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Terça, 05 Julho 2016 17:49

Mega assalto em São Paulo

Pregos para conter a aproximação de viaturas da Polícia Militar (PM) e fuzis capazes de derrubar aviões de guerra foram usados durante o mega-assalto a uma empresa de segurança e transporte de valores em Ribeirão Preto (SP), nesta terça-feira (5). A ação na Avenida da Saudade continuou pelo bairro Campos Elíseos e trocas de tiros foram registradas em diversas partes da zona norte, onde os policiais faziam patrulhamento. O tiroteio durou cerca de 40 minutos. Na fuga pela Rodovia Anhanguera, os suspeitos atiraram e mataram um policial militar. A Polícia Civil ainda não se pronunciou sobre o crime e a Polícia Militar ainda faz diligências para ajudar na apuração do caso. Ninguém foi preso até a tarde desta terça-feira. Em nota, a empresa Prosegur, alvo dos assaltantes, informou que nenhum funcionário foi ferido no assalto "e que está à disposição das autoridades e colaborando para o andamento das investigações". Ainda não há informações sobre o que foi roubado pelos suspeitos. Segundo os moradores do bairro Campos Elíseos, pelo menos 20 homens participaram da ação e chegaram ao local por volta das 4h30 em dez veículos. Vídeo gravado por vizinhos registrou o tiroteio dos assaltantes e o momento da explosão da empresa. De acordo com as primeiras informações dos policiais, o grupo estava fortemente armado. "Eram diversos calibres, desde pistolas até fuzis 556, 762, ponto 50, que é munição antiaérea, então eles estavam bem equipados", disse o tenente Tiago Pedroso. Além do armamento de guerra, eles usaram explosivos para entrar no prédio da empresa de valores. "Ainda não temos informação de que tipo, mas usaram explosivos, granada não", comentou o policial. Ainda segundo Pedroso, os assaltantes usaram grampos e pregos para conter a aproximação de viaturas da polícia acionadas para conter a ação dos assaltantes. "Colocaram diversos pregos para quando a viatura chegasse furassem os pneus, carros da imprensa ficaram danificados, mas viaturas não", disse. Policiais e moradores do bairro encheram baldes com a munição e os pregos usados pela quadrilha. O material será periciado. Os suspeitos também atiraram contra dois transformadores de energia na Rua Basílio Gama, o que deixou 2.245 imóveis sem eletricidade, segundo a CPFL Paulista. A empresa informou que às 7h desta terça-feira, 80% do serviço já haviam sido restabelecidos. A quadrilha fugiu pela Anhanguera e atirou contra dois policiais que faziam patrulhamento pela via, por volta de 5h. Segundo a Polícia Rodoviária, os agentes estacionaram no acostamento, desceram do veículo e deitaram no asfalto, na tentativa de se proteger. Um deles, de 43 anos, acabou sendo atingido. Ele foi socorrido pela concessionária que administra o trecho, mas não resistiu ao ferimento. O segundo policial não se feriu. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) de São Paulo foi chamado para retirar um explosivo que foi deixado pelo grupo dentro do prédio da Prosegur.

 

 

Fonte:  G1

Os rótulos dos alimentos passam a ter de sair da fábrica com informação sobre ingredientes alergênicos a partir deste domingo (3). São 17 os itens a serem listados, como trigo, crustáceos, leite e nozes. A decisão partiu da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda em 2015 e foi reforçada no início de junho. Aprovada em junho do ano passado, a resolução obriga a indústria alimentícia a informar nas embalagens dos produtos se há presença dos principais alimentos que causam alergias alimentares. O regulamento abrange tanto alimentos e quanto bebidas, ingredientes e aditivos. Os rótulos dos produtos fabricados a partir de agora deverão deverão informar se os alimentos possuem alguns dos seguintes alimentos: trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas); crustáceos; ovos; peixes; amendoim; soja; leite de todos os mamíferos; amêndoa; avelã; castanha de caju; castanha do Pará; macadâmia; nozes; pecã; pistaches; pinoli; castanhas, além de látex natural. Os derivados desses produtos deverão trazer na embalagem as seguintes informações: - Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares); - Alérgicos: Contém derivados de (nomes comuns dos alimentos que causam alergias); - Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) e derivados. A Anvisa determinou também a forma de dispor esses dados. Os detalhes sobre alergênicos deverão ser exibidos logo abaixo da lista de ingredientes. Além disso, as palavras têm de estar em caixa alta, em negrito e com cor diferente do rótulo. A letra não pode ser menor do que a da lista de ingredientes. Os fabricantes tiveram um ano para adequar as embalagens às novas regras. Os produtos fabricados até o fim do prazo de adequação, este sábado (2), poderão ser comercializados até o fim do prazo de validade. Segundo o diretor-relator da matéria, Renato Porto, a demanda nasceu “fortemente da sociedade”, o que fez com que toda a diretoria votasse unilateralmente pela regulamentação. “A sociedade pode agora ter certeza que terá rótulos de produtos muito mais adequados, que vão dar a possibilidade do consumidor de escolher adequadamente seus produtos, dado que a melhor maneira de se prevenir [de uma crise alérgica] é evitando o consumo”, explicou. Segundo a Anvisa, no Brasil, de 6% a 8% das crianças de 6 a 8 anos sofrem de algum tipo de alergia.

 

Fonte:   G1

Um acidente grave envolvendo uma caçamba e um veículo de passeio registrado por volta das 8h da manhã deste domingo (3), no km 36 da BR-135, em Campo de Peris, em São Luís, deixou oito pessoas mortas. A informação foi confirmada pelo assessor de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), inspetor Antônio Norberto. Ainda segundo o inspetor, o carro de passeio seguia rumo à capital quando uma caçamba que transportava lixo e que vinha no sentido contrário entrou na contramão causando o acidente. A caçamba tombou às margens da rodovia e o veículo de passeio ficou destruído. A inspetora Valdirene, da Polícia Rodoviária Federal, confirmou que todos os oito passageiros do corsa classic, de placa OJI-5012, não resistiram. Dentre as vítimas, cinco adultos e três crianças, uma de colo, uma de aproximadamente 7 anos e outra de 10 anos. “Nós só podemos confirmar sobre as vítimas. O que nós temos é que todos os passageiros do veículo de passeio morreram. Agora nós vamos cuidar da retirada dos corpos. Estamos esperando uma equipe do IML e do Icrim para realizar uma perícia técnica”, afirmou. Segundo familiares, os ocupantes do veículo vinham do município Humberto de Campos para São Luís para realizar alguns exames médicos. Equipes da PRF estão no local para ajudar a organizar o fluxo de veículos. O motorista do caminhão fugiu do local. A PRF também não confirma a procedência da caçamba que transportava lixo.

 

 

Fonte:  G1

O Ministério Público Federal (MPF-GO) e a Polícia Federal deflagraram na manhã desta quinta-feira (30) a Operação Tabela Periódica, mais uma etapa da Operação O Recebedor, que apura fraudes na construção das Ferrovias Norte-Sul e Integração Leste-Oeste. Foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de condução coercitiva em Goiás e mais oito unidades da federação. As diligências ocorreram em Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais, Ceará, Paraná, Bahia e Espírito Santo. Segundo o MPF, o objetivo é recolher provas adicionais do envolvimento de empreiteiras e de seus executivos na prática de cartel, fraude em licitações e pagamentos de propina a ex-diretores da Valec, relacionados aos contratos de construção de ferrovias. As irregularidades foram reveladas em acordo da Camargo Corrêa com a força-tarefa da Operação Lava Jato, que apura um esquema de corrupção na Petrobras. Denúncia No último dia 15 de maio, o MPF ofereceu denúncia contra oito pessoas suspeitas de envolvimento na operação O Recebedor, deflagrada em fevereiro deste ano, que investiga formação de cartel e outras irregularidades na construção das ferrovias. Os crimes atribuídos aos envolvidos são prática de cartel, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em licitação. Em valores corrigidos, os desvios podem ter chegado a mais de R$ 600 milhões, somente em Goiás, entre 2006 e 2011. O MPF-GO pede na Justiça o ressarcimento do montante. O procurador da República, Hélio Telho, afirmou na época que oito empreiteiras eram investigadas na operação. Ele disse que as empresas simulavam concorrência em um processo de licitação que já estava definido. Isso é considerado crime de cartel. "Várias empresas fazem um acordo para anular a competição, para combinar os preços dos lotes da ferrovia cedidos para as vencedoras das licitações. Os editais eram direcionados e restringiam outras empresas para que apenas aquele grupo tivesse condições de participar. As empreiteiras apresentavam um preço que tinha uma concorrência de faz de conta", afirmou o procurador em maio deste ano. A investigação apontou que José Francisco das Neves – conhecido como Juquinha – ex-presidente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias (estatal ligada ao Ministério dos Transportes), recebeu R$ 2,2 milhões de propina. O procurador afirmou que não há indícios de que ele tenha iniciado o esquema, mas foi recrutado para participar. "O cartel existe antes do Juquinha. Não é possível dizer que ele era o chefe. O que se observou é que ele foi cooptado pelo esquema que pagou propina para ele. O Juquinha teve papel importante na expansão, quando formava os consórcios e era decidida qual empresa ficaria com qual lote”, disse. Na operação O Recebedor, já foram instauradas dez ações judiciais e 37 processos contra pessoas físicas e jurídicas envolvidas. Mais de R$ 136 milhões foram bloqueados para ressarcimento ao erário. Acordo de leniência O esquema começou a ser investigado após um acordo de leniência firmado pela construtora Camargo Corrêa dentro da força-tarefa da Operação Lava Jato. Em acordos do tipo, uma empresa envolvida em algum tipo de ilegalidade denuncia o esquema e se compromete a auxiliar um órgão público na investigação. Em troca, pode receber benefícios, como redução de pena e até isenção do pagamento de multa. Segundo o MPF-GO, a Camargo Corrêa se comprometeu a restituir R$ 700 milhões aos cofres públicos, dos quais R$ 75 milhões são destinados a ressarcir os danos acusados à Valec. Operação O Recebedor A operação foi deflagrada no dia 26 de fevereiro em Goiás, Paraná, Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de condução coercitiva e 44 de busca e apreensão no país. Destes, sete mandados foram em Goiás. Segundo o MPF-GO, o objetivo da operação é recolher provas sobre o pagamento de propina para a construção das Ferrovias Norte-Sul e Integração Leste-Oeste, bem como prática de cartel, lavagem de dinheiro e superfaturamento. Ferrovia Norte-Sul A Ferrovia Norte-Sul foi inaugurada no dia 22 de maio de 2014, depois de cerca de 25 anos do início das obras. O trecho entre Palmas e Anápolis (GO) tem 855 quilômetros de trilhos. Apesar da inauguração, a primeira viagem só foi feita em dezembro do ano passado. Devido à demora da obra, a Valec não soube precisar quanto de dinheiro já havia sido gasto. A estatal estimou, na época, a quantia de US$ 8 milhões, equivalente a mais de R$ 25 milhões. Denúncias de irregularidades marcaram a construção. Em novembro, o MPF-GO ofereceu denúncia contra oito pessoas suspeitas de superfaturar obras da Ferrovia Norte-Sul em Goiás. Todos eles devem responder por peculato e, se condenados, podem pegar até 12 anos de prisão. O prejuízo com cargas que deixaram de ser transportadas, perdas e impostos não arrecadados pode chegar a R$ 38 bilhões por ano, segundo a Valec.

 

Fonte: G1

O Ministério da Educação (MEC) divulga nesta segunda-feira (27) o resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). Os estudantes pré-selecionados têm até o dia 1º de julho para apresentar nas instituições de ensino os documentos que comprovem as informações prestadas na hora da inscrição. O ProUni seleciona estudantes para receber bolsas de estudo em instituições particulades de ensino superior com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Serão ofertadas, no segundo semestre deste ano, 125.442 bolsas - 57.092 integrais e 68.350 parciais, de 50% - em 22.967 cursos de 901 instituições de ensino superior. O resultado será divulgado na página do ProUni. Cabe ao candidato verificar, na instituição, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a reprovação. Aqueles que não forem selecionados podem ainda participar da lista de espera, de 8 a 11 de julho. A lista dos documentos necessários está disponível na internet. O estudante é selecionado quando a documentação é aprovada. O programa é dirigido tanto aos estudantes egressos do ensino médio na rede pública, quanto àqueles que tenham vindo da rede particular na condição de bolsistas integrais. Podem concorrer a bolsas integrais os estudantes que comprovem renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Às bolsas parciais, podem concorrer aqueles com renda familiar per capita máxima de três salários mínimos.

 

Fonte: Folha vitória

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