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Uma doação inusitada chamou a atenção de um grupo de voluntárias do Bazar do Bem, evento beneficente que ocorre anualmente em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Durante a triagem das doações, uma das organizadoras encontrou, dentro de um par de botas, US$ 10 mil em dinheiro. Antes do brechó, são recolhidas doações de peças novas ou usadas, em bom estado, como roupas, calçados, acessórios, brinquedos, objetos de decoração e até móveis. No dia do evento, os itens são vendidos a preços bem acessíveis. Roupas, por exemplo, podem ser compradas de R$ 1 até R$ 50, no máximo. A renda é revertida para ações sociais na cidade. "Foi uma surpresa. A princípio achamos que era um bolo de papel amassado", conta ao G1 Zeli Dambros, uma das organizadoras do bazar. "Resolvemos ir atrás de quem fez a doação da bota, porque percebemos que havia algo errado, o dinheiro não parecia uma doação, porque parecia estar escondido ali", acrescenta. E de fato, estava. As voluntárias localizaram a dona da bota, que pediu para não ser identificada. O calçado foi encaminhado para a doação pela filha da mulher, que não sabia que a mãe guardava os dólares no sapato. "Ela disse que escondia o dinheiro ali porque já teve a casa assaltada várias vezes", explica a voluntária. O dinheiro já foi devolvido. "Tem gente que quer doar anonimamente, mas não era o caso", ressalta.

 

 

Fonte: G1

Trinta e duas crianças em idade escolar, dois professores e um motorista de microônibus morreram na Tanzânia quando o veículo deles mergulhou em um barranco na estrada na região turística de Arusha neste sábado (06), informou um alto funcionário da polícia. "O acidente aconteceu quando o ônibus estava descendo em uma colina íngreme em condições chuvosas", disse o comandante da polícia regional de Arusha, Charles Mkumbo, à Reuters por telefone. "Nós ainda estamos investigando o incidente para determinar se ele foi causado por um defeito mecânico ou erro humano por parte do motorista." Os alunos mortos no acidente, que ocorreu no distrito de Karatu, eram da escola primária Lucky Vincent, a caminho para visitar outra escola, disse Mkumbo. O presidente John Magufuli descreveu o acidente como uma "tragédia nacional" em um comunicado. Corpos das vítimas de acidente com veículo escolar na Tanzânia, neste sábado (06) (Foto: Reuters/Emmanuel Herman) Corpos das vítimas de acidente com veículo escolar na Tanzânia, neste sábado (06).

 

 

Fonte: G1

Os pacientes do Hospital Beneficente Doutor Bezerra de Menezes, em Mundo Novo, na região Sudoestes de Mato Grosso do Sul, a 458 quilômetros de Campo Grande, convivem com visitantes inusitados: macacos. Eles entram pelas janelas e ficam no mesmo ambiente que os pacientes. Alguns pacientes e familiares demonstraram preocupação com a possibilidade de transmissão de doenças. “Hospital cheio de macacos, enquanto a população clama por uma saúde digna”, afirmou uma mulher, que pediu para não ser identificada. “Infestação de macacos. É hospital, mas parece zoológico”. Mas a convivência com os humanos seria incentivada por outros pacientes. “Eles entram nos quartos porque tem gente que dá coisas para eles comerem”, explica uma funcionária. No hospital, a informação é de que os macacos pertencem ao dono da unidade, que mora ao lado. O Hospital Beneficente Doutor Bezerra de Menezes é o único hospital de Mundo Novo. Ele atende pacientes daquela cidade, das vizinhas Eldorado e Japorã e do Paraguai. A convivência entre animais e pacientes não é recente. De acordo com uma funcionária, há décadas os macacos fazem visitas regulares ao hospital. A unidade hospitalar existe há mais de 30 anos. Ainda segundo a mesma funcionária, o dono tem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para criar os bichos.

 

 

Fonte: G1

A Caixa Econômica Federal sorteou na noite deste sábado o concurso 1.919 da Mega-Sena. Ninguém acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulou em R$ 59 milhões. Os números sorteados foram 11 - 28 - 37 - 45 - 54 - 60. O sorteio foi às 20h (horário de Brasília) no município de Cantagalo (RJ). A Quina teve 67 acertadores. O prêmio para cada um deles é de R$ 50.218,80. Outras 5.858 apostas levaram a Quadra. Cada apostador, neste caso, leva R$ 820,52. O próximo sorteio da Mega-Sena será na quarta-feira (12). A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

 

 

Fonte: G1

Uma ação política deflagrada há mais de 11 mil quilômetros do Distrito Federal provocou reação em diversos moradores da capital. Brasilienses integrantes da organização Testemunhas de Jeová enviaram milhares de cartas de protesto à Embaixada da Rússia, na Quadra 801 do Setor de Embaixadas Sul, para reclamar contra a proibição da atuação do grupo cristão na Rússia. O Ministério da Justiça daquele país solicitou que a comunidade religiosa seja considerada extremista e banida. Em 5 de abril, o Supremo Tribunal da Federação Russa vai avaliar o pedido, que pode afetar a vida de cerca de 175 mil seguidores. As famílias pedem a intervenção do embaixador Sergey Pogóssovitch Akopov para a suspensão do processo. O “cartaço” à representação russa no Brasil é ainda maior, já que grupos de vários estados aderiram à iniciativa. As manifestações também se multiplicam nas redes sociais, onde seguidores do credo usam o perfil da representação no Facebook para reclamar. O Ministério da Justiça russo já havia proibido a circulação de materiais de divulgação e doutrinação de Testemunhas de Jeová, entre eles, uma Bíblia adaptada, um folheto de divulgação ilustrado e um livro de histórias bíblicas para crianças com termos e frases que podem ser consideradao agressivos por pessoas que não fazem parte do credo. Uma reportagem de 29 de novembro de 2016, publicada no site da organização, mostra um grupo de homens vestidos de preto invadindo um salão e, aparentemente, plantando material proibido pelo governo russo no local. Porta-vozes da comunidade religiosa no DF, Adriano Faria e José Emiliano Ribeiro Filho explicam que a estrutura e o material religioso do grupo é o mesmo, tanto no país do norte da Eurásia quanto no Brasil, por exemplo. Mas garantem que, após a proibição, os fiéis daquele país teriam deixado de usar as publicações em pregações. Adriano está entre os que enviaram cartas para a Embaixada da Rússia no Brasil. Ele também escreveu para autoridades russas, incluindo o presidente do país, Vladimir Putin. “Eu pedi a ajuda do embaixador para evitar a iminente proibição das Testemunhas de Jeová, que pode afetar a vida de 175 mil russos e, até, colocá-los na ilegalidade. Tratarão pessoas de bem como criminosos. Eles sediarão a Copa do Mundo em 2018, estão se abrindo e não acredito que queiram passar essa imagem”, conta. “Entre nossos preceitos está o respeito a Deus, à família e às autoridades. Nós respeitamos as autoridades e não nos envolvemos politicamente. Se eles proibiram (o folheto, a Bíblia adaptada e o livro infantil), não íamos usar o material. O que praticamos aqui, praticamos na Rússia. É a mesma forma de conduta, o mesmo ensino. A notícia causou consternação no DF e no Brasil”, lamenta Adriano. O Distrito Federal e o Entorno contam com cerca de 200 congregações e, aproximadamente, 20 mil fiéis. Há, inclusive, grupos que ministram as pregações em chinês, espanhol, inglês e francês — este último voltado para a comunidade haitiana na capital. Segundo José Emiliano, as Testemunhas de Jeová ainda não têm informações que expliquem a atitude do governo russo. Questionado sobre uma possível intervenção de outras organizações religiosas, ele disse que não “há como se ter certeza”, mas afirmou que a Igreja Ortodoxa Russa se mostrou desfavorável às Testemunhas de Jeová anteriormente. “A religião é um valor de escolha individual em uma sociedade que, por isso, torna-se plural. Cada um tem o direito de escolher aquilo que crê. No nosso caso, todo nosso trabalho e divulgação são voluntários. E nós falamos somente a quem deseja nos ouvir”, explica. Sem revelar o nome, um funcionário dos Correios confirma o alto número de cartas de vários lugares do Brasil para a Embaixada da Rússia. Segundo ele, a expectativa é que, em pouco tempo, a quantidade de correspondências chegue a 1 milhão. “São de várias pardes do Brasil. São cartas simples, registradas, por Sedex, em uma demanda muito além da esperada. Aumentou bastante a carga de trabalho”, revela. As cartas de Roberto Kayano Júnior, 39 anos, e da mulher, Gisela Kayano, 38, estão entre as milhares enviadas. Frequentadores de uma congregação no Cruzeiro Novo, eles acreditam que o “cartaço” promovido pelos religiosos chegará ao conhecimento das autoridades. “Soubemos do processo de proibição pelo site das Testemunhas de Jeová. Escrevi para o embaixador dizendo que estou apreensivo com a situação”, revela. Roberto espera que o embaixador sensibilize as autoridades do país dele e que o julgamento seja suspenso. “Aqui no Brasil, nunca passamos por isso. Sabemos que cada país tem suas leis. Na Rússia, como no Brasil, as pessoas são livres para seguirem suas crenças. Mas eles estão nos considerando extremistas baseados em uma lei antiterrorismo. Talvez seja por falta de informação”, alfineta. Gisela concorda. “Foi uma possível má aplicação da lei antiterrorismo. Não existe nada nas nossas atividades ou publicações que possa ser entendido como extremista ou de natureza criminosa. Eu e meu marido mandamos cartas, e nossa filha, Saori, coloriu um desenho da (animação infantil) Marsha e o Urso, com uma frase, que mandamos também”, detalha. Porta-voz nacional das Testemunhas de Jeová, William Santos disse que a organização vinha sofrendo com intolerância por parte do governo russo há algum tempo. “Todas as vezes que enviamos uma remessa de nossas Bíblias para o país, eles embargam”, destaca. Para ele, o credo como um todo está sofrendo “preconceito religioso”. “Todas as vezes que eles censuram um material nosso, tiramos de circulação nos nossos salões. A única coisa que continuamos fazendo são as visitas e as pregações, além de ler a Bíblia”, critica. A reportagem do Correio Braziliense telefonou diversas vezes para a Embaixada da Rússia e enviou um e-mail pedindo esclarecimentos. O órgão, porém, não respondeu às ligações ou à mensagem.

 

Fonte: Correio Braziliense

"Lutei pela minha vida”, disse Gustavo Correa, cunhado da apresentadora Ana Hickmann, após peritos contratados pela defesa dele realizarem, nesta quinta-feira (6), uma simulação no hotel onde ocorreu o atentado contra a modelo, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Correa e advogados chegaram ao local por volta de 10h30. Dois peritos e uma fotógrafa também participaram dos trabalhos. A apresentadora Ana Hickmann sofreu um atentado por um "fã" na capital mineira, em maio de 2016. O crime aconteceu dentro de um hotel no bairro Belvedere. Gustavo Correa matou Rodrigo Augusto de Pádua após este atirar contra sua mulher, Giovana Oliveira, assessora da apresentadora. Ao sair do hotel, no início desta tarde, Correa afirmou que se sentia “péssimo” com a situação. “Você tirar a vida de alguém é muito ruim, mas se eu estou aqui é porque ele está morto. Se ele estivesse aqui, eu estaria morto. Então, lutei pela minha vida”, falou. Ele disse ainda que Rodrigo de Pádua foi ao local “para matar”. “Posso contar o fato mais dez vezes, porque a história é uma só. (...) Lembrar que eu tenho uma esposa em casa que não entra mais no hotel, que tem diversas marcas pelo corpo, uma bala para o resto da vida, e que a gente veio aqui pra esse hotel para trabalhar e que o outro veio para matar”. O criminalista Fernando José da Costa, que representa Gustavo Correa, também falou com a imprensa e disse que a intenção de Rodrigo era assassinar Ana Hickmann e todos que estavam no quarto. Ele reforçou que Gustavo agiu em legítima defesa e que não houve excesso no disparo de três tiros. “Evidente que não [houve excesso]. E a simulação vai deixar isso mais claro ainda. Isso porque nós estamos falando de três disparos que aconteceram em fração de um a dois segundos. Não são três disparos em fração de um minuto, dois, três minutos. Isso é muito importante. Estamos falando de uma pessoa leiga que estava em um estado emocional perturbado”, destacou Costa. Segundo ele, os peritos dispensaram a presença de Ana e da cunhada na simulação desta quinta-feira (6) e outras pessoas fizeram o papel delas. Segundo o advogado Sérgio Leonardo, que representa o hotel, a perícia envolveu fatos que ocorreram desde o hall do elevador do 9º andar até o quarto 912. Por meio de nota, o hotel informou que "permanece à disposição das autoridades para contribuir com a reconstrução histórica dos fatos, a fim de que o caso ocorrido com a apresentadora Ana Hickmann no ano passado seja julgado em processo justo". O Ministério Público de Minas Gerais informou que o documento produzido a partir dessa simulação deverá ser incorporado ao processo. De acordo com o órgão, o promotor não acompanhou a simulação e os custos da perícia são da defesa do réu. A denúncia contra Correa foi feita em julho do ano passado pelo promotor Francisco Santiago. De acordo com ele, o crime não se caracteriza como legítima defesa porque a vítima foi atingida na nuca. O pedido por homicídio doloso, quando há intenção de matar, foi aceito pela juíza Ámalin Aziz Sant'ana. A denúncia do MP foi contrária ao entendimento da Polícia Civil, que pediu o arquivamento do processo pelo reconhecimento de legítima defesa. A defesa de Gustavo Correa enviou nota dizendo que "repudia veementemente os termos da denúncia". Ela disse que "todas as medidas cabíveis serão adotadas para comprovar a inocência do nosso cliente". Um dia após o Ministério Público de Minas Gerais denunciar o cunhado dela, a apresentadora Ana Hickmann publicou a imagem do verbete “indignação” em uma rede social. De acordo com o inquérito, Rodrigo, de 30 anos, rendeu com um revólver a apresentadora, sua cunhada, Giovana Oliveira, e o marido de Giovana, Gustavo Correa, que é irmão do marido de Ana Hickmann. Em uma luta corporal, Gustavo matou Rodrigo dentro de um dos quartos de hotel, após o "fã" balear Giovana. Segundo o delegado Flávio Grossi, responsável pelo caso, o tiro contra a cunhada era para a apresentadora. Nem Ana Hickamnn nem o cunhado se feriram. De acordo com a polícia, a investigação mostrou que a intenção de Rodrigo era possivelmente matar a apresentadora.

 

Fonte: G1

 

Há algo em comum entre Luan Santana, Anitta, Simone e Simaria, Nego do Borel e Claudia Leite – e não estamos falando da capacidade de emplacar um hit atrás do outro. Todos eles, e mais um monte de nomes lucrativos do pop brasileiro, se renderam recentemente ao reggaeton, gênero que nasceu no Panamá e nos últimos anos atravessou o Canal rumo às paradas de sucessos no mundo todo. Hoje a sonoridade que ganhou as rádios e paradas de streaming tem pouco a ver com o reggae – embora o nome faça referência ao ritmo jamaicano. Menos ainda com o rap – o “ton” do reggaeton vem de maratón, concurso de rap caribenho. Mas, bem antes de chegar ao repertório de Drake, Justin Bieber, Rihanna e dos brasileiros, o gênero fez parte da cena underground latina.“Comparo o reggaeton hoje com o que foi, lá atrás, o funk carioca. Foi crescendo, ficando ‘chique’”, analisa o produtor uruguaio Augusto Cabrera, um dos principais responsáveis por trazer o gênero latino ao Brasil. Ele explica: De modão, Cabrera entende bem. Já trabalhou com nomes como Zezé di Camargo e Luciano, Leonardo e Eduardo Costa. É também o produtor responsável por “Loka”, um dos hits do verão deste ano, nas vozes de Simone, Simaria e Anitta. Ele conta ao G1 que Simaria o procurou numa jornada de produtor em produtor, em busca do reggaeton perfeito (leia-se: o mais rentável). “Ela estava ouvindo muito reggaeton puro, não estava encontrando o som internacional que procurava. Ela queria uma levada latina. Nada trivial, mais rádio mesmo, como o que a Shakira está fazendo agora”, lembra. “Montei a ideia em 30 minutos e ela pirou.” O público também. O clipe de “Loka” tem mais de 220 milhões de visualizações no YouTube e a música, lançada no início do ano, ainda está em todas as listas de mais ouvidas no streaming brasileiro. Luan Santana também emplacou “Acordando o prédio”, seu primeiro reggaeton. Para Cabrera, a estrutura da música latina tem tudo a ver com o sertanejo. Nada disso. É o funk o verdadeiro par perfeito, ao menos para Dennis DJ, um dos mais importantes nomes do gênero (produziu de “Cerol na mão”, sucesso do início dos anos 2000, a “Malandramente”, do ano passado). Ele incorporou o ritmo latino em “Eu gosto”, cantada por Claudia Leitte. “O reggaeton tem um beat mais baixo. Antes, eu não via uma maneira de encaixar isso no funk. Mas aí surgiu o rasteirinha [vertente de ‘Deu onda’, por exemplo], que também tem um beat caído. Casou certinho”, ele explica. E acrescenta que o momento tem a ver com uma mudança no gosto do público: Com o fortalecimento da mistura, criou-se até um termo para definir o funk com pegada reggaeton: é o "funketon". "Antes de 'Água na boca', eu não ouvia nenhum reggaeton nas rádios. Hoje é o tempo todo. Acho que as pessoas viram oportunidades e leques se abrindo na indústria latina", avalia Tati Zaqui, que depois de "Parara tibum" passou a se dedicar ao gênero. Ela se considera pioneira do "funketon". Estamos falando de música pop, e é claro que o reggaeton de Simone e Simaria, Claudia Leitte, Tati Zaqui e os colegas é diluído em um punhado de outras referências. É o "som internacional" buscado por Simaria para "Loka". Para citar um meme recente, dá para dizer que é o reggaeton "Nutella". "O que o povo faz não é bem reggaeton, é uma mistura sutil. Nos meus trabalhos, mantenho o violão sertanejo, troco a percussão, coloco até coisa de samba, pagode. Não é pedacinho por pedacinho, é mistura mesmo", explica Cabrera, que crítica os adeptos de fórmulas prontas, especialmente no sertanejo: Há no país quem faça um som mais próximo do que poderia ser o reggaeton "raiz". O duo Señores Cafetões já usou referências de funk, mas nos últimos anos tem se dedicado a um repertório mais puro. A dupla, formada por MC Sped e DJ Boka, é dona das famosas "Piriguete" e "Desce sobe", mas depois delas não conseguiu emplacar outros hits. Boka lamenta: Ao mesmo tempo em que eram esquecidos no Brasil depois de "Desce sobe", os Señores Cafetões bombavam o reggaeton brasileiro na Europa. A música "Ela quer dançar" levou a dupla a uma turnê de 45 shows por lá, em 2011. "Fomos para ficar duas semanas e acabamos ficando três meses. Foi um conto de fadas", lembra o DJ. O duo também passou por Bolívia, Uruguai e Paraguai. Enquanto isso, figurões brasileiros se esforçam para levar seu som para fora do país. Cabrera sabe bem, e dá a dica: "O que eu recebo hoje em dia de artista grande me perguntando o que fazer para ir para outros países da América Latina... Eles querem fazer reggaeton, mas isso todo mundo já faz lá. Tem que ter um diferencial. Tem que levar o Brasil para fora.

 

Fonte: G1

O presidente Michel Temer ofereceu nesta quinta-feira (6) um almoço no Palácio do Itamaraty, em Brasília, ao rei Carlos XVI Gustavo e à rainha Sílvia, da Suécia, que estão em visita oficial ao Brasil desde o início da semana. A primeira-dama, Marcela Temer, também participou do almoço em homenagem ao rei e à rainha. Em um brinde em homenagem ao casal real sueco, o peemedebista disse que questionou aos monarcas se o país europeu havia feito uma reforma da previdência social. “Perguntei a Sua Majestade se, na Suécia, haviam feito a reforma da previdência. Ele [o rei Carlos Gustavo] disse ‘fizemos e tivemos muito trabalho para fazê-lo, mas isso foi há 25 anos, porque, naquele momento, a situação já era dramática’”, contou Temer sobre a conversa que teve com o monarca da Suécia. O presidente brasileiro agradeceu, em meio ao brinde, a presença do casal real sueco. Temer reiterou a relevância da parceria entre os dois países e disse que a visita de Carlos Gustavo e Silvia serve para renovar os laços com o país europeu. Na cerimônia, Temer destacou o “vigor” das relações entre os empresários brasileiros e suecos e o interesses deles pelas reformas do governo. O peemedebista havia se encontrado com o casal real sueco na última segunda-feira (3), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, onde também participou do Foro de Líderes Empresariais Brasil-Suécia. Após a cerimônia, o rei e a rainha da Suécia seguiram para um almoço no próprio Itamaraty que contou com a presença dos ministros Sergio Etchgoyen (GSI), Raul Jungmann (Defesa), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), além do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e o senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTC-AL). O rei Carlos Gustavo disse que ele e a rainha estão felizes com a visita ao Brasil e destacou a participação do casal no Fórum Global da Criança, iniciativa sueca no país que se encerrou na última terça (4).

 

 

Fonte: G1

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foram acionadas, na tarde desta quinta-feira (6), para socorrer funcionários do frigorífico JBS, em Campo Grande. Eles passaram mal por conta do vazamento de amônia. A TV Morena entrou em contato com a JBS e aguarda retorno. Por meio de uma nota à imprensa, a JBS informou que o vazamento foi controlado e que, por precaução, a unidade foi imediatamente evacuada. O frigorífico disse ainda que as operações na unidade estão temporariamente suspensas. (Veja nota da JBS sobre o vazamento no final desta reportagem) No começo da tarde, o movimento de socorristas no local foi intenso. Alguns empregados receberam atendimento do lado de dentro do frigorífico, onde se concentrou um grande número de ambulâncias; outros, assustados, correram para as margens da BR-060, a cerca de 400 metros da unidade. Reclamando intenso mal estar, como falta de ar, algumas pessoas foram socorridas na beira da rodovia e encaminhadas para unidades de saúde da capital sul-mato-grossense. Funcionários relataram ao G1 que sentiram cheiro forte e saíram correndo, já suspeitando do vazamento de amônia. Colaboradores que não precisaram de socorro atenderam pedido dos técnicos em segurança da empresa para retornar à área do frigorífico. A amônia é um gás tóxico usado no sistema de refrigeração do frigorífico.

 

 

 

Fonte: G1

jornal "The New York Times" publicou nesta quinta-feira (6) uma reportagem citando fontes não identificadas do governo americano segundo as quais altos funcionarios de Defesa dos EUA estão desenvolvendo opções para uma resposta militar ao ataque químico ocorrido na Síria esta semana. A Turquia, após realizar autópsia em vítima, afirmou que há indícios de que foi usado gás sarin. As consultas de alto nível sobre as opções militares envolvem o secretário de Defesa Jim Mattis e o general Joseph F. Dunford Jr., assim como oficiais militares no Comando Central dos Estados Unidos, diz o "NY Times". Mattis está viajando para a Flórida, onde se espera que ele discuta a crise na Síria com o presidente Trump. Os funcionários ouvidos pelo diário americano disseram que nenhuma decisão tinha sido tomada até o momento. A inteligência americana concluiu com "alta confiança" que um avião do governo sírio realizou o ataque, disse um alto funcionário americano ao "NY Times". O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, afirmou nesta quinta não ter dúvidas sobre a responsabilidade da Síria sobre o ataque e que não há papel para Bashar al Assad no governo sírio. Durante uma coletiva em Palm Beach, em um evento de boas-vindas ao presidente chinês Xi Jinping, Tillerson disse que este é “um assunto grave que requer uma resposta severa”. “Estamos considerando uma resposta apropriada a este ataque químico, que viola todas as resoluções previas da ONU”, afirmou o secretário, que também defendeu "um processo político que conduza à saída de Al-Assad". O presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que o presidente sírio Bashar al-Assad pode ter que deixar o cargo após o ataque com armas químicas desta semana. Segundo a Associated Press, durante uma conversa com jornalistas a bordo do Air Force One na quinta (6), Trump disse que o que aconteceu na Síria foi “uma desgraça para a humanidade”. Ao ser questionado se Assad deveria deixar o cargo, o presidente respondeu, “ele está lá, e acho que ele está comandando as coisas, então algo deveria acontecer”. Ainda de acordo com a AP, Trump não discutiu o que os EUA deverão fazer em resposta ao ataque químico. Ele disse apenas que o ataque “não deveria ter acontecido, não deveria ser permitido que acontecesse”. O presidente afirmou ainda que pode falar com o presidente russo Vladimir Putin sobre a situação na Síria. Rex Tillerson conversou por telefone na quarta-feira com o ministro russo de Relações Exteriores, Sergei Lavrov, segundo a Reuters, que cita uma fonte do Departamento de Estado.

 

 

Fonte: G1

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