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Cerca de 70 policiais civis de Governador Valadares (MG) fizeram uma manifestação na manhã desta quinta-feira (23) na porta da delegacia regional da cidade. Os grevistas pedem a melhoria da estrutura do local de trabalho e equiparação salarial para os escrivães e investigadores. A greve começou em todo o estado na última segunda-feira (20) e 70% dos serviços estão suspensos, segundo Sindpol/MG. Em Valadares, 30% do efetivo continua trabalhando, mas todos os 150 policiais da cidade aderiram ao movimento. “Nós entendemos que durante décadas o Governo de Minas não tem valorizado toda a classe da Polícia Civil. A nossa estrutura e as viaturas são precárias”, disse o delegado Clériston Lopes Amorim. Os atendimentos ao público na delegacia estão sendo realizados entre 14h e 16h40. O Detran está distribuindo 70 senhas diariamente, para atender o público. Na delegacia de mulheres, os servidores só estão atendendo os casos de flagrantes. O diretor financeiro do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Minas Gerais em Governador Valadares, José Renato Machado Lima, disse que o movimento não busca aumento de salário, mas sim uma estruturação da Polícia Civil. Ainda segundo ele, as negociações entre o Governo de Minas e a PC já começaram em Belo Horizonte (MG), mas ainda não houve acordo. O G1 procurou a assessoria da Polícia Civil que confirmou que está em fase de negociação, porém não repassou detalhes.

 

 

Fonte:  G1

O governo anunciou redução a zero da alíquota de importação de feijão, de qualquer país, por prazo de 90 dias. A medida foi criada com o intuito de estimular as importações do grão, numa tentativa de baixar os preços do produto. Porém, o feijão carioca, que responde por mais de 70% do consumo nacional, é um produto genuinamente brasileiro e não é encontrado em outros mercados. Com isso, a importação de feijão preto e de outros tipos não deve solucionar a crise de abastecimento. A medida pode apenas baratear o feijão preto e forçar uma mudança de hábito, fazendo com que muitos optem pelo grão preto, em vez do feijão carioca. Tradicionalmente, o Brasil importa entre 100 e 150 mil toneladas de feijão preto por ano, sendo a Argentina o principal fornecedor do produto. Como os países do Mercosul integram um mercado comum, o feijão argentino já é importado sem taxas. Além disso, segundo Sandra, a importação de feijão é irrelevante diante da produção brasileira, de 2,9 milhões de toneladas na safra 2015/2016. Mesmo assim, já houve um incremento nas importações. De janeiro a maio de 2016, foram importadas 69,3 mil toneladas de feijão (todos os tipos de feijão, secos e em grãos), contra 44,6 mil toneladas no mesmo período de 2015, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De acordo com Sandra Hetzel, analista da consultoria Unifeijão, a tonelada de feijão preto argentina está custando cerca de US$ 1.250, valor que somado ao frete e impostos ficará muito próximo do preço brasileiro. “Lá na Argentina também houve perdas por causa do clima e o feijão também está caro. Não vejo muita vantagem competitiva na importação”, diz. “Só é uma medida positiva do ponto de vista psicológico, porque o mercado está extremamente nervoso. Mas a gente não pode esperar feijão barato neste ano, o consumidor tem de ter consciência disso.” A solução pode estar na China e no México Para estimular a importação de feijão preto, o governo pode reduzir tarifas de importação da China e focar no México. “A mercadoria da China está compensando. A saca chegaria ao Brasil por R$ 180 incluindo todos os impostos, enquanto em São Paulo, a saca de feijão preto está custando R$ 300”, diz Sandra. Porém, segundo a analista, a mercadoria demoraria mais de 40 dias para ser transportada por navio até o Brasil. “E mesmo assim, a importação não vai baixar os preços, só pode aliviar a pressão e não deixar que o feijão fique ainda mais caro”, afirma Sandra. Outra alternativa é o México, onde se produz uma variedade de feijão chamada “pinto beans”. Esse tipo de feijão é similar ao carioca, com a diferença que é colorido com “pintas”, em vez de rajado. “O México é um tradicional produtor de feijão que pode suprir um pouco da nossa demanda no futuro. O feijão pinto beans é maior e o sabor é um pouco diferente, mas é o que mais se aproxima do feijão carioca”, afirma Alcido Wander, chefe de pesquisa da Embrapa Arroz e Feijão. Mais uma vez, a solução não é imediata. Para importar feijão do México, o Brasil precisa negociar protocolos fitossanitários, processo que leva meses. Essa negociação é fundamental por questões de segurança, para evitar que pragas e doenças encontradas nas lavouras mexicanas sejam trazidas para o Brasil. O mercado aguarda a próxima colheita O feijão é uma cultura de ciclo curto, entre 90 e 100 dias. Por isso, é possível ter três safras em cada ano agrícola. A primeira e a segunda safras do ano agrícola 2015/2016 registraram redução de área plantada e foram prejudicadas por problemas climáticos, como chuvas excessivas e geadas. A esperança que resta para este ano é a terceira safra, estimada em 873,3 mil toneladas, que será colhida entre o fim de agosto e o dia 20 de setembro em São Paulo, Oeste de Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás e em algumas regiões de Mato Grosso. “Essa é uma safra menor, que não representa o maior volume da produção nacional. Mas, vai garantir o abastecimento por um tempo e dar um alívio nos preços do feijão”, afirma o pesquisador da Embrapa. Porém, segundo os especialistas, os preços do feijão carioca só devem mesmo voltar à normalidade a partir de novembro, quando começar a colheita da primeira safra de feijão do ciclo 2016/2017 e se as lavouras estiverem em boas condições. O que é o feijão carioca? De acordo com Wander, esse tipo de grão é resultado de uma mutação natural que ocorreu em plantas de feijão na década de 1960. A partir dessa planta, surgiu o feijão carioca, que foi estudado e gerou inúmeras variedades que atualmente são cultivadas no País. “Essa é uma criação nacional”, diz Wander. “Não existe produção de feijão carioca em escala comercial em nenhum outro lugar no mundo. O que existe são produtores que levaram variedades brasileiras e estão tentando produzir lá fora com o objetivo de exportar para o Brasil.” Feijão carioca é um problema para o Brasil Por ser um produto genuinamente nacional, a má notícia é que os brasileiros são reféns de sua própria criação. Quando a produção supera a demanda, os preços despencam e os produtores de feijão amargam prejuízos, porque o carioca é desconhecido no mercado internacional e não é possível exportar o produto. Por outro lado, quando a produção de carioca fica abaixo do esperado, o Brasil não tem de onde importar o produto, o que provoca alta nos preços. “Os produtores já estão calejados, eles acompanham o mercado e sabem que o feijão tem essas oscilações malucas”, afirma Sandra, analista da Unifeijão. Segundo o pesquisador da Embrapa, o ideal é que o mercado brasileiro substitua o consumo de feijão carioca por feijão preto e feijão branco, por exemplo. “No longo prazo, a melhor solução seria que os brasileiros tivessem o hábito de consumir grãos mais conhecidos e aceitos no mercado internacional”, afirma Wander. “Isso traria mais estabilidade e previsibilidade para o mercado.”

 

Fonte:  G1

Após um mês de expectativa, o Cruzeiro oficializou a contratação do atacante Rafael Sóbis nesta noite, encerrando uma longa negociação com o Tigres-MEX. O camisa 9 é um sonho antigo da Raposa, que em 2012 tentou trazê-lo para Belo Horizonte. O anúncio foi feito pelo vice-presidente celeste, Bruno Vicintin, via Twitter. O dirigente, inclusive, soltou uma hashtag enigmática logo após divulgar o acerto com Sóbis, e com possível erro de digitação, despertando a curiosidade dos internautas. Ele publicou #OBoiVenceOMal. O avante assinará contrato de três anos com o time celeste. A data da chegada de Sóbis a Belo Horizonte ainda não foi divulgada, assim como os detalhes do contrato. Mais cedo, a diretoria mexicana confirmou que liberou Sóbis para se acertar com o Cruzeiro e até divulgou vídeo do avante se despedindo dos companheiros de equipe. Pesou para a transferência ser bem sucedida o desejo do atleta de retornar ao Brasil, já que o Tigres não tinha intenção de desfazer-se de seu ídolo. De acordo com apuração do Super FC, o Tigres não abriria mão da multa pela quebra contratual de Rafael Sóbis, no valor de R$ 27 milhões. Informações de bastidores dão conta de que o Cruzeiro pagará R$ 17 milhões, sendo uma parte à vista e o restante em parcelas.

 

Fonte:  O tempo

A polícia de Nova York (NYPD) enfeitou com as cores arco-íris um dos veículos que vão patrulhar a Parada Gay da cidade, que será realizada neste domingo (26). O carro, apresentado nesta quinta-feira (23), tem adesivos de corações e palavras como "orgulho", "igualdade" e "paz", além de uma frase de apoio às vítimas do massacre de Orlando. Até a placa da viatura ganhou letras e números nas cores do orgulho LGBT. A novidade gerou polêmica no Twitter. Enquanto alguns usuários elogiaram a iniciativa, outros afirmaram que se trata de um gasto de dinheiro desnecessário ou lembraram de episódios em que a polícia prendeu pessoas em marchas gays do passado.

 

 

Fonte: G1

A repórter e uma das diretoras do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) Verônica Pimenta foi presa na manhã desta segunda-feira (20) durante reintegração de posse nas Ocupações Maria Vitória e Maria Guerreira, localizada no bairro Copacabana, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte. A jornalista estava fazendo a cobertura da reintegração quando foi presa e encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Venda Nova. De acordo com a Polícia Militar, ela foi presa por desobediência e por não ter se identificado. “Em gestão de eventos de crise como esse, nós estabelecemos perímetros de segurança e só ficam dentro dele quem está diretamente envolvido no fato. Isso é feito até para a segurança da imprensa. Ela se recusou a obedecer esse perímetro e a se identificar e por isso precisou ser presa”, afirmou o capitão Flávio Santiago, chefe da assessoria de imprensa da Polícia Militar. Ainda segundo ele, a reintegração está sendo feita de forma pacífica e a repórter foi para a delegacia no carro da Inconfidência. Já o presidente do sindicato Kerison Lopes considera que a prisão foi feita de forma arbitrária. “A Verônica estava no meio da entrevista quando foi definido o perímetro de segurança e ela queria terminas, mas os policiais começaram a pedir para ela sair, impedindo o trabalho dela. Ela estava devidamente identificada com microfone e crachá da rádio”, afirmou Lopes. Ainda segundo Lopes, a repórter está prestando depoimento na tarde desta segunda. O advogado do sindicato está acompanhando o depoimento. A advogada da rádio Inconfidência também está na delegacia. “Estamos acompanhando os casos, essa não é a primeira vez que a polícia impede os jornalistas de trabalharem e isso é muito grave, vamos ficar atentos a esses acontecimentos e se for preciso acionaremos a Justiça”, disse o presidente do sindicato. A assessoria de imprensa da Polícia Civil afirmou que Verônica assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), prestou depoimento e foi liberada. O TCO é utilizado em crimes de menor potencial ofensivo e agora ela deve ser ouvida em audiência judicial. Ainda segundo a Polícia Civil, os militares envolvidos na ocorrência também foram ouvidos. Eles registraram Boletim de Ocorrência por desobediência e incitação da população contra os policiais. Porém como nenhum popular foi preso, a Polícia Civil só acatou a desobediência. Um vídeo com o momento da retirada da repórter da ocupação foi gravado por moradores. Nas imagens a moradora afirma que Verônica passou a noite na ocupação e por isso já estava lá dentro.

 

Fonte:  O tempo

O goleiro Bruno Fernandes, que cumpre pena pelo assassinato de Eliza Samudio, oficializou neste fim de semana o casamento com a dentista Ingrid Calheiros, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a cerimônia foi realizada neste sábado (18), na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), onde o atleta está preso desde setembro do ano passado. Bruno Fernandes foi condenado pela Justiça de Minas a 22 anos e três meses de prisão pela morte e ocultação do cadáver da ex-amante, além do sequestro do filho da jovem. Além de Bruno, outras cinco pessoas foram condenadas pela morte de Eliza.

Segundo o advogado Lúcio Adolfo, houve tanto o casamento civil quanto o casamento religioso. Ele contou que a cerimônia foi celebrada por uma pastora. De acordo com o TJMG, além de Bruno, outro preso, que na Apac é chamado de recuperando, casou-se neste sábado. A Justiça informou que foram convidados voluntários da associação, parentes e amigos próximos aos noivos. Após a cerimônia, ainda de acordo com o TJMG, foi servido um almoço, preparado na unidade com a ajuda dos recuperandos. O casamento ainda contou com uma banda de louvor durante a celebração.

Desde o julgamento de Bruno, ocorrido em 2013, Ingrid já se apresentava como mulher do goleiro. Pelo menos desde 2011, quando Bruno estava detido na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana, os dois já cogitavam se casar na prisão. Na época do assassinato de Eliza Samudio, em 2010, o goleiro era casado com Dayanne Rodrigues, de quem se separou após o crime. Ela também respondeu pela acusação de sequestro e cárcere privado do filho de Bruno com Eliza Samudio, mas foi absolvida pela Justiça mineira.

Bruno Fernandes foi condenado pela Justiça de Minas, em março de 2013, a 17 anos e 6 meses em regime fechado por homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, asfixia e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima), a outros 3 anos e 3 meses em regime aberto por sequestro e cárcere privado e ainda a mais 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver. A pena foi aumentada porque o goleiro foi considerado o mandante do crime, e reduzida pela confissão do jogador. Eliza desapareceu em 2010 e seu corpo nunca foi achado. Ela tinha 25 anos e era mãe do filho recém-nascido do goleiro Bruno, de quem foi amante. Na época, o jogador era titular do Flamengo e não reconhecia a paternidade.

 

Fonte: G1

Quando uma tesoura e uma máquina de cortar cabelo foram parar nas mãos de João Batista Oliveira, na década de 1960, ele não imaginava que aqueles dois objetos iriam influenciar tanto a sua vida dali para frente. Na época, com 20 e poucos anos, ele conta que morava em um sítio em Cesário Lange (SP) e nem sonhava com a carreira que iria seguir. Hoje, aos 71 anos, e 48 anos de profissão, Batista ostenta em sua barbearia na Vila Santana, em Sorocaba (SP), uma placa comemorativa por conta dos mais de 1,5 milhão de cortes que já fez. 

Batista explica que a conta foi feita por um cliente. "Ele veio aqui um dia e começou a conversar comigo. Contei minha história como barbeiro desde o início e daí ele fez o cálculo, chegando a esse número. Aí ele resolveu me presentear com essa placa comemorativa", diz. A condecoração, pendurada em local de destaque ao lado de uma foto de seu Batista mais jovem, traz os dizeres: "Isto reconhece que o ilustre profissional Batista, ao longo de 47 anos de trabalho e profissionalismo, concluiu com sucesso até o presente momento o corte de 1.575.57 pessoas". Batista ressalta que o número foi alcançado no ano passado. 

O barbeiro faz questão de explicar o cálculo feito pelo cliente para chegar a tal número. "Ele calculou os anos de profissão, sendo deles 26 dias de trabalho por mês e com uma média de 109 cortes por dia. Chego a trabalhar das 6h30 até 22h alguns dias, principalmente de sexta, sábado e véspera de feriado, que é quando o povo quer ficar bonito para as festas", brinca. Para conseguir a impressionante marca de 109 cortes em 16 horas, seu Batista teria que gastar no máximo 7 minutos em cada cliente. Mas ele garante que os números não são "conversa de barbeiro". "Eu guardo a lâmina de cada corte de cabelo ou barba que eu faço em uma vasilha e, no fim do dia, conto tudo para ter um controle de quantos cortes faço por dia. Depois jogo tudo fora, porque guardar não seria higiênico", conta.

Polêmica matemática à parte, Batista lembra com alegria do começo da carreira, aos 20 anos de idade, quando morava em um sítio em Cesário Lange com a família. Ainda sem saber como conseguiu uma tesoura e uma máquina de cortar cabelos, do tipo manual, ele apenas lembra que assim que teve o primeiro contato com os objetos, já quis experimentar. "Eu pedi para cortar os cabelos do meu irmão, mas ele não deixou. Ficou com medo. Mas eu insisti. Pedia a toda hora: 'dá o seu cabelo para eu cortar' e ele, 'não, de jeito nenhum'". De tanto insistir, o irmão de Batista cedeu a pressão. No começo, a tesoura chegou a cair algumas vezes no chão, o que só fez aumentar o medo de seu "cliente". Só que o susto inicial passou, João se acertou com a tesoura em mãos e, assim, comandou-a entre os fios de cabelo do irmão como se soubesse exatamente o que estava fazendo. Tanto que o resultado agradou o cliente exigente, que fez questão de contar para os amigos e vizinhos do sítio. "E foi assim que eu comecei a cortar cabelo. Pela vizinhança do sítio, sempre sem cobrar nada, isso por anos. Então eu passei a sonhar em ter o meu próprio salão em São Paulo, mas primeiro fui para Tatuí, trabalhei por quatro anos lá no salão de um amigo e depois vim para Sorocaba, onde trabalhei por um ano no salão de um amigo até abrir a minha própria barbearia, primeiro foi no Centro e, desde 1978, estou na Vila Santana", conta. De pai para os filhos Batista é casado e pai de sete filhos, sendo quatro mulheres e três homens. Como era de se esperar, ele acabou passando para os filhos o amor pela barbearia. Todos, sem exceção, trabalharam em algum momento da vida na área e até dois dos seus filhos, sendo um homem e uma mulher, abriram o próprio salão, enquanto alguns mudaram de profissão.

Já dois dos sete filhos, trabalham atualmente lado a lado do pai na barbearia na Vila Santana: Eliseu, de 37 anos, e Filipe, de 30 anos. "Eu comecei a cortar cabelo profissionalmente com 17 anos, mas desde bem pequeno eu já fazia a barba do meu pai. Ele colocava um caixote perto da cadeira para eu subir e tirar a barba dele. Eu tirava cada 'taio'", lembra em meio a risos Eliseu, que nunca teve dúvida que queria seguir os mesmos passos do pai.

Já Filipe até tentou escapar da barbearia, trabalhou em uma indústria por alguns anos, mas por conta da crise econômica acabou sendo despedido do serviço, isso no ano passado, e aí viu na profissão do pai uma forma de se recolocar no mercado de trabalho. "Desde criança eu cortava cabelo, mas quis arriscar trabalhar em outra coisa. Antes eu não estava preparado. Agora eu estou no lugar certo. O movimento do salão aumentou e eu vim ajudar e agora não quero mais parar". Por mais que Batista tenha ensinado muito para os filhos sobre a profissão, ele faz questão de frisar que constantemente aprende com eles também. "A pessoa que pensa que é boa em algo, que sabe de tudo sobre uma determinada coisa, na verdade, tem muito que aprender ainda."

 

Fonte:  G1

“O Cruzeiro é muito grande para viver de contra-ataque”. A frase foi dita por Rafael Silva durante a semana de preparação para o duelo com o Grêmio. E, passado o confronto, ganhou contornos de profecia. O que se viu na Arena Grêmio foi uma equipe covarde, que se absteve de jogar, passou a maior parte da partida se defendendo e viu o tricolor vencer por 2 a 0 sem muitas dificuldades. Uma atuação que beirou o ridículo e que consolidou uma triste realidade: o Cruzeiro é, depois de nove rodadas, o pior time do Campeonato Brasileiro. Até mesmo o mais crítico e pessimista torcedor celeste se assusta ao ver a Raposa na lanterna do torneio nacional. O time possui menos pontos do que jogos disputados. Algo surreal para uma equipe do tamanho do Cruzeiro. São oito pontos em nove partidas realizadas, um futebol abaixo da média e a evidente necessidade de reforços, que devem chegar a partir do segundo semestre. A esperança da China Azul é que as contratações realmente aconteçam. Senão, o cenário poderá ficar ainda mais nebuloso. Na próxima quarta-feira, às19h30, a equipe de Paulo Bento tentará a reabilitação diante da Ponte Preta, no Moisés Lucarelli.

O jogo. O Cruzeiro entrou em campo com uma proposta definida, fechado em seu campo de defesa e aguardando algum espaço cedido pelos gremistas para contra-atacar. Só que o time celeste não teve êxito com tal proposta de jogo. Em boa parte do primeiro tempo, a Raposa conteve o ímpeto do adversário, mas não teve efetividade nos contragolpes. E quando parecia que o empate iria perdurar até o intervalo, eis que brilhou a estrela de Luan, que, aos 44 min, recebeu o cruzamento de Everton e, sem marcação na pequena área, testou para o fundo das redes de Fábio. Na segunda etapa, o Grêmio continuou em cima e ampliou a vantagem com Douglas. Depois do rebote de Fábio, o meia completou para o gol. Não bastassem os erros defensivos, a Raposa ainda perdeu um pênalti com Arrascaeta, que não consegue manter uma regularidade com a camisa estrelada. Acorda, Cruzeiro! 

 

Fonte: O tempo

O número de pessoas deslocadas por motivos de conflitos e perseguições em todo o mundo chegou a 65,3 milhões no final de 2015, de acordo com um relatório da ONU lançado nesta segunda-feira (20), dia em que é comemorado o Dia Mundial do Refugiado. Este total inclui refugiados, deslocados internos e requerentes de asilo. O número aumentou quase 10% em relação ao registrado em 2014, que foi de 59,5 milhões, e é considerado um recorde pela agência da ONU para Refugiados, o Acnur. 65,3 milhões de pessoas é mais do que a população do Reino Unido, da França ou da Itália, segundo os dados da ONU. Dos 65,3 milhões, a maioria de 40,8 milhões é de pessoas forçadas a sair de suas casas e que se deslocaram dentro de seus países, os chamados deslocados internos. Outros 21,3 milhões de pessoas fugiram para outros países, e são chamadas de refugiados. Além disso, 3,2 milhões são requerentes de asilo em países industrializados, ou seja, aguardam uma resposta sobre seu pedido de refúgio. 

O drama dos mais de 1 milhão de imigrantes que arriscam suas vidas para atravessar o Mar Mediterrâneo em direção à Europa, e a dificuldade do continente de lidar com a chegada em massa, chamou a atenção do mundo todo em 2015. No entanto, segundo o relatório, a grande maioria dos refugiados está em outros continentes. 86% dos refugiados sob o mandato do Acnur estão em países de renda média ou baixa, próximos às áreas de conflito. O índice chega a 90% do total de refugiados no mundo quando são incluídos os refugiados palestinos sob os cuidados da UNRWA, organização do Sistema ONU dedicada exclusivamente a esta população. Os países que mais recebem refugiados em todo o mundo são a Turquia, seguida do Paquistão e do Líbano. Já os países de onde mais saíram refugiados em 2015 foram a Síria (4,9 milhões), o Afeganistão (2,7 milhões) e a Somália (1,1 milhão).

Os países com maior número de deslocados internos são Colômbia (6,9 milhões), Síria (6,6 milhões) e Iraque (4,4 milhões). O Iêmen, em 2015, foi o país que mais ocasionou novos deslocados internos, que corresponderam a 2,5 milhões de pessoas, ou 9% de sua população. Em relação aos pedidos de refúgio, o número também quebrou recordes, de acordo com o Acnur. Apenas em 2015 foram registrados 2 milhões de novos pedidos de refúgio nos países industrializados. Com essas novas solicitações, 3,2 milhões de pedidos estavam pendentes de resposta no final do ano passado. O país que mais recebeu pedidos de refúgio foi a Alemanha, com 441,9 mil, o que segundo a agência da ONU, está ligado à sua postura de abertura aos refugiados que chegam à Europa após atravessar o Mar Mediterrâneo. Depois vieram os Estados Unidos, com 172 mil pedidos de refúgio, muitos feitos por pessoas que fogem de conflitos armados na América Central.

 

Fonte: G1

O escritório regional em Governador Valadares da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/ GV) está preocupado com algumas denúncias que vem recebendo sobre infrações ao código de ética da profissão em casos relacionados a abertura de ações individuais contra a empresa Samarco na cidade. Segundo o presidente da OAB na cidade, Elias Souto, a entidade já flagrou casos de advogados, a maioria vindos de outras cidades, que têm se aproveitado de um momento de fragilidade da população para tirar vantagens indevidas. “Tivemos alguns históricos recentes de contratações de pessoas que se passavam por advogados, pegavam o dinheiro inicial de clientes e depois sumiam, e os clientes não sabem onde foram parar as ações, se elas foram abertas. A gente tem dificuldade de localizar essas pessoas, também temos problemas com pessoas que vieram de fora, colheram várias procurações e ajuizaram ações contra a empresa, voltaram para sua cidade e os clientes daqui não tem contato mais”, alerta Elias Souto. A entidade classista já abriu cerca de 21 notificações contra profissionais que infringiram a ética, especialmente no que diz respeito à publicidade indevida e forma ilegal de captação de clientes. O presidente do Conselho de Ética na cidade, Miguel Ângelo Provetti, explica que a publicidade da advocacia é restrita pelo estatuto da OAB e indica que a população deve desconfiar de pessoas que estiveram promovendo seus serviços de forma inadequada. “Qualquer publicidade é proibida. Panfletos na porta da igreja, distribuição aleatória de cartões, carro de som, tudo isso é proibido. Já pode começar a desconfiar. A melhor propaganda que nós entendemos é do relacionamento íntimo, uma pessoa avisa para outra, que avisa para outra e por aí. Temos denúncia de pessoas que montaram uma mesa na praça de bairro carente e deram procurações para a população assinar. Se a pessoa é advogado, a pessoa sabe que não pode fazer isso. Então nós entendemos que a maioria das pessoas que estão fazendo isso não são advogados”, explicou Miguel Provetti. Segundo ele, advogados que forem notificados por ações como esta podem ser punidos com a censura, suspensão ou mesmo expulsão da ordem. Já pessoas que fingirem ser advogados, podem ser processados pelo crime de exercício ilegal da profissão. “Situações irregulares devem ser informadas à OAB e, se não for realmente um advogado, aí deve-se informar também à polícia, porque pode se tratar de um golpe. Quem buscar um advogado, sempre busque um que seja de confiança”, sugere Elias Souto.

 

Fonte: G1/vales

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