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Um morador de Praia Grande, no litoral de São Paulo, recebeu uma multa por um motivo um tanto quanto inusitado. A infração teria sido cometida quando o rapaz dirigia uma motocicleta, no bairro Boqueirão, sem cinto de segurança. A imagem da infração foi parar nas redes sociais e, em poucas horas, gerou milhares de compartilhamentos por conta do ineditismo. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a infração é considerada grave. O motorista enquadrado nessa irregularidade é punido com a perda de cinco pontos na carteira de habilitação e é obrigado a pagar uma multa no valor total de R$ 195,23. Caso o motorista some 21 pontos na CNH, dentro de 12 meses, a habilitação é suspensa. A infração do condutor de Praia Grande, que prefere não se identificar, foi anotada por um agente de trânsito de Praia Grande, exatamente às 16h18 do dia 4 de janeiro deste ano, na esquina das ruas Pernambuco e Bahia, no bairro Boqueirão. O motociclista resolveu recorrer e, de acordo com a Secretaria Municipal de Trânsito, a multa foi anulada. "Assim que constatado o erro, a multa foi anulada. O problema foi causado por falha no preenchimento do auto de infração de trânsito por uma agente durante a fiscalização", explicou, por meio de nota, a Prefeitura de Praia Grande. A secretaria aponta ainda que foi aberta uma apuração administrativa e que todos os funcionários públicos estão passando por novas orientações para evitar situações como essa.

 

 

Fonte: G1

Aproximadamente 250 índios da Aldeia Vanuire em Avaí, entre Arco-Íris e Tupã (SP), estão ilhados depois que as duas pontes que ligam a aldeia às cidades vizinhas foram levadas pela chuva desta terça-feira (17). O trajeto para chegar até as duas cidades era de 12 quilômetros. Segundo o cacique responsável pela aldeia, sem as pontes existe apenas um caminho que aumenta o percurso em 100 quilômetros. Tanto a prefeitura de Tupã como a prefeitura de Arco-Íris estão por dentro do problema e disseram que vão avaliar a situação e resolver o quanto antes. Em dezembro de 2015, o mesmo problema deixou os integrantes da aldeia ilhados. A ponte cedeu e causou muitos transtornos.

 

 

 

Fonte: G1

Uma lei estadual restringe o horário de serviços de telemarketing e cobrança de débito, pelo telefone, aos sábados, domingos e feriados. A lei, de autoria do deputado Gilsinho Lopes (PR), já foi sancionada pelo Governador e publicada no Diário do Poder Legislativo na sexta-feira (13). A lei estabelece que empresas prestadoras desses serviços só poderão efetuar ligações aos consumidores de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 19h. Ela passa a vigorar em 45 dias, a partir da data de publicação. O objetivo, segundo o deputado, é garantir o direito ao descanso e ao lazer, o que já está previsto no Código de Defesa do Consumidor. “Apesar de o código ser uma importante ferramenta em favor da parte mais vulnerável, suas regras são gerais e amplas. Logo, torna-se imprescindível e fundamental a edição de uma lei estadual direta e específica”, disse Gilsinho.

 

 

Fonte: G1

A Polícia Federal em Pernambuco informou, na manhã desta sexta-feira (13), a prisão de um homem foragido da Justiça de dois estados e suspeito de liderar uma quadrilha de clonagem de cartões de crédito que agia em vários estados do Brasil. A captura ocorreu na quinta-feira (12), no Janga, em Paulista, no Grande Recife. A ação fez parte da ‘Operação Cartão Vermelho’, deflagrada em 2016. O objetivo era desarticular o grupo, apontado com o responsável por golpes de R$ 600 mil contra a Caixa Econômica Federal (CEF). O suspeito estava cumprindo pena no regime semiaberto no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. Tem extensa ficha criminal, de acordo com a Polícia Federal. Ele se diz comerciante e informa três datas e três locais de nascimento diferentes: uma no Rio Grande Norte e duas em Pernambuco. Ele foi preso diversas vezes por estelionato, em 2010. Chegou a ser condenado a um ano e quatro meses por roubo, no Rio Grande Norte. Em 2011, 2014 e 2015, foi preso pela Polícia Civil de Pernambuco. Em uma das ocasiões, tentava comprar 14 garrafas de whisky utilizando cartão clonado num supermercado da Zona Norte do Recife. Acabou sendo condenado a 3 anos e 6 meses de reclusão. Prisão Os agentes federais cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido pela 36ª Vara da Seção Judiciária de Pernambuco. O homem é suspeito de crimes de estelionato contra órgão público e associação criminosa. De acordo com a PF, por causa do alto grau de periculosidade, a prisão teve que ser feita com o apoio do Grupo de Pronta Intervenção e do Núcleo Especial de Polícia Marítima. Não houve resistência. Na casa do suspeito, os agentes federais encontraram R$ 4 mil, 4 cartões de crédito possivelmente clonados, oito chaves-mestras para abrir portas, um notebook, dois pen drives, um telefone celular, uma impressora, um monitor, 12 roteadores de internet, além de cinco caixas de transmissores de sinal de celular para TV. Ele também estava com uma caminhonete de luxo e placas de carro clonadas. O suspeito foi autuado por estelionato contra órgão público e associação criminosa. Caso seja condenado, pode pegar penas que variam de um a oito anos de reclusão. Ele passou por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, na área central do Recife. Encaminhado para audiência de custódia, teve a prisão confirmada. Em seguida, foi levado para o Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana. Em seu interrogatório o preso usou do seu direito constitucional de só falar em juízo, não dando detalhes sobre sua participação criminosa nos seus vários delitos. Cartão Vermelho A 'Operação Cartão Vermelho' investiga crimes praticados entre 2013 e 2014. Ao todo, 30 policiais federais foram distribuídos em cinco equipes e deram cumprimento na época a seis mandados em Paulista e Olinda, no Grande Recife. As investigações tiveram início no ano de 2014, a partir de uma informação enviada à Polícia Federal contendo relatos de uma empresa prestadora de serviço da Caixa Econômica Federal que gerenciava cartões de crédito. Segundo a denúncia, havia sido detectada uma grande incidência de clonagem de cartões de crédito na região metropolitana.

 

 

Fonte: G1

Ativistas LGBTT, integrantes do Sindicato dos Metroviários e religiosos realizaram um protesto em frente às catracas da estação Pedro II do Metrô, na região central de São Paulo, na tarde desta terça-feira (27). No local, na noite de Natal, o vendedor ambulante Luis Carlos Ruas foi espancado até a morte por dois homens ao tentar defender uma travesti vítima de discriminação. Entre outras reivindicações, o grupo de manifestantes pediu justiça e mais segurança nas estações de metrô da cidade. O Padre Julio Lancelotti estava entre eles e também sugeriu que a estação Pedro II, que compõe a Linha Vermelha, tenha o nome trocado para homenagear a vítima. "Na sexta-feira pretendemos formalizar essa proposta de que essa estação possa se chamar Luis Carlos Ruas", explicou o sacerdote. Por meio de nota, o Metrô informou que, no momento da agressão, "agentes de segurança faziam rondas nas estações vizinhas e foram acionados pelo Centro de Controle da Segurança". A estação Pedro II, onde o crime ocorreu, fica entre as estações Sé e Brás, na Linha 1-Vermelha do Metrô. "O deslocamento das equipes levou seis minutos, momento em que a vítima começou a receber os primeiros-socorros", diz a nota. Os agressores continuavam foragidos até a publicação desta reportagem. A polícia identificou os suspeitos Alípio Rogério Belo dos Santos e Ricardo Nascimento Martins, que tiveram a prisão temporário decretada pela Justiça. As cenas de agressão foram gravadas pelas câmeras da estação Pedro II, no Centro da capital paulista. As imagens começam com a perseguição a uma travesti, que passa por baixo da catraca, corre, seguida por rapazes com camisetas pretas e bermudas brancas. Ela conseguiu escapar. Em seguida, quem aparece fugindo dos agressores é o vendedor ambulante. Ele cai e é espancado com socos e pontapés. Ruas, que era mais conhecido como Índio, morreu no hospital e terá o corpo velado na tarde desta terça, no Cemitério Jardim Vale da Paz, em Diadema, na Grande São Paulo. Ele trabalhava há mais de 20 anos na saída de uma passarela para pedestres do lado de fora da Estação Pedro II. Na manifestação desta terça-feira, o padre Julio Lancelotti estava acompanhado de outros colegas de batina e prometeu participar de um novo ato marcado pela comunidade LGBTT para a próxima sexta-feira, às 15h, no mesmo local. "Nossa presença é no sentido de mostrar nossa solidariedade e a indignação com a forma que a discriminação e o preconceito destroem vidas", afirmou. A vereadora reeleita pelo PPS Soninha Francine, futura secretária de Desenvolvimento Social da gestão do prefeito eleito João Doria também participou do ato. "A gente não pode deixar que as pessoas se acostumem com a notícia e esqueçam. Infelizmente, é uma coisa que acontece com casos de violência. Daqui a pouco eles são substituídos por outros. A gente precisa manter aceso esse horror. Parece algo meio sádico, mas as pessoas não podem se acostumar e esquecer", disse. Soninha disse que quando assumir a pasta vai combater o que chamou de "aversão" existente aos moradores de rua e homossexuais. Segundo ela, os grupos estão entre os principais alvos de violência.

 

Fonte: G1

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