas baseados em uma lei antiterrorismo. Talvez seja por falta de informação”, alfineta. Gisela concorda. “Foi uma possível má aplicação da lei antiterrorismo. Não existe nada nas nossas atividades ou publicações que possa ser entendido como extremista ou de natureza criminosa. Eu e meu marido mandamos cartas, e nossa filha, Saori, coloriu um desenho da (animação infantil) Marsha e o Urso, com uma frase, que mandamos também”, detalha. Porta-voz nacional das Testemunhas de Jeová, William Santos disse que a organização vinha sofrendo com intolerância por parte do governo russo há algum tempo. “Todas as vezes que enviamos uma remessa de nossas Bíblias para o país, eles embargam”, destaca. Para ele, o credo como um todo está sofrendo “preconceito religioso”. “Todas as vezes que eles censuram um material nosso, tiramos de circulação nos nossos salões. A única coisa que continuamos fazendo são as visitas e as pregações, além de ler a Bíblia”, critica. A reportagem do Correio Braziliense telefonou diversas vezes para a Embaixada da Rússia e enviou um e-mail pedindo esclarecimentos. O órgão, porém, não respondeu às ligações ou à mensagem.

 

Fonte: Correio Braziliense

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foram acionadas, na tarde desta quinta-feira (6), para socorrer funcionários do frigorífico JBS, em Campo Grande. Eles passaram mal por conta do vazamento de amônia. A TV Morena entrou em contato com a JBS e aguarda retorno. Por meio de uma nota à imprensa, a JBS informou que o vazamento foi controlado e que, por precaução, a unidade foi imediatamente evacuada. O frigorífico disse ainda que as operações na unidade estão temporariamente suspensas. (Veja nota da JBS sobre o vazamento no final desta reportagem) No começo da tarde, o movimento de socorristas no local foi intenso. Alguns empregados receberam atendimento do lado de dentro do frigorífico, onde se concentrou um grande número de ambulâncias; outros, assustados, correram para as margens da BR-060, a cerca de 400 metros da unidade. Reclamando intenso mal estar, como falta de ar, algumas pessoas foram socorridas na beira da rodovia e encaminhadas para unidades de saúde da capital sul-mato-grossense. Funcionários relataram ao G1 que sentiram cheiro forte e saíram correndo, já suspeitando do vazamento de amônia. Colaboradores que não precisaram de socorro atenderam pedido dos técnicos em segurança da empresa para retornar à área do frigorífico. A amônia é um gás tóxico usado no sistema de refrigeração do frigorífico.

 

 

 

Fonte: G1

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